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Agora é Muricy

July 23rd, 2010 por Victor | 59 Comentarios | Categorias: Fluminense, Observatório, Seleção Brasileira

Fluminense se fudeu de verde e amarelo. Muricy foi anunciado novo técnico da Seleção.

Tricolor à parte, a decisão para quem gosta de acompanhar futebol sem frescuras é ótima.

Pelo momento da carreira, Muricy era a pedida e nem há muito o que discutir. Se Muricy só ganha títulos e faz boas campanhas porque pegou times bons, é isso que ele encontrará, naturalmente, no comando da Seleção.

Outro aspecto interessante, ao menos para mim, é que Muricy bate nos urubus da imprensa. Curto sempre quem dá patadas públicas em quem é burro. Eu si divirto. Quando uma classe impertinente e despreparada chama alguém bem sucedido no que faz de grosseiro é bom sinal.

Contrapondo Dunga, inventaram um Felipão light em 2002, o que não aconteceu, muito menos antes da Copa. Curti muito os desmemoriados e neófitos aludindo a um Felipão aberto e solicito. O que segurou Scolari no cargo foi o fato dele ser O cara. Nada mais que isso.

Lamento não poder curtir Felipão desancando os diabinhos. Mas Muricy não ficará atrás.

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Yuri levantou a bola que toda análise e conjecturas sobre o LUDOPÉDIO ocorria em BLOGUES e que jornalista só servia para bastidores e contratações.

Ledo engano. Jornalistas do esporte servem para cobrir eventos.

Todos os links de lancinet’s e globoescroque vem com a palavra “pode” inserida. Bem… “pode” pode ser a porra toda, logo, nada.

As “não-notícias” levantaram hipóteses como notícia, porque o sistema do jornalismo googleísta esportivo resume-se a alguém levantar uma tese (sic), este alguém e seus pares acreditarem na própria bobagem que dizem, e daí transformar nada em notícia.

Deve haver um ar de consternação por Mano não ter sido chamado como alardeado com propriedade e detalhes pela imprensa afora. Claro que agora calar-se-ão. Alguns mostrarão com a mesma riqueza de detalhes os pormenores da escolha de Muricy ao invés do mosqueteiro. A VERDADE é que ninguém sabia de porra nenhuma, já que ninguém levanta a bunda de frente do computador e tem contato com o faxineiro da CBF que vasculha papéizinhos nas lixeiras do corredor da presidência.

Para saber de notícias do esporte, os sites oficiais me bastam. Imprensa é cobertura de evento. Coisa que para tal, recomendo a SporTV por deter os direitos de transmissão. No mais, concordo com Yuri. É blog ou bar.

Como o Fluminense se fudeu com a saída de Muricy?
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3-5-2 na Berlinda

July 23rd, 2010 por Victor | 24 Comentarios | Categorias: Botafogo, Campeonato Brasileiro 2010, Cruzeiro, Fluminense, Palmeiras

Fluminense x Cruzeiro era chato como um bom jogo de Copa do Mundo deve ser. Enquanto cada time contava com seu jogador de Copa, os Azuis eram ligeiramente mais insinuantes na pasmaceira do Maracanã. Quando só o Tricolor ficou com o seu, a igualdade randômica se instalou e asim seguiu até sair o gol do Flu.

Depois desse momento, acabou-se a randomização. Fluricy deliberadamente postou-se defensivamente como a competentíssima Suiça e ao Cruzeiro restou girar a bola na entrada da área carioca por meia hora como se fosse uma equipe de handball.

Ao contrário do jogo contra o Prudente, o Fluminense não merecia levar o gol. O clima de festinha da partida contra o Prudente deu lugar à apreensão. O empate deu lugar a vitória.

A torcida saiu exultante do Maracanã ao final, mesmo receosa com o desenrolar. 3-5-2 na berlinda.

Por Alexandre N.

Bom, vamos ao relato do jogo do atual líder do campeonato.

Fui, ví e, mesmo com a vitória, não gostei! Não gostei por que ontem ficou notório pra quem quisesse enxergar, que este esquema 3-5-2 não funciona para o elenco do Fluminense. Digo isto pois, devido ao posicionamento necessário para o esquema, o time fica completamente travado (ofensivamente falando, é claro). Os laterais ficam praticamente isolados sem ter com quem jogar, o mesmo acontecendo com Conca, que acaba ficando isolado no meio, facilitando a sua marcação. O posicionamento deixa os jogadores tão distantes que acaba fazendo com que o Fred seja obrigado a sair de próximo da área pra vir buscar jogo. E devido a inoperabilidade do ataque, o time acaba passando mais tempo acuado defendendo no seu próprio campo (coisa que também aconteceu no jogo contra o Santos). Alguns jogadores saíram do jogo extenuados, mas mais por estarem correndo desnecessariamente. Conca foi um destes jogadores.

E o pior de tudo, foi ver que o técnico via o mesmo jogo que a torcida e não fez nada pra mudar o panorama do jogo. Tudo bem, todo técnico tem as suas convicções, mas ontem ficou notório que o time estava afundando e o Muricy afundava junto abraçado a sua convicção quanto àquele esquema.

Quando escalado no 4-4-2, o time se comporta de maneira muito diferente. Pela proximidade dos jogadores de meio de campo, permite que o Conca desempenhe melhor seu futebol, além de permitir um melhor aproveitamento dos laterais, já que há sempre um meia para fazer uma triangulação.

Espero que o Muricy abra os olhos. Nas últimas partidas usando o 3-5-2, o Fluminense não foi nada bem. Perdeu para o Ceará, ganhou do Santos e do Cruzeiro (vitórias conseguidas no detalhe, pois o resultado justo para estas partidas seria o empate). Com o 4-4-2, mesmo não conseguindo a vitória, o time ao menos se portava muito melhor do que vem se portando no 3-5-2.

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O 3-5-2 botafoguense anda igualmente na berlinda. Ao contrário do Tricolor, o time não consegue vencer. Como ainda assim defende-se, Joel deve entender que beira mais a derrota que a vitória. Na equação da defesa fraca, três zagueiros tentam fazer o papel de um.

Por Gaburah

Jogo chato no primeiro tempo, melhorou um pouco no segundo.

Nada me tira da cabeça que Joel só escala três zagueiros pra ver se somados valem UM. Dois gols sofridos forçaram o Natalino a partir pro ataque tirando Fahel e LF (apagado) para a entrada de Edno e Renato Cajá.

A substituição deu tanto resultado que o empate veio e agora me pergunto se não seria essa a formação ideal até o Mago e El Loco estarem em campo. O problema vai voltar ao início: a defesa.

Diz a lenda que o Botafogo negocia com dois zagueiros pra virem e assumirem as posições. No passo da diretoria, eu acredito – mas para o Estadual 2011.

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Dois gols, dois passes de Marcelo Cordeiro. Põe o Somália na direita e o Marcelo Mattos na cabeça-de-área. Já ajuda muito.

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Jobson começa a pegar ritmo. Vai dar trabalho pra Joel encaixá-lo no time. Expulsão vergonhosa. Deu uma pedalada, apanhou de DOIS jogadores do Palmeiras e foi expulso.

O OUTRO LADO DA MOEDA:

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O Gordinho sabe porque apanhou

July 22nd, 2010 por Victor | 23 Comentarios | Categorias: Campeonato Brasileiro 2010, Goiás, Observatório, Vitória

Rafael Moura deu mesmo um catiripapo bem dado no gordinho. Se não jogarem água-fria vai responder processo e o escambau. Mas e o Leão?

Aliás, no que eu vi, o Leão se impos ao gordinho e só. O gordinho que foi com o microfone na cara do técnico.

Depois, ainda foi para cima cheio de pose como um galo de rinha enquanto Leão se afastava.

Não sei porque Rafael Moura bateu, mas que o gordinho sabe porque apanhou, isso sabe.

Pela invasão de campo, Leão e comissão técnica do Goiás deveriam sofrer alguma suspensão. Definitivamente vai contra o regulamento, não tenho dúvidas

Equipes de jornalistas que teoricamente estão em campo para cobrir o evento e não para ser notícia, deveriam levar multa da CBF já que também invadiu o campo de jogo.

Na Copa do Mundo não tinha isso e ainda não me desliguei da competição. Mas pelo que lembro, pois era batido toda partida pelos repórteres Globo/SporTV, no Campeonato Brasileiro não podia mais entrar em campo. Mudou-se a recomendação para este?

Leão e Rafael Moura

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25 anos em 108 de Fluminense

July 21st, 2010 por Victor | 38 Comentarios | Categorias: Fluminense

Fluminense completou hoje 108 anos, do qual presenciei alguns. E se não me falha a memória, seguem meus melhores momentos mais marcantes, em ordem cronológica, sem me importar com o grau de importância deles para o clube em si. Alguns in loco, outros pela TV e alguns até por rádio.

A lista é simples. Não acompanharão maiores explicações e nem apelo à emoção. Quem não é tricolor não vai querer saber, quem é tem os seus momentos.

  1. Tri-Tricampeonato em 1985
  2. Vitória sobre o Vasco na prorrogação nas Quartas da Copa União de 1988
  3. Gol de Branco na Holanda na Copa de 1994
  4. Gol de Barriga de Renato Gaúcho em 1995
  5. Campeonato Brasileiro de 1995
  6. Fluminense 4×1 Santos na semifinal do Brasileiro de 1995
  7. Eliminação do Vasco em São Januário com grande jogada de Roger para gol de Agnaldo na Copa do Brasil 2000
  8. Campanha da 1ª fase da João Havelange 2000
  9. Fluminense 3×0 São Caetano no Maracanã nas Quartas do Brasileiro de 2002
  10. Finais contra o Volta Redonda no Estadual de 2005
  11. Copa do Brasil 2005
  12. Virada sobre o Santos em Volta Redonda no Brasileiro de 2005
  13. Enfartante gol de Washington contra o São Paulo na Libertadores 2008
  14. Três gols de Thiago Neves contra a LDU na final da Libertadores 2008
  15. Reta final do Brasileiro + Campanha internacional da Sulamericana 2009
  16. Inflamado Maracanã e final da Sulamericana 2009 contra LDU

Jogo entre reservas do Fluminense e reservas do Botafogo em 2008. Como vale...

Há piores momentos marcantes também, mas para esses existem outros 364 dias no ano para serem publicados.

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Como?

July 21st, 2010 por Serginho Valente | 25 Comentarios | Categorias: Vasco

“O presidente do Vasco, Roberto Dinamite, afirma que já pagou R$ 67 milhões em dívidas deixadas pela era Eurico Miranda. Por causa da dívida, desde sua posse, o clube vive sob aperto financeiro, com atrasos nos salários de funcionários e as cotas de patrocínio da Eletrobras bloqueadas por falta de pagamento de tributos federais.”

De Prima -Lancenet

Que bom! Só faltou perguntarem para ele como isso foi feito.

Com o programa de sócios? Pouco provável já que como diz a própria notícia, funcionários do clube estão sem receber. E, pelas poucas informações, está muito longe, muito mesmo, de render isso.

Com venda de jogadores? Coutinho, Alex Teixeira, Souza e AlanKardec? Será? Acho que juntos não chegam nem a R$30 milhões, sem contar que o Vasco gastou contratando outros jogadores.

Com dinheiro da TV? As cotas não foram todas adiantadas? E não há ainda dívidas sendo descontadas dela?

Eletrobrás, nem pensar, já que o clube não recebe, faz propaganda de graça, graças a suas dívidas que não foram pagas. A Penalty? Rendeu isso em pouco mais de um ano? Não dá…

Ou ele pagou R$ 67 milhões de um lado e fez outros R$ 67 milhões em outro? Ou, pra mim a hipótese mais provável, o Vasco nunca chegou a dever a quantia que foi anunciada anteriormente?

Enfim, publicar uma notícia dessas sem duas perguntas básicas, como e quais dívidas, é uma vergonha.

Roberto Dinamite dando entrevista

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10ª rodada do Brasileirão hierarquizada

July 21st, 2010 por Victor | 44 Comentarios | Categorias: Campeonato Brasileiro 2010

Segue lista dos jogos da 10ª rodada pela ordem de prioridade que deveriam ter em canais da mídia pontocorridista. Os canais que defendem regular entretenimento com justiça deveriam também zelar pela meritocracia na exposição em suas grades de programação, mesas redondas, sites e blogues.

Se você não vir Bugre x Vozão bombando no noticiário, desconfie. Saulo Kfoury acompanhará in loco se for necessário. Informação é o nosso escroque.

  1. Fluminense x Cruzeiro – 34 pontos
  2. Guarani x Ceará – 31 pontos
  3. Flamengo x Avaí – 29 pontos
  4. Atlético-GO x Corinthians – 25 pontos
  5. Vitória x Goiás – 23 pontos
  6. São Paulo x Prudente – 23 pontos
  7. Atlético-MG x Internacional – 22 pontos
  8. Palmeiras x Botafogo – 22 pontos
  9. Atlético-PR x Santos – 19 pontos
  10. Grêmio x Vasco – 18 pontos

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Abriram uma janela no frio. Vale dizer que na prática não muda muita coisa aqui no Purgatório. Na teoria, segue institucionalizado o desapego a um planejamento com escolha de datas óbvias e cumprimento de regras.

Feche-se a janela

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Salve a Transição

July 20th, 2010 por Serginho Valente | 23 Comentarios | Categorias: Futebol

Bruno Mazzeo hoje no O Globo, falando da transição da Copa para o Campeonato Brasileiro.

“Saem aqueles tapetes verdes e voltam os campos esburacados. O Maracanã, por exemplo, está tão feio que chego a crer que faz parte do tal do projeto “Asfalto Liso”…

Saem os uniformes lindos e lisos e voltam aqueles outdoors ambulantes. Quem é da minha idade talvez lembre da previsão feita num “Armação Ilimitada”, quando o menino Bacana jogava num time que trazia na camisa “Beba Splash”, “Coma Splesh”, “Fume Splush”. Uma previsão não tão imprevisível sobre o que nos aguardava. Hoje é o patrocinador maior, no ombro, nas costas, na manga, no short, na meia, na bunda, o Corinthians tem uma marca estampada até no sovaco.

Porém…ah, porém…o mais difícil é ter que se readaptar a ver jogos comentados pelo Raul Quadros.

Alguns comentaristas funcionam como um “replay falado”. Imaginem o diálogo: “Rodrigson, preparou, atiroooou…pra fora! E então, Fulano?” “Pois é, Beltrano, Rodrigson ajeitou e chutou com a perna direita, mas bola foi pra fora!” Se sua imaginação não tiver acompanhado, é fácil: liga num jogo transmitido pelo PFC que você vai ver a cena e ouvir com seus próprios ouvidos.

Para fazer a transição aos poucos, pulei o jogo do Vasco do meio de semana, acompanhei só o de sábado contra o Atlético Paranaense. E gostei de ver os moleques da nova geração. Johnattan (ou Jonathan, não sei a grafia que seus pais inventaram) principalmente. Mas também Rômulo e o já mais conhecido Allan. Uma safra muito boa vindo por aí que, se misturados com os experientes Carlos Alberto, Felipe e Zé Roberto, e lançados com carinho e cuidado no momento certo, sem queimações precipitadas, podem dar um bom caldo no futuro. Isso se não forem vendidos precocemente para o exterior. Coisa que, até o Raul Quadros sabe, deve acontecer.

Tenho evitado comentar aqui sobre o “caso Bruno” pois – como bem disse meu amigo e colega de humor e coluna Marcelo Adnet – o assunto não cabe às páginas de esportes, mas às policiais. De cara, um único comentário. Não faz muito tempo, o (ex)goleiro teve uma discussão pública com o então técnico interino Andrade e o humilhou como ele fosse um zé ninguém, um macarrão da vida. Pois bem. Tendo eu um respeito e admiração ímpar pela classe e elegância do craque dentro e fora de campo, passei a ter nojo do Bruno. Dá para se imaginar, então, o que eu sinto por ele agora, certo?

Falando nisso, quem viu a entrevista de Zico no Fantástico? Definitivamente, não se faz mais ídolos como antigamente.

A pergunta que não quer calar nesse pós-Copa. O que vão agora fazer os torcedores com suas vuvuzelas? Ok, não precisa responder.”

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Botafoguinho e Santosinho

July 19th, 2010 por Gaburah | 39 Comentarios | Categorias: Botafogo, Campeonato Brasileiro 2010, Fluminense, Guarani, Santos

Nem merecia post. Fica pelo registro histórico

Gaburah

Deixo os comentários de Botafogo X Guarani para o Saulo.
Nas palavras do rafael botafoguense, 2010 acabou.

Jobson SETE VEZES em posição de impedimento.
Nada mais a declarar.

Saulo

Nada podemos esperar de um time armado pelo Joel. Se trata de um profissional limitado e retranqueiro. Parece cansativo, mas o brasileirão não tem espaço para treinadores “tapa-buracos”. Ele se encaixa perfeitamente neste perfil. Está superado e parece estar fora da realidade do atual futebol: o esquema de três zagueiros está cada vez mais em desuso e os volantes brucutus estão em fase de extinção. Nunca as manchetes sul africanas serviram tão bem: O senhor “Ninguém”. Caso continue no Botafogo, as torcidas adversárias vão agradecer.

Como diria o eterno craque Gerson “canhotinha”: a culpa do impedimento é de quem lança.

Gaburah

Você viu outro jogo: dessa vez o Botafoguinho jogou com dois zagueiros (Fahel e Fábio Ferreira) e chegou a ter quatro atacantes em campo (Jobson, Edno, Herrera e Caio). Mais uma vez, LF sobrecarregado na criação – e em dia pouquíssimo inspirado.
Alguns torcedores já hostilizavam Joel. LF e Caio são vaiados sempre que encostam na bola… enfim, a três posições da zona de rebaixamento.
Isso com duas rodadas depois da Copa, o que talvez seja enganoso pois nem chegamos aos primeiros 25% do campeonato.
Só que nessa batida quando o Botafoguinho reagir, vai ser tarde demais. De novo.

*****

SE pegar Libertadores esse ano já é um baita lucro.
2010 acabou. Nem culpo o Joel não, ele faz o que pode. Culpo a lerdeza dessa diretoria que passa SEIS MESES negociando um jogador e não consegue trazer ninguém.

rafael botafoguense

gol anulado,penalti no jób, apodi era pra ser expulso…um time bisonho de irritante em campo.

me sinto tranquilo por não ter reclamado da copa. época em que futebol era diversão, e não tortura.

Alexandre N.

Juiz caseiro esse que apitou Santos x Fluminense. E ainda sou obrigado a ver o Dorival reclamando da arbitragem no final do jogo. O tal do Durval bateu o jogo inteiro. E só foi ganhar um cartão amarelo no meio do segundo tempo. E aquele cartão amarelo pro Diguinho no primeiro tempo foi vergonhoso. A falta no segundo tempo (que o juiz resolveu ignorar pra não sujar mais a atuação dele) merecia mais o cartão do que a do primeiro tempo. Sem contar que um jogador do Santos fez o mesmo tipo de falta logo após o lance do Diguinho e nem cartão recebeu.

O Muricy conseguiu dar um nó tático no time do Santos. Gum literalmente anulou o Inominável (que ainda conseguiu perder um gol feito em posição de impedimento não marcado pela arbitragem). A nota interessante foi a voadora a la De Jong (ou Van Bommel, não lembro agora) do Arouca no Diogo que mereceu, na visão do juiz, somente um cartão amarelo.

Douglas Bicuda FC

Dorival é um chorão de m*rda. Sempre foi. É só pegar o critério usado para aplicar os cartões entre os jogadores do Flu e do Santos. A verdade é que os palhacinhos da Vila estão acostumados a ser “protegidos” pela arbitragem. Neymar, o futuro Robben do futebol mundial. E o que dizer de Arouca emulando o pior do futebol holandês em 2010? O golpe de karatê merecia mais que um amarelo.

Robinson

O juiz foi caseiro às pampas. Foi sorte o Fluminense não ter ninguém expulso, ainda mais com Diguinho jogando os 90 minutos. O Marquinho é um dos jogadores que mais subiu de produção desde que o Muricy assumiu.

João Deiró

Assisti o 2º tempo do jogo e fiquei impressionado em como o Bobinho errou tudo e ninguém se atreveu a falar mal. O cara é inimputável?

Yuri

Por que Muricy Ramalho, mesmo jogando com um esquema tático CRETÁCEO, com 3 zagueiros, consegue dar nó em vários técnicos do Brasil?

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A Copa vista pelo retrovisor

July 19th, 2010 por Robinson | 21 Comentarios | Categorias: Copa 2010, Futebol

África do Sul: um novo país que ainda tenta se livrar de velhos problemas

Baixada a poeira do fim da Copa do Mundo, podemos olhar para trás e perceber melhor a grandeza de tudo aquilo que aconteceu no último mês.

Pela primeira vez na história, a Copa do Mundo desembarcou na África. Pela primeira vez um evento de escala global pisou naquele solo. Pela primeira vez, o mais esquecido dos continentes estava no centro das atenções de todo o planeta.

Durante o último mês, as notícias que vinham da porção de terra mais pobre da Terra não eram sobre o genocídio em Ruanda, a guerra civil de Angola, as ditaduras sanguinárias de Uganda e Zimbábue, a fome da Etiópia, os piratas da Somália, o dramático alastramento do HIV por toda a África negra ou o vergonhoso regime do apartheid da própria África do Sul. Fora alguns olhares preconceituosos que apostavam no fracasso do Mundial, o que se viu foi uma verdadeira festa de confraternização com todas as cores que simbolizam a cultura africana.

Desta vez, não era o USA for Africa a cantar com uma duvidosa piedade seu “We are the World“. Foi a Shakira – também saída do terceiro mundo, mas que faz todo o mundo desenvolvido babar por ela – quem entoou, acompanhada por tambores, que esta era a vez da África. Um convite para entrarmos em contato direto com as dores e as alegrias de um país, de vários povos e de todo o continente. E para vermos futebol.

A Jabulani, de tanta personalidade que tem, só faltava mesmo falar

A participação dos Bafana Bafana traduziu toda a trajetória de seu país. Mesmo que ainda não cantem juntos como Paul McCartney e Stevie Wonder em “Ebony and Ivory, os sul-africanos aprenderam as lições deixadas por Nelson Mandela e François Pienaar (leiam o livro, baixem e vejam o filme Invictus), mostrando que o esporte pode sim ser um fator de união para seu povo. Apesar de não terem ido muito longe, os Bafana superaram suas limitações. Embalados pelo inacreditavelmente maravilhoso e insuportável som das vuvuzelas, eles libertaram suas emoções ao marcar o primeiro gol – e o primeiro golaço – da Copa contra o México e ao lutar até o apito final pela sua classificação contra os combalidos azuis franceses.

A África também se orgulha da seleção de Gana, que igualou o resultado dos camaroneses em 1990 ao atingir as quartas, e que só foi eliminada porque os deuses – ou os demônios – do futebol resolveram dar uma pitada de drama à partida e uma “mãozinha” aos uruguaios.

Larissa e seus Riquelmes: self-marketing de enooormes proporções...

A ressurreição da Celeste Olímpica merece todo o destaque. O Uruguai é muito bem-vindo de volta ao futebol de alto nível, ainda mais por apresentar a grata surpresa – surpresa sim, porque apesar de ser um grande jogador, ninguém apostaria um tostão que ele jogaria o tanto que jogou – do bravo guerreiro Forlán. Outro sul-americano a reescrever sua história foi o Paraguai. Se não foi dessa vez que a Copa do Mundo conheceu o talento de Salvador Cabañas, os paraguaios compensaram ao mostrar ao mundo os todos os talentos de Larissa Riquelme.

A seleção da Alemanha rompeu com dois paradigmas de uma vez só. Um time cujo futebol é marcado pelo pragmatismo e classificado como “científico” foi protagonizou os momentos mais lúdicos da competição. E apesar de ser um país visto tradicionalmente como avesso a estrangeiros, apresentou uma nova geração de jovens talentosos e recheada de sobrenomes pouco ou nada germânicos, naturalizados ou filhos de imigrantes, uma representação do reconhecimento de sua própria multiculturalidade. Por sua vez, os Estados Unidos, mais afeitos ao basquete, ao beisebol e a um xará do nosso futebol, sentiram o gostinho que soccer pode proporcionar como nenhum outro esporte.

Os All Whites saíram da longínqua Nova Zelândia, terra onde reina o rugby, para sua segunda participação em um mundial. O roteiro até parece uma versão futebolística de “Jamaica abaixo de zero”, porém o time do goleiro Paston (sonho de consumo de alguns torcedores tricolores…) obteve seus três primeiros empates am Copas do Mundo e voltou para casa invicta. Entraram assim para a história como o Ameriquinha da Copa da 2010. Sem a Nova Zelândia, os esquisitões da Eslovênia herdaram parte dessa simpatia coletiva e avançaram à segunda fase nos seus uniformes à la Charlie Brown.

Destoando da empatia pública, o Stone Mick Jagger fez o papel de serial eliminator, tendo importância cientificamente comprovada nas desclassificações da Inglaterra, dos Estados Unidos e do Brasil. Dizem as más línguas que ele torceu para a Argentina também…

Outros personagens surgiram, como simpático polvo Paul, alheio a tudo que acontecia do lado de fora do seu aquário. Por muito pouco o pobre não foi parar em uma panela pelo simples crime de sucumbir à sua gula e ir buscar seu petisco, este que só podia ser alguma sacanagem do seu tratador, estava vindo dentro de caixas chatíssimas de se abrir. Menos mal que ele tornou-se o molusco favorito em toda a Espanha.

O que dizer então da campeã Espanha? Uma seleção que lutou contra seu estigma de eterna coadjuvante nas Copas, a despeito de suas várias gerações de jogadores talentosos, e que no final, conseguiu a proeza de unir catalães, bascos e madrilenhos em uma mesma vibração, sob a mesma bandeira, esquecendo pelo menos por alguns momentos de todas as diferenças.

Espontâneo e inesperado: assim é o amor

Além disso, houve beleza na redenção de Iker Casillas. O goleiraço, que seria execrado em caso de fracasso pela imprensa marrom espanhola por “perder a concentração pela proximidade de sua namorada-repórter”, levou apenas dois míseros gols em todo mundial e foi um dos grandes responsáveis por tirar a Fúria de uma fila que parecia eterna. O beijo em sua musa-entrevistadora foi ao mesmo tempo demonstração de carinho e tapa com luvas de pelica naqueles tolos que pensam que o amor atrapalha o homem. Ao contrário, o amor está sempre na moda.

Mesmo sem ter nada contra os nossos hermanos argentinos, foi melhor assim. Muito melhor do que ver o Maradona pelado.

Tivemos o privilégio de assistir a uma Copa em que a estrela principal deixou de se chamar bola; ela se chamou Jabulani, que muito convenientemente, significa “celebrar” no dialeto zulu. Presenciamos mais uma vez o esporte como a encarnação do que o ser humano tem de melhor, em todos os ângulos, câmeras, imagens em super-slow. Por cada grito de vitória, por cada choro, por cada dança de comemoração e por cada olhar perdido na derrota, bendita seja a celebração do futebol.

E bendita seja a África. O continente é o berço da humanidade e merece entrar de vez no nosso mapa-mundi, não apenas como cenário de safáris e fornecedor de diamantes de sangue. A África é a morada de gente que ri, chora e sente como nós, mas que sofre de privações das quais não temos a menor ideia, tantos foram os séculos de exploração e de abandono a que foram submetidos. Que a partir de agora, aprendamos a enxergar a África como uma parte  do nosso mundo e de nós mesmos.

Paul agora quer férias no Caribe e só pretende voltar a trabalhar em 2014. Nenhum polvo foi prejudicado durante a produção deste post.

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Processem Patricia Amorim

July 17th, 2010 por Victor | 102 Comentarios | Categorias: Flamengo

Eu sou um cara que não procuro as notícias sobre dirigentes ou coisas internas de clube. Se há meses venho dizendo que essa nova diretoria do Flamengo transborda incompetência é porque isso salta aos olhos. Direto na cabacice da Patricia Amorim:

Aqui, o Bruno não joga mais. Não dá. Desgastou demais a marca e a imagem do clube. E sua postura é inaceitável. Sempre teve reações intempestivas, assumiu a posição de capitão como se pudesse mandar em todos, como se fosse o dono da verdade. Havia um descontrole sim. Xingava, chutava até a garrafinha do isotônico. Enquanto o Léo Moura saía do campo chorando e outro jogador saía de cabeça baixa, ele saía chutando muito o portão no vestiário.

Atentem que a descrição do comportamento de Bruno não é feito por um setorista de jornal que acompanha os treinos, um obscuro funcionário do clube, ou mesmo um ex-treinador que perdeu uma guerra de braços com um medalhão do time. A descrição é feita pela Presidenta do Clube de Regatas do Flamengo. Qualquer desses funcionário citados não teria o que fazer ou estaria de mãos atadas, exceção feita à presidenta do clube.

Há quem alegue em defesa do Flamengo que o caso Eliza Samúdio é extemporâneo. Uma fatalidade que ocorreu envolvendo um atleta do Flamengo como poderia ocorrer com um atleta de qualquer clube e mesmo com funcionário de qualquer empresa. E não há como se negar que a proporção que o Caso chegou é inimaginável. Todavia, o comportamento da corja que o Flamengo abrigava era notório e, pela entrevista da presidenta, avaliado da mesma maneira internamente.

Não apenas o comportamento era avaliado da mesma maneira internamente, como a causa do mesmo era diagnosticada

Eu herdei uma situação em que alguns jogadores gozavam de regalias ou privilégios. Não gostava disso, mas, com o título brasileiro, este ano, eu não tinha como mexer em nada, nem na base do time nem na comissão técnica. Era como mexer num vespeiro. Existia um sentimento geral que me incomodava muito, do tipo: “Ah, na hora do jogo esses aí decidem.”

A Presidenta Patricia Amorim deveria ter retirado sua candidatura ou renunciado ao cargo. Como diabos um administrador não tem como mexer no que avalia errado se esta é exatamente a prerrogativa do cargo?

A última oração da citação de Patricia Amorim cai muito bem em uma conversa de bar entre torcedores ou na comunidade do time no Orkut. Mas, Puta Que Pariu, esta declaração veio da porra da Presidenta do clube CA-RA-LÊ-ÔH. Como citado no primeiro parágrafo, não foi nem mesmo necessário acompanhar de perto o noticiário para entender o desmando em que o Flamengo se encontrava (encontra?).

Uma tal comissão de notáveis foi contratada para enfeitar o pavão dando alguma credibilidade as decisões do Flamengo no caso. Comissão de notáveis é meu ovo esquerdo com cãibra. No dia 7 de julho, Sidney Resende e Gilmar Ferreira em seus blogues alertavam para o desgaste de imagem que o caso de Bruno trazia correlacionando com demais desmandos ocorridos com atletas do clube como por exemplo, o caso das interações de Adriano e Vagner Love com criminosos nas favelas do Rio de Janeiro.

No dia 8 de julho pela manhã, Serginho Valente foi além dos colunistas citados corroborando com os mesmos e sugerindo a ação que a diretoria do Flamengo deveria ter tomado de imediato: rescisão unilateral do contrato do goleiro sem medo das consequências enviando desta forma, de imediato, à sociedade o completo repúdio do clube as ações criminosas que envolviam um atleta a ele ligado.

André Bona mostrou outra visão lembrando o papel social de um clube, definido inclusive por estatuto:

Eu acho que o Urubu deveria ter tomado uma postura diferente nesse caso. O que acho impróprio, como sempre no Urubu, é ficar em cima do muro esperando o lado mais conveniente para cair. Se não iriam punir o cara, que o abraçassem e dessem apoio. Não apoio no sentido de tentar inocentá-lo. Mas efetivamente de apoiar o ser humano: “Tá bom, meu filho você errou feio. Você vai pagar por isso. Vai ser duro. terá nosso apoio moral para passar por isso. Mas vai pagar pelo seu erro.”

As opções de atuação devem estar na cabeça do administrador. Seguir o caminho preconizado por Serginho ou de André Bona é mais uma questão de postura e posicionamento do que propriamente de certo ou errado. Posicionamento era o mínimo que se exigiria da Presidenta do Flamengo ao pipocar o caso. Posicionamento que renderam dividendos políticos, por exmplo, a Rudolph Giuliani à frente do ataque terrorista ao World Trade Center, e recentemente em um caso tupiniquim, a Eduardo Paes mostrando a cara na situação de calamidade em que Rio de Janeiro e especialmente cidades vizinhas como Niterói e São Gonçalo passaram.

Isto, claro, era o mínimo que se esperava. Porque o que efetivamente se esperava da Presidenta do Flamengo como exposto acima, por ela inclusive, era que se estancasse de imediato à sua posse todos os problemas notórios do clube. Para não deixar genérico, ainda que não seja o foco deste artigo, seguem as ações que deveriam ser tomadas à época:

  1. Demissão da diretoria não-alinhada com a nova gestão, independente dos bons resultados desportivos anteriores. Se Marcos Braz era um desses, que saísse.
  2. Não renovação do contrato de Andrade. Nem desgaste político haveria, pois a oportunidade foi dada ainda em Dezembro de 2009.
  3. Buscar negociar ao mesmo tempo que controlasse jogadores desordeiros que comprometiam e poderiam comprometer ainda mais a imagem do clube.
  4. Alçar Petkovic como garoto-propaganda maior do clube por ser o atleta a apresentar risco zero à imagem da instituição, além de ser o ídolo efetivamente mais identificado com o que qualquer clube decente deveria pretendir como exemplo.

Não é necessário ir além na descrição de situações menores mas que certamente minam o ambiente como a molecada nua na concentração sendo tratado como algo corriqueiro.

Indo totalmente de encontro à tese defendida por André Bona, o Flamengo de Patricia Amorim que já faz um papel Orwelliano com o ex-ídolo estuda processar o goleiro por danos morais e materiais à instituição Clube de Regatas do Flamengo. Quer dizer, estuda é forma de dizer, porque embora a transcrição da entrevista aparente definições, o vídeo mostra Patricia Amorim tergivesando e indicando claramente que com a tal comissão de notáveis não decidiu picas. Necas de Pitibiribas.

Levantaram mil hipóteses e nada de um parecer conclusivo. Essa é uma forma de contar lorota sem mentir, de fugir da responsabilidade e empurrar com a barriga.

Não me surpreenderá em nada que o nome de Petkovic seja bombardeado nas transmissões TV à fora. A transcrição da entrevista pela Época, somente agora que o caso esfria, cheira a Chapa Branca. Não me parece que a saída do clube para desatar o nó será jurídica ou estrutural, mas midiática. Esquecimento costuma funcionar muito bem e dar resultados de curto e médio prazo. No longo prazo, culpa-se o destino ou um passado distante e desconexo (leiam a merda da entrevista, que Patricia conseguiu citar Romário e Edmundo como influências negativas para essa corja… como se Bruno e Vagner Love tivessem sido formado na Gávea, e como se comer um monte de mulher fosse o fim do Mundo)

Brüno

Patricia Amorim cogita a hipótese de processar Bruno por danos morais e materiais como mostrado no vídeo. De certo alguém levantou essa hipótese e a presidenta acabou soltando como caso extremo. Seria curioso este processo pelo caso Eliza Samúdio, caso em que definitivamente não há associação direta com o fato dele ser do Flamengo, ao contrário dos casos em que ele agrediu Andrade verbalmente, em que pronunciou-se estupidamente e publicamente sobre agressão à mulheres e quando se indispôs em diversas ocasiões contra a própria torcida, sendo ele capitão do time.

Patricia Amorim, que ao menos no que a transcrição da entrevista tenta passar, mostra ter posicionamento. Contudo, não sabe aplicá-lo e com a série de erros e desmandos prejudica sobremaneira e constantemente a imagem do Flamengo, especialmente pelo cargo que ocupa. Sócios do clube não deveriam mais se preocupar com o Bruno. Com ele, já decidiram o que fazer ainda que tardiamente. O problema está ainda na Gávea. Processem Patricia Amorim.

1984

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