Andre Dias lavando a alma da rapaziada
January 27th, 2012 por Gaburah | 12 Comentarios | Categorias: Copa 2010#RESPEITO
#RESPEITO
Em todos os sentidos.
Correndo para chegar a tempo de ver o jogo, fiquei sabendo do que ocorrera com tal prédio à duas esquinas do trabalho. Já em casa, o interesse pelo jogo foi suplantado por outro. Que prédio? Onde exatamente? Qual motivo da queda? Que horas isso? Vítimas? As respostas ainda estão chegando e algumas talvez nem venham.
Começa a transmissão do jogo. No 1º tempo a tela ainda foi bastante dividida com 2 janelas, uma em Potosi outra no Centro do Rio. E o áudio também, com o narrador da Globo e seu colega boliviano – o que até amenizou o clima tenso. Vida que segue, e o que caiu em Potosi foi a invencibilidade do Flamengo no ano.
No jogo, o momento de lucidez do Léo Moura foi um espasmo. O Flamengo foi um arremedo do time do ano passado. Nada mudou substancialmente. Não somente pelo gol, mas o moleque Luiz Antônio foi o melhorzinho do time.
O Real Potosi, time muito ruim mesmo, trocou os chutes de longe pelos cruzamentos. E chuveiro na área do Flamengo… remember ano passado. Dessa forma veio a virada do time boliviano.
Os vários dias de aclimatação (a pré-temporada flamenga) valeu pela adaptação, pois ninguém estava ofegante ao final do jogo. Fica a certeza dúvida, o problema foi a altitude ou é do time mesmo? Renato Abreu e o resto do time atuou exatamente como fez a partir do 2º turno do brasileirão 2011 até o final do ano. Aliás, aos 35′ do 2º anunciaram que o Urubu-Rei iria ser substituído. Aos 41′ quem saiu foi o Willians. O momento histórico no qual Renato seria substituído não aconteceu. Renato errou todos os passes ontem. Errou tudo que tentou. Irritou. E não foi substituído.
Contratação do Love
O Flamengo anunciou a volta do atacante, que foi contratado por poucas dezenas de milhões. Há 2 anos Love atuou no Flamengo por menos de 6 meses e teve boa passagem. 27 jogos, 23 gols e o número de boas atuações superou o número de atuações ruins. Porém, está há 1,5 ano jogando na RÚSSIA. A diretoria preferiu o atacante do CSKA ao melhor jogador do Flamengo (4º lugar no brasileiro) do ano passado. Resta torcer.
O penúltimo brasileiro a conquistar um título nacional em 2011 foi o primeiro a conquistar em 2012. De maneira CONGÊNERE com aquele que foi o último título nacional de 2011, o do América Mineiro sobre o Fluminense, conquistado nos minutos finais. Foi assim que o Corinthians chegou ao oitavo título da Taça São Paulo de Futebol Júnior.
Sobre o jogo existem milhares de PORTAIS que podem VATICINAR um ou outro lance capital, mas prefiro frisar a figura heróica do capitão ANTÔNIO CARLOS, ex-Fluminense, recebedor de uma cotovelada ao final do jogo que o fez perder os primeiros segundos do título, mas que o GAJO sabiamente SOUBE BANCAR e afirmou ser do jogo.
Não encontrei a declaração que queria, mas foi com ALACRIDADE que ouvi as palavras seguintes:
“Joguei 6 anos no Fluminense, saí de lá por motivos que prefiro não dizer.“
Malditos jornais que não alimentam o ódio e noticiam somente as declarações vazias, sob a ÉGIDE de títulos mornos.
Sua corrida de braços abertos fez-me lembrar do imortal GAMARRA. Sua história de VINGANÇA – e não aceito outro nome para – comoveu mais ainda. Tem futuro esse garoto. Parabéns aos outros todos também. Que saibam aproveitar vossos talentos.
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Caso a derrota se AVIZINHASSE, eu já tinha um post preparado na manga, também motivo de rejúbilo em muitos. A neofitude vista de outro ângulo, não sob a ótica carreirística dos futebolistas, mas pela ROTUNDA GLOBALIZAÇÃO DOS TEMPOS HODIERNOS.
O site inglês especializado em material esportivo Subside Sports realizou um concurso em que a camisa GRENÁ do Corinthians, eterno motivo de gratidão dos torcedores do Torino, relembrando um momento de altruísmo histórico (e faturando com isso) em 1949, foi eleita a Camisa do Ano de 2011, concorrendo também com EQUIPAMENTOS de clubes europeus da ÉPOCA 2011/12.
A FIFA premia votações populares, como ocorreu com NEYMAR, que em minha opinião não fez o gol mais bonito do ano, mas graças à garotas PÚBERES votando freneticamente, em práticas que rendem até estatuetas para artistas, fez o brasileiro amealhar o Prêmio Puskas. Então não vejo motivo para achincalhar tão SENSATA eleição.
Sensata pois andando pelas RUADELAS (cheio de neologismos hoje) e cidadelas de minha freguesia (cheio de galaico-lusitanismo também) vê-se muito mais o manto grená que o branco ou o preto, Talvez seja só impressão. Tenha dignidade diretoria, e oficialize essa bagaça como terceiro uniforme FIXO. Obrigado.
Golos da partida que consagrou o campeão com 30 gols marcados e apenas 2 sofridos nos 8 jogos de campanha 100%:
Para cobrar daqui a 5 anos:
Corinthians
Matheus Caldeira (Ravi); Cristiano (Leandro), Antônio Carlos, Marquinhos e Denner; Anderson, Gomes, Giovanni (Wesley), Matheusinho e Leonardo; Douglas. T.: Narciso
Fluminense
Silésio; Fabinho, Wellington, Leo Lelis e Ronan; Rafinha, Willian (Rafael Assis), Higor e Eduardo (Fernando); Michael (Igor Julião) e Marcos Júnio. T.: Marcelo Veiga
Este tipo de post serve para pouca coisa, como o ano passado pode comprovar. Mas é ótimo para desenferrujar.
Se o mundo não acabar mesmo, fica aqui minha impressão para 2012:
Vasco – Tudo depende do espírito. Se o grupo mantiver a fome de 2011, o ano será mais um motivo de orgulho para torcida vascaína. O grupo é competitivo, e a vontade com que jogou ano passado fez diferença. Não há motivos para, se mantida a vontade, não acreditar no time. Aliás, o maior reforço foi a manutenção da equipe.
O clube segue sua péssima fase fora de campo. Com camisas azuis, rosas…Com um presidente que insiste em não dar transparência a sua gestão, e com a eterna dificuldade em gerar receitas.
Unimed – O time mais forte do Brasil. Tem tudo para ser o protagonista do ano. Até pelas suas relações fora de campo.
Enquanto o MP não vem, Celso Barros continua brincando no futebol. Pode uma cooperativa de médicos pagar milhões de euros a um clube árabe por um jogador de futebol? De onde o dinheiro saiu? Foram pagos os impostos? Como a operação foi classificada?
Flamengo – Se não fosse o Flamengo, terminaria o ano rebaixado. Mas isso aqui é Mengão. Deve ser campeão carioca (cuidado com a Unimed) e terminar longe da zona no Brasileirão. Apostar ainda em R10, e ainda comemorar a contratação de bandido mostra o quanto o clube está perdido. O Império do Amor deverá ser refeito, para alegria da nação. Pelo menos por alguns dias.
Botafogo – Segue disparado como melhor clube carioca fora do campo (como era ano passado). Dentro dele, o time precisa acabar com a inconstância, até para aproveitar melhor o bom momento administrativo. Porém, não acredito em Osvaldo de Oliveira, acho que o clube errou, e pode ter com isso comprometido os resultados na temporada.
Minas – O governo do Estado deveria interferir no futebol, para salvar o único clube grande que restou. O Cruzeiro precisa se reestruturar pois corre o risco de virar um Atlético. O ano mineiro se resumirá ao Estadual.
São Paulo – Não sei se o mundo acaba, mas o Palmeiras já foi pro brejo há muito tempo.
O representante da CBF segue como grande força do Brasil, mas a Libertadores é internacional, ou seja, a fila continua.
O Santos enquanto tiver Neymar seguirá forte.
E o São Paulo, se montar um ataque com Luís Fabiano e Nilmar vai ser quase imbatível.
Softball – Isso ainda vai ser grande por aqui, pelo que a gente pode observar com a Jenn Brown.

À vera pra uns, pré-temporada pra outros.
O regional mais fodão do Brasil começou hoje com os quatro grandes ganhando sem maiores dificuldades.
Enquanto não engrena, post coletivo é o que há.
Minha primeira participação oficial no Blá blá Gol, e já entro defendendo a causa que mais aprecio no futebol brasileiro: os Estaduais. E se vou tratar de Estaduais, falarei daquele mais próximo a mim: o do Rio Grande do Sul. Se é possível fazer algo que preste com o futebol gaúcho, não será problema fazer algo semelhante no resto do País. Este é o meu clássico de início de ano, e trata-se do desenvolvimento do que eu expusera antes do início do Gauchão do ano passado. Sempre pode-se melhorar alguma coisa.
Meu foco é demonstar ser possível colocar todos os clubes para jogar o ano inteiro torneios relevantes dentro da ATUAL estrutura. A idéia é fazer limonada com os limões que a CBF/Globo/cartolagem nos concedem. E é possível.
Eis como organizaria o futebol gaúcho, projetando uma elite de 44 clubes. Vejam bem, é uma elite de 44 clubes. Não são os únicos 44 clubes, a idéia é que a pirâmide se estenda até a várzea, mas os clubes que pertenceriam a LIGA e que efetivamente disputariam o Campeonato Gaúcho durante o espaço previsto pára os Estaduais no calendário nacional.
Eu não vejo com maus olhos o fato de Noveletto, presidente da FGF, ter criado uma Terceira Divisão, mas desde que se faça o trabalho direito. Reduzir o número de times da Segunda Divisão para deixar os clubes morrerem é ludopedicídio, e isso é inadmissível. O foco tem que ser um calendário anual que abrace o futebol do estado na sua totalidade: da dupla Gre-Nal à várzea. As divisões abaixo da Liga têm que incluir as equipes amadoras e devem ser fortemente regionalizada para que sejam viáveis. E se são viáveis em PORTUGAL também podem ser no Rio Grande do Sul.
Os torneios abaixo da Liga seriam disputadas de abril a novembro (8 meses) e estariam dentro da pirâmide do futebol gaúcho. Assim, os piores times da Liga (a exceção dos clubes que disputam as Séries A, B e C nacionais que estariam protegidos) seriam rebaixados e os melhores da divisão máxima não-pertencente à Liga subiriam. Todo o futebol do Estado estaria devidamente integrado. Ver como isso ocorreria, é assunto para próximos textos. Por ora, fique-se com a Liga.
O calendário da Liga seria dividido em duas partes, e cada parte teria seus próprios torneios e organização. A primeira parte (“Divisão Especial”) corresponderia às datas prevista aos campeonatos estaduais no calendário nacional; já a segunda (“Campeonato Estadual”) seria concomitante aos campeonatos das séries A e B nacionais.
CAMPEONATO ESTADUAL (equivalente à atual “Copa FGF”)
Os clubes da Liga seriam divididos em duas divisões – “Estadual A” e “Estadual B”). As competições seriam disputadas concomitantemente ao Campeonato Brasileiro. Os times que estão nas séries A e B nacionais jogariam com seus times “B”; todos os demais, entram com os titulares.
O “Estadual A” teria 16 clubes (como a atual Primeira Divisão), e seria disputado em turno-e-returno (30 datas) por pontos corridos. Definiria representantes para a temporada seguinte na Copa do Brasil, os classificados para a “Taça de Ouro” do “Gauchão Divisão Especial”, os representantes do estado na “Série D” nacional e os rebaixados para o “Estadual B”.
O “Estadual B” seria composto por duas zonas regionalizadas de 14 clubes (28 clubes restantes). A primeira fase seria disputado em turno-e-returno (26 datas) por pontos corridos dentro das zonas. O título do campeonato seria decidido em série em ida-e-volta (2 datas) entre os dois campeões de zona -que teriam acesso garantido ao “Estadual A” da temporada seguinte. Os piores de cada zona seriam rebaixados, saindo da Liga.
As demais vagas do acesso seriam disputada em torneio mata-mata entre as equipes classificadas entre 2º e 5º de cada zona (4 datas) em cruzamento olímpico. As duas equipes vencedoras disputariam as vagas no “Estadual A” em séries de ida-e-volta (2 datas) contra as equipes colocadas em 13º e 14º lugares do “Estadual A”
Esses torneios por si já garantiriam o funcionamento dos clubes durante todo o calendário. Os clubes se sentiriam estimulados e apoiados para disputarem a Série D nacional. E o investimento não dependeria do resultado nessas competições, porque o calendário do segundo semestre estaria já assegurado. Isso permitiria um maior vínculo com e apoio das comunidades locais.
Isso já faria uma enorme diferença, mas ainda é possível melhorar os estaduais em si. Eis o que eu faria no Gauchão.
GAUCHÃO DIVISÃO ESPECIAL
O calendário estadual seria denominado as equipes da Liga seriam divididas em dois torneios. O principal se chamaria “Gauchão Coca-Cola Taça de Ouro” (se mantido o atual patrocinador); o outro, “Gauchão Taça de Prata” (na falta de patrocínio, mas grita um Banrisul ali, não?!).
O “Gauchão Taça de Ouro” teria uma fórmula simples: 12 clubes, pontos-corridos em turno único, mais uma rodada de clássicos (12 datas). Participariam os clubes gaúchos das séries A, B e C nacionais, mais os melhores classificados do Campeonato Estadual da temporada anterior. O campeão seria considerado “Campeão Gaúcho”.
O “Gauchão Taça de Prata” teria 32 clubes (todos os clubes remanescentes da Liga) divididos regionalmente em 4 grupos com 8 clubes cada. Jogariam em turno único dentro dos grupos mais três jogos contra um adversário de cada outro chave (10 datas). Os campeões de cada chave se classificam para as semifinais, em jogo único. A final -disputada em final-de-semana exclusivo, com transmissão em TV aberta- também seria em jogo único. Como na “Taça de Ouro”, há 12 datas.
Das 23 datas atuais, o Gauchão passaria a ter 12, com dois clássicos assegurados (hoje, só um). Perder qualquer ponto pode ser a diferença entre ser campeão ou vice. As equipes mais fortes disputariam o torneio mais importante; e as demais veriam fortalecidas as rivalidades regionais e disputariam a chance de decidir um campeonato em TV aberta. Valorização do produto!
Entretanto, ainda é possível fazer mais. E, assim, entra em cena a “Copa Rio Grande”.
COPA RIO GRANDE
Seria disputada durante o calendário estadual, e teria a participação dos 44 clubes da Liga. Torneio eliminatórias, com etapas disputadas em jogos únicos.
Primeira Fase: 24 clubes;
Segunda Fase: 12 classificados, mais os 20 restantes.Depois, segue-se com oitavas, quartas, semis e final.
A final seria no último final-de-semana previsto para competições estaduais no calendário nacional. Também aqui, a chance de uma ou duas equipes menores de decidir um título em TV aberta. A TV também garantiria a transmissão de futebol nessas datas, algo que hoje não tem (como no Rio, se um mesmo time vence os dois turnos, se acabou).
No total, seriam utilizadas 6 datas. O campeão receberia uma vaga na Copa do Brasil.
Das 23 datas disponíveis, seriam utilizadas 19. Em 2012, há seis datas em meio-de-semana, sendo que duas não coincidem com Libertadores nem data-Fifa, as quais seriam utilizadas pela Copa Rio Grande. De resto, apenas partidas nos finais-de-semana (a não ser que haja interesse da TV em puxar UM jogo para a quarta à noite).
Futebol perto de casa, voltado para o público NO ESTÁDIO, mas sem esquecer da TV.
É difícil, porém possível.
Fox Sports compra canal BandSports

Tricolores e vascaínos já terão onde assistir suas partidas pela Santander Libertadores
A cachorrada que fique de olho no que lhes importa.

Tremei Collor de Melo
Estaduais já começaram e Túlio Maravilha já se destaca balançando redes.
Rápida passada de olhos por alguns gols no Norte/Nordeste e a massa compareceu. Pré-Temporada é coisa para meia-dúzia de times ricos viajarem a Dubai, Mangaratiba ou Sucre. Para abrigar a gentalha necessitada de trabalho Estaduais urgem. A receita para entrosar o time é treinar fundamentos por 30 anos nas divisões de base.