Há tempos defendo a não convocação de Ronaldinhos, Robinho, Adriano e afins pra seleção. Acho que imprescindíveis no time hoje somente Júlio César e Kaká, e que o Brasil pode ser campeão com qualquer resto de time que for pra Copa, logo não vale à pena arriscar.
Pra confirmar o que digo, ao contrário até do que fez o Robinho, que jogou assim que voltou do amistoso contra a Irlanda, o “Imperador” está fora do time do Flamengo até domingo que vem.
Não. Ele não está lesionado, ou coisa parecida. O problema é que após retornar de Londres, Adriano, acompanhado por aproximadamente dez jogadores do Flamengo, foi a um baile funk no Complexo do Alemão. Mas pouco tempo depois de chegarem ao local, os rubro-negros foram surpreendidos pela “Imperatriz”.
Alterada e ofendendo os atletas, a noiva de Adriano atirou pedras e atacou o carro do Imperador e de outros três jogadores. O veículo do atacante ficou bastante danificado. Outros dois perderam, respectivamente, um retrovisor e um pára-brisa. O quarto foi atingido em uma das portas.
Um dos jogadores reagiu e discutiu asperamente com Joana. Os outros, atônitos, apenas levaram as mãos à cabeça diante da cena que assistiam. Adriano interveio e a empurrou. A personal trainer caiu no chão e foi aconselhada a ir embora por traficantes.
Desnorteado e envergonhado com o fato, Adriano conversou com a diretoria do Flamengo e explicou que não teria condição de treinar neste fim de semana. Ele foi liberado até segunda-feira e não viaja com a delegação para a Venezuela, onde o time enfrenta o Caracas na quarta, pela Libertadores.
Ora, em que diabos isso impede que alguém treine, ou que jogue futebol? Tudo bem que ficar deprimido, ou se abalar facilmente por seus problemas pessoais, seja uma característica pessoal do Adriano. E que o Flamengo talvez até seja inteligente na maneira como lida com isso. Mas é fato, às vésperas de um jogo importante, o clube ficou sem seu principal jogador.
A grande pergunta é: A seleção precisa correr riscos assim? Pelo Adriano, ou por qualquer outro jogador (exceto Kaká e Júlio César)? Ainda bem que o treinador está atento.
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Mancini agora cogita barrar Phillyphe Coutinho e escalar o zagueiro grandalhão e ruim de bola, Gian, na lateral esquerda do Vasco. Continua mais perdido que cego em tiroteio e fazendo uma burrada atrás da outra.
VAI PRO INFERNO!
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No Fluminense, o Cuca pensa em “preservar” o jovem Wellington Silva. Ora, se ele optar pelo Maicon, o que não é nenhum absurdo, tudo bem, mas se o garoto está correspondendo em campo, não há porque preservá-lo.
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O Botafogo pode estrear o Super Edno, que deve jogar no meio campo pelos treinamentos. Estou bastante curioso para vê-lo em ação. Segundo ele mesmo, tanto faz atuar no ataque ou no meio, já que ele desempenha bem as duas funções. Não entendo porque o futebol brasileiro negligenciou este talento por tanto tempo.
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Quadrinho publicado no O Globo de hoje:

Q1- Considerando que minha burrice é atentatória à nossa expansão…
Q2-Pois quem nada sabe, não compra, não segue novela, não joga na loteca, não pratica surfe nem kum fu!
Q3- Estou sendo confinada para segurança do mercado consumidor!
Q4- Estão decidindo agora se me mandam pra Niterói, Transamazônica, Souza Aguiar…
Q5- Ou…ai de mim…pra técnico do Botafogo!