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Archive for the ‘Musas’ Category

08/03 – Dia Internacional da Mulher

March 8th, 2010 | 34 Comments | Filed in Musas

Hoje é 08/03, Dia Internacional da Mulher. Para o time do Blá Blá Gol, todo dia é dia da Mulher. E de Mulher, com especial nota para a SEXta-feira.

Fiquem a vontade para, nesse post, homenagearem, endeusarem, mimarem e agradecerem às musas da vida dos senhores.

Carolina Dieckmann. Musa recorrente em post's do Gigante da Colina

Carolina Dieckmann. Musa recorrente em post's do Mais Querido

Como a única mulher que manda em mim, atualmente, é minha mãe, fica o beijo e o parabéns para ela.

Suzana Werner. Participante da Garra Norueguesa? Merece

Suzana Werner. Participante da Garra Norueguesa? Merece.

Mas, no dia da Mulher, eu faço uma homenagem também aos homens com imagens de musas que há muito compõem o imaginário dos blablagolianos.

Isinbayeva. Musa de todas as horas!

Isinbayeva. Musa de todas as horas!

 Enfim, um parabéns para as blablagolianas. Hoje o dia é de vocês. Xinguem-nos à vontade.

Atendendo a pedidos: Kournikova

Atendendo a pedidos: Kournikova

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Grupos da Copa do Mundo: versão Sexta-Feira

March 5th, 2010 | 1 Comment | Filed in Copa 2010, Musas

Empolgado com a versão didática, Metanol, que ficará famoso no Brasil inteiro se Deus (ou o cara do Fantástico) quiser enviou os Grupos da Copa do Mundo na versão de Sexta-Feira.

Por Metanol

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Veríssimo, Vasco e Baranska

March 4th, 2010 | 14 Comments | Filed in Futebol, Musas, Vasco

Saudade de um cérebro

Veríssimo

Ausência na seleção?

São 11 de cada lado, mas esta é a única semelhança do “football” americano com o futebol de verdade. A bola deles é oval (mais ou menos) e só é chutada com o pé em ocasiões especiais. Por sinal, antes que reclamem: “chutada com o pé” não é redundância, no basquete se chuta a bola com as mãos.

Mas no “football” existe uma figura que desperta uma certa inveja nostálgica, principalmente em quem conheceu o futebol que se jogava aqui antigamente. É o “quarterback”, aquele cara que tira a bola ? metaforicamente ? da bunda do cara agachado à sua frente e a entrega para um corredor carregá-la ou a passa para alguém mais à frente, conforme o combinado.

O “quarterback” é o aristocrata do “football”. É ele que decide, orientado pelo técnico ou por sua própria iniciativa, a estratégia a ser tentada. Todo o resto do time existe para protegê-lo enquanto ele arquiteta a jogada, abrir caminho para os corredores que ele municia ou lhe dar tempo para escolher quem receberá seu passe.

Às vezes, na falta de outra opção, ele mesmo tem que carregar a bola, e então, como acontece com qualquer nobre no meio da plebe, ele não fica em pé por muito tempo. É o líder intelectual do time.

Uma das evidências apontadas do avanço social dos negros nos Estados Unidos é a nova presença negra em esportes como o golfe e o tênis, e na posição de “quarterbacks” no “football”, antes exclusiva de brancos. Até há pouco tempo era mais fácil imaginar um negro na presidência da República americana do que um negro como “quarterback” num grande time.

Chegou e existir algo equivalente ao “quarterback” do “football” no futebol. Com um pouco de boa vontade, ou com um pouco da imaginação mágica que vem com a idade, pode-se dizer que certos jogadores de antigamente comandavam seus times com a mesma imposição de um “quarterback”. Quase sempre ocupavam a posição cujo nome já lhes situava no centro administrativo do campo, a de “centro médio”, mas onde quer que estivessem estava o cérebro do time.

O último “centro médio” clássico do futebol brasileiro talvez tenha sido o Falcão, mas a linhagem é antiga, passa por Didi e outras legendas. E está extinta. Não existem mais “centromédios”, nem com outro nome. E quando foi a última vez que você viu um jogador ser descrito como “o cérebro do time”?

Talvez seja melhor assim. Nada de aristocratas, todo o mundo criando e pegando juntos. Dois, três, vários gilbertos silva. Mas olhando esta seleção, confesso que sinto falta de um estrategista obsoleto, de um gênio com data vencida, de um cérebro de ferro-velho, de qualquer coisa, por antiquada que seja, que lembre um pensador.

*****

Está difícil de continuar acreditando…

Patrocínio desconfortável?

Marcos Blanco, diretor de marketing do Vasco:

“O motivo da saída do Habib’s, além de uma decisão do departamento jurídico, é que nós não nos sentiríamos confortáveis de negociar uma propriedade com eles ali. Isso seria ruim para o parceiro antigo, para o parceiro novo e para o Vasco. Achamos que seria melhor comunicar ao mercado de uma forma mais profissional. Nunca nem oferecemos essa cota para uma empresa do segmento de alimentos, até por uma questão de ética“.

Romperam um contrato que terminaria em dois meses depois de permanecerem “desconfortáveis” com ele durante dois anos?

Romper um contrato é comunicar ao mercado de forma profissional?

Qual o problema ético em se negociar com outra empresa do segmento de alimentos?

Sinceramente, desanimador.

*****

EU AMO A POLÔNIA! E o time mais espetacular do mundo é a seleção polonesa de vôlei feminino, como comprova sua Baranska.

Parceira da querida Kassia.

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Afinal, hoje é SEXta-Feira…Esquentando pro Carnaval!

February 5th, 2010 | 7 Comments | Filed in Musas
Nada a ver com esporte. Mas por que só esporte?

O carnaval baiano mostra o que ele tem de melhor

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Rasgadinha Campeã do Mundo – Grandes Momentos do Esporte

January 23rd, 2010 | 1 Comment | Filed in Humor, Musas, Olímpicos

Gillian Cooke, escocesa, é uma das maiores atletas do mundo no bobsled, aquele esporte do filme “Jamaica abaixo de zero”.  Ela  foi, por exemplo, campeã mundial no ano passado no bobsled duplo ao lado de Nicole Minichiello.

Pois bem, no último domingo quando se preparava para mais uma descida alucinante na pista, durante a disputa da sétima etapa da Copa do Mundo de Bobsled, em St. Moritz, na Suíça, Gillian deixou o Cooke de fora.

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Bikini’s challenge

January 22nd, 2010 | 2 Comments | Filed in Musas

O livro dos recordes Guinness Book não tem só besteira.

Já há algum tempo rola uma disputa de fotografias com a maior quantidade de mulheres de biquíni. O Estadão deu cobertura na Austrália em 2007.

Mais imagens do recorde com as 1.010 australianas aqui.

A grande notícia é que amanhã, no embalo da Copa no Brasil em 2014, o fotógrafo Tchello Caramori quer bater o recorde de Sydney em Cuiabá, uma das cidades-sede. A ideia é conseguir juntar 2.014 mulheres de biquíni no principal estádio da cidade. A sessão está marcada para 14:30.

O Blá Blá Gol apoia esse desafio e espera que a disputa se estenda país afora. Inclusive no Rio de Janeiro, onde transformaremos nossos postos de observação de frente para o mar em vestiário improvisado para permitir que cada mulher vista seu biquíni. Grande sacada!

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Palmeiras 2009: Muita promessa pra um fim amargo

December 28th, 2009 | 9 Comments | Filed in Campeonato Brasileiro 2009, Libertadores 2009, Musas, Palmeiras

Preguiçosos que só, pedimos a alguns torcedores para escreverem sobre o ano de seus times e uma pincelada para 2010. Anselmo, palmeirense e futepoquense  atendeu-nos ao que diz respeito ao Palmeiras como forma de expiar 2009, mandando inclusive o portfólio de imagens para ilustrar o post.

Por Anselmo – Futepoca

O ano começou com altas expectativas. Reforços haviam se somado aos atletas que permaneceram. Havia um meia marcador que começou marcando gols como um artilheiro. Havia um artilheiro que se mostrou goleador, como se deve. Até reservas funcionavam bem, enquanto o time se revezava entre o estadual e a Libertadores da América.

Enquanto a torcida chiava pela saída de Kléber, o único atleta que havia jogado futebol nas partidas finais de 2008, quando o time não resistiu à corrida pelo caneco, a Traffic trazia reforços. A diretoria ainda anunciava para abril o início das obras de uma arena multiuso, para abrigar o ludopédio alviverde, mas também shows e outras fontes de receita para o clube.

Lançãmento do uniforme que o palmeirense gostaria de ver

Lançamento do uniforme que o palmeirense gostaria de ver (na Galisteu, esclareça-se)

Depois, vieram oscilações. A eliminação na semifinal do Paulistão, a classificação na primeira fase do Continental só na última rodada da fase de grupos, as oitavas para eliminar o Sport de Recife – então temido, mas que depois desceria em queda livre até o rebaixamento no Brasileirão – e ceder diante do Nacional do Uruguai.

O Brasileirão tornava-se uma esperança e uma provável última chance para o então treinador Vanderlei Luxemburgo. O medalhão estava em sua segunda temporada no clube, tinha elegido os reforços e as despensas, respondia pelo planejamento.

As obras da Arena Palestra Itália não começaram. E a janela europeia de junho a agosto ameaçava minar a campanha que não sabia se ia ou se ficava no Nacional. Keirrison queria ir para o Barcelona. O empresário armou a proposta, ele foi embora, deixando um rastro de turbulência no Verdão.

É que Luxemburgo, achando que poderia mandar prender e mandar soltar em domínios verde-e-brancos declarou que o camisa nove não atuaria mais sob seu comando antes ainda de definida a transação. Arriscou mais do que deveria, porque seu ibope estava em baixa por alguns erros de escalação e outras doses, menores, de ziguezira.

Veio a diretoria com pose de gente séria: quem manda aqui é quem manda aqui. Técnico na rua por quebra de hierarquia em uma decisão que, para muitos, camuflou apenas a vontade danada de Luiz Gonzaga Belluzzo e companhia de um retumbante pé na bunda do treinador falastrão.

De um lado, o episódio mostrava que a diretoria não tinha tanto controle assim sobre o que acontecia. Mas para mostrar que o caso Keirrison era exceção e garantir que nenhum outro atleta seria negociado foi preciso dar aumento de salário para quem teve proposta, incluindo Pierre e Cleiton Xavier. Os dois se contundiriam na reta final, prejudicando os planos da diretoria.

Para substituir o camisa 9 que não vinha tão bem como no início da temporada, ninguém veio. Apenas Obina do Flamengo, corrido do rubro-negro, onde Cuca não o queria, teria de ocupar o espaço. Fora de forma e sem credibilidade, foi respaldado pelo presidente do clube e pelo então treinador, mas só apareceria com destaque pouco depois.

Luxemburgo

Questo lavoro è qui, figlio mio

O auxiliar técnico Jorginho assumiu e vieram cinco rodadas rumo à liderança. Com um improvável aproveitamento de quase 100% para um time que apresentava momentos de apatia extremada e sem explicação até ali. Todos eram aplicação. O ritmo só melhorava e parecia que ninguém poderia parar aquela equipe.

Quando Jorginho parecia ser o cara, quando até o presidente Belluzzo já tinha desistido da contratação de Muricy Ramalho, recém-demitido do São Paulo, o técnico tricampeão brasileiro foi anunciado. Da beira da crise à liderança, com Obina artilheiro: um feito de colocar no currículo do treinador, ex-ponta direita da Portuguesa e do Palmeiras.

O alviverde ainda se manteria na liderança por muitas rodadas, mas o treinador não conseguiu implantar seu sistema de jogo defensivo com poucas porém eficazes variações táticas. Também não conseguiu manter nada da aplicação tática e técnica da fase inter-medalhões.

Rachas no elenco foram transformando as rodadas finais em um período de queda livre, dando espaço para Flamengo, Internacional, São Paulo e Cruzeiro passarem lotados, rumo às primeiras posições. Ainda teve Obina brigando com Maurício, a vinda tumultuada de Vagner Love – da chegada como heroi à briga com torcedores – e Diego Souza, o nome do time na competição, parando de jogar bem.

Desesperador, desagradável, chato. Fora da Libertadores, se contentar com a Copa do Brasil e a Sul-Americana é motivo para não querer falar de futebol por algum tempo. Mas a gente continua falando, só de marra, nem que seja para curtir o sabor amargo dos últimos meses.

A torcida do Palmeiras e o que ela tem de melhor

A torcida do Palmeiras e o que ela tem de melhor

Demais Balanços de 2009:

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Feliz Natal!

December 23rd, 2009 | 13 Comments | Filed in Futebol, Musas

Feliz natal, cambada! Sem mais, só nos restam as belas imagens para FLOREAR esse final de ano:

Mamãe-noel? Ou diabinha?

Mamãe-noel? Ou diabinha?

Jogador de futebol? Porra nenhuma! O negócio é GOLFE!

Jogador de futebol? Porra nenhuma! O negócio é GOLFE!

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Corinthians 2009: Arrumando a casa para 2010

December 22nd, 2009 | 21 Comments | Filed in Campeonato Brasileiro 2009, Corinthians, Musas

Preguiçosos que só, pedimos a alguns torcedores para escreverem sobre o ano de seus times e uma pincelada para 2010. Nicolau, corinthiano e futepoquense  atendeu-nos ao que diz respeito ao Corinthians, ainda que nos delegasse poderes na edição de imagem da torcida corinthiana, mandou o caminho das pedras.

Por Nicolau – Futepoca

Corinthians 2010: Controle emocional

Acabou mais um ano futebolístico brasileiro e os corintianos estão ainda meio que decepcionados com o desempenho do time. Dizem que dava pra ganhar o Brasileiro, que foi fácil, que o desmanche prejudicou, que a diretoria jogou a toalha cedo demais… Tudo isso pode ser verdade em relação ao Nacional, mas devo dizer que não estou nada insatisfeito com 2009.

Chora Colorado

Chora Colorado

Questão de expectativa, talvez. Em 2008, lembro de gente reclamando da quinta colocação no Paulista alcançada pelo time do então estreante técnico Mano Menezes e do vice da Copa do Brasil. Ora, em 2007, o Timão tinha feito papel muito pior no campeonato estadual, terminando numa vexatória nona colocação. E sobre a Copa do Brasil, quem diabos imaginava que o time pudesse sequer chegar na final? O que eu queria de 2008 era voltar para a Série A e resgatar um pouco da auto-estima destroçada. Disputar uma final foi bônus.

Em 2009, o time estava montado, mas sofria a desconfiança de ter jogado apenas a Segundona. A contratação de Ronaldo foi uma bomba, mas poucos eram os que botavam fé que o cara fosse fazer a diferença que fez. Eu esperava o seguinte desse ano que ora acaba: ganhar um campeonato (podia ser o Paulista) e conquistar a vaga para a Libertadores. Se tivéssemos feito só isso eu estaria satisfeito. Levamos logo dois títulos na bagagem, um invicto e outro ganhando do Inter, então aclamado melhor time do Brasil.

E o time do centenário?

O elenco que está sendo montado parece ser bom, entre os melhores do Brasil. Percebam que eu disse elenco, não time, já que os onze titulares ainda precisam ser definidos. Ou seja, se vai dar certo em campo, são outros quinhentos, mas considero que a diretoria achou boas opções.

As contratações de Iarley, Danilo e Tcheco qualificam bastante as opções do time do meio pra frente. Os três se juntam a Jorge Henrique, Dentinho, Ronaldo e os também novos Defederico e Edno. Quem tem tantos bons nomes na armação e ataque?

Também desembarca no Parque São Jorge o volante Ralph, que eu não vi jogar, mas dizem que foi bem pelo Barueri. Ele disputará com Elias, Edu, Marcelo Mattos e Jucilei uma posição que já era razoavelmente bem servida.

Mas o nome mais badalado veio para a lateral-esquerda, naquela que foi definida por Andrés Sanches como a grande contratação do futebol brasileiro: o lateral Roberto Carlos. Por mim, seja bem vindo. Não tenho nem idéia de como ele está atuando, mas parece que estava em atividade na Turquia e chega para jogar. Das opções possíveis, me parece uma boa. Além disso, tem as questões fora de campo. O cara tem bastante moral e fama por aí, deve vender uma boa quantidade de camisas.

A diretoria diz que ainda quer um zagueiro e um lateral-direito. Será um belo elenco. Engraçado que vi corintianos reclamando que “vai dar briga de ego”, que montar time de “medalhões” não dá certo. Ora, quem quer disputar várias competições no ano, e pra ganhar, tem que se acostumar com a idéia de que bons jogadores ficarão no banco – e os atletas também têm que aceitar essa condição. Nesse sentido, as escolhas foram até interessantes, pois não me lembro de nenhum desses caras arranjando encrenca desse tipo (fora Roberto Carlos, mas ele deve mesmo ser titular).

Resta saber como Mano Menezes vai montar o time. Mantendo-se o 4-2-3-1, entendo que Tcheco e Danilo disputam a vaga como meia centralizado, Marcelo Mattos e Ralph para assumir a de primeiro volante, Edu e Elias se revezam como o volante que sai para o jogo.

Peso ao time. No mau e no bom sentidos

Peso ao time. No mau e no bom sentidos

No ataque, Ronaldo centralizado é certeza. Iarley deve ser o substituto do Gordo, mas quando este jogar, o ex-goiano briga por uma das pontas com Defederico, que jogou muito bem no final do Brasileirão. Jorge Henrique deve continuar titular por sua impressionante consciência tática. Dentinho e Edno ficam no banco – o que quer dizer provavelmente que jogarão bastante o Paulistão.

O time titular, a meu ver, deverá ser: Felipe; Alessandro, Chicão, William e Roberto Carlos; Marcelo Mattos, Elias e Danilo; Jorge Henrique, Defederico e Ronaldo. Mas há quem diga que Iarley será titular no lugar do argentino. Também tem quem diga que o time vai de 4-4-2, com Danilo e Tcheco armando e Ronaldo e JH (ou Iarley) no ataque. Ou seja, muitos bons problemas para Mano resolver na montagem do ataque.

A defesa segue boa, mas com opções reduzidas. Rezemos para que Chicão e William se mantenham inteiros.

Pressão e visão de longo prazo

Para 2010, as apostas aumentam. O pessoal está babando pelo título da Libertadores, o que é um risco. Aumenta a pressão em cima dos jogadores e comissão técnica e cria condições para papeis lamentáveis como em 2003 e 2006. Se dá merda e o time não ganha, vai ter gente pedindo a cabeça do técnico, do presidente, do roupeiro, periga ter invasão de vestiário, agressão a jogador…

Tudo isso seria, na minha opinião, uma grande besteira. A questão é bastante simples pra mim: não se pode jogar fora todo um trabalho por conta de um torneio. O projeto corintiano tem que ser consolidar um time forte, criar uma estrutura bem montada e disputar os primeiros lugares do Brasileiro e a Libertadores todo ano. Pra isso, dentro de campo, é positivo manter um elenco com poucas variações durante alguns anos e o trabalho de um mesmo técnico.

O Chelsea em 2004 montou um dos times mais caros do mundo. Até agora, ganhou dois campeonatos ingleses e mais nada. Tomou sucessivos nabos na Liga dos Campeões. Mas disputou todas, mantendo a receita em alta e se consolidou como um dos times mais temidos do mundo.

Esse deve ser o objetivo do Corinthians: estar sempre nas cabeças. Não adianta nada ganhar um Brasileiro como o de 2005 para ser rebaixado em 2007. Enfim, é preciso ter calma. Mas minhas expectativas para esse ano são bem positivas: solto rojão se ganharmos um dos dois campeonatos; mas, se não der, não considerarei um ano perdido se estivermos na Libertadores de novo em 2011.

A torcida do Corinthians e o que ela tem de melhor

A torcida do Corinthians e o que ela tem de melhor

Demais Balanços de 2009:

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Pré SEXta-Feira

December 17th, 2009 | 5 Comments | Filed in Musas, Nado Sincronizado

Porque fim-de-semana bom começa na quinta-feira:

Nado sincronizado na piscina lá de casa!

Nado sincronizado na piscina lá de casa!

O resto das musas, você confere aqui.

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Aproveito e lanço a campanha: BIA E BRANCA FERES PARA MUSAS EMBAIXADORAS DO BLÁ BLÁ GOL!

Se quiserem, posso fazer as entrevistas e informar sobre o honorável título.

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