Home   Open-Bar   Trollagem   Bolão   Mercado da Bola   Copa do Brasil   Seleção   NFL   Contato  

Posts Tagged ‘Vagner Love’

Da série: Imagem que vale mais do que mil palavras.

March 13th, 2012 | 68 Comments | Filed in Flamengo

Circulando por aí nas redes sociais:

Você pode receber nossos artigos de graça pelo seu e-mail. Apenas inscreva-se pela caixa abaixo.

Botafogo 2X2 framengo – em diversos pontos de vista

March 22nd, 2010 | 9 Comments | Filed in Botafogo, Campeonato Carioca 2010, Flamengo

Rapaziada, não tive tempo nenhum pra fazer um post sobre o jogo.

Pra não perder os comentários do Open-bar, vou compilá-los aqui.

*****

O ponto de vista rubronegro:

Bender

Jogo de ontem (já que Gaburah não fez post)
Apesar da emoção e disputa, jogo fraco tecnicamente, cheio de passes errados.
Kleberson melhorou em relação ao último jogo no Chile (mas isso não é mérito), porém Vagner Love não melhorou. Colocou um voleio na trave e mais nada.

Alvi-negros tentam me convencer que Lúcio Flávio foi muito bem no jogo. Se aquilo lá é uma grande apresentação do meia botafoguense, então o time está em maus lençóis. Herrera brigador e artilheiro. Mandou bem. Caio é jogador de 2º tempo?

Adriano continua mal. Como nos 3 últimos jogos (Vasco-UniversidadeChile-Botafogo) e fez 3 gols nesses. Assim é o Imperador. Ainda precisar entrar em forma e cagar, CAGAR solenemente, para os retardados que publicam seus pontos na carteira de motorista.

Victor reply on March 22nd, 2010 19:01:

Para os que publicam sua associação com chefes do crime organizado do Rio de Janeiro, o que deve Adriano deve fazer?

rafael botafoguense reply on March 22nd, 2010 19:17:

escrever na camisa uma mensagem.

Bender reply on March 22nd, 2010 19:29:

sua associação com chefes do crime organizado

Agora fudeu. Vazou a prova disso.

*****

O ponto de vista alvinegro:

  1. Achei Lucio Flávio, Caio e (óbvio) Herrera os melhores do Botafogo em campo;
  2. Somália é o melhor lateral-direito do Botafogo. Fez um lançamento à la Perivaldo que achou em cheio os pés do Herrera, que num corta luz sensacional guardou a redonda;
  3. A subida de produção do LF tem nome(s): Sandro Silva (volante rápido, bom marcador e razoável criador de jogadas) e Caio (que se movimenta muito mais que ‘El Loco’ e acaba fazendo papel de segundo homem de criação). Tudo junto tira a responsabilidade exclusiva do LF em criar as jogadas, o que dá resultado imediato dada a (falta de) dinâmica do capitão alvinegro;
  4. Não entendo como não dão ao Jefferson o valor que ele merece. Seguro, ágil, atento… um goleiraço;
  5. Tenho curiosidade pra ver uma zaga formada por Danny Morais, Fahel (!!) e Fábio Ferreira. O setor melhorou uns 17%, mas continua o grande calcanhar de Aquiles do Botafogo;
  6. Porque Eduardo e não Diguinho (único que se destacou na pelada contra a seleção da África do Sul – tanto assim que foi imediatamente relacionado para a partida contra o urubu, e nem banco vinha frequentando)?

*****

No fim foi um resultado justo, pelo (bom) futebol mostrado pelas equipes e pelos erros do juiz para os dois lados, o que acabou dando justiça ao resultado (não foi pênalti e não foi falta do Danny Morais).

Calma assim porque o jogo não valia praticamente nada. Espero que arranjem árbitro melhor para as semifinais, senão vai ser aquela choradeira insuportável dos dois lados.

rafael botafoguense reply on March 22nd, 2010 21:51:

5. Tenho curiosidade pra ver uma zaga formada por Danny Morais, Fahel e Fábio Ferreira. O setor melhorou uns 17%, mas continua o grande calcanhar de Aquiles do Botafogo;

como tu chegou nessa porcentagem? aahhaahah.

mas ae,o jeff é sinistro todo mundo sabe disso.

e o jogo valia sim.se aproximar do flamengo no retrospecto histórico,sem essa porras de empate no final já estaríamos mais próximos.

Gaburah reply on March 22nd, 2010 21:58:

Meramente estimativo

Flávio
Disse tudo, Gaburah.
Wellington Jr e Diguinho nunca têm chance.
A patota manda escalar o Eduardo para ver se consegue vender no meio ou final do ano e ganhar um trocado. Isso é fato. Tanto que o Joel relutou em sacá-lo do time.
Fábio Ferreira é o menos pior dos zagueiros e não é titular. Enquanto isso, o lerdo do Antonio Carlos, que não salta meio metro, deixa o Adriano subir sozinho…
Foi só imprimir velocidade, tocar rápido e objetivamente para sufocarmos o Flamengo no primeiro tempo. O grande problema é que jogamos como grande apenas um tempo e logo vem a postura retranqueira e covarde que nos acomete nos últimos anos com aqueles recuos inexplicáveis!
Pelo amor de Deus, como diria um amigo meu, alguém tem um “voucher de táxi” para contemplar o Marcelo Cordeiro???? O cara não volta para marcar, deixa verdadeiras autoestradas pela esquerda!!!! Ninguém vê isso????
Ainda acho que estamos há 2 jogos do título. Se jogarmos como o primeiro tempo de ontem, podemos engrossar um pouco contra Flu e Fla…

Você pode receber nossos artigos de graça pelo seu e-mail. Apenas inscreva-se pela caixa abaixo.

Seminário do Prof. Gilmar – Direito Penal para Atletas do Amor

March 18th, 2010 | 2 Comments | Filed in Flamengo, Zueira

Você pode receber nossos artigos de graça pelo seu e-mail. Apenas inscreva-se pela caixa abaixo.

Universidad do Chile 2×1 Flamengo: Que mole

March 18th, 2010 | 17 Comments | Filed in Flamengo, Libertadores 2010
Rubro-negras presentes no Chile

Rubro-negras presentes no Chile

Um empate seria um excelente resultado. Deixaria o atual campeão brasileiro na liderança do seu grupo com 2 pontos a frente do segundo lugar. Não rolou. 2×1 pros chilenos.

O campo estava em excelente qualidade e não havia a temida altitude. O time do Flamengo foi mal mesmo. Herói do último jogo, Bruno, levou um peruzinho. Parece que passou o fogo de palha inicial do V. Pacheco. Pet me pareceu mais em forma do que no início do Carioca. Está na hora do meio campo rubro-negro ter um sopro de talento e deixar a correria com certa qualidade do Pacheco como opção pro 2º tempo.

Irritantes da noite: Kleberson e Vagner Love. Erraram tudo e jogaram nada. Love ainda apareceu para perder o gol de empate na cara do goleiro já no final. Leo Moura foi bem, até se salvou nesse jogo, mas não para o próximo.

A situação está longe de ser desesperadora. Pela metedologia Blablagoliana o time que fizer 12 pontos estará praticamente classificado. Para o Flamengo basta ganhar seus 2 jogos restantes em casa.

Você pode receber nossos artigos de graça pelo seu e-mail. Apenas inscreva-se pela caixa abaixo.

Batavo, Olympikus, BMG e Flamengo – Você é o que consome

March 17th, 2010 | 126 Comments | Filed in Flamengo

As últimas semanas tem nos brindado com noticiário sobre as aventuras e desventuras da trupe rubronegra pelas favelas do Rio de Janeiro. Diga-se de passagem, que não é nenhuma novidade, e ressalta-se que tal postura era vista pela sociedade de uma forma livre de preconceitos.

Em sua volta ao futebol brasileiro, Adriano não se escondeu para frequentar a Vila Cruzeiro e jamais foi criticado. Pelo contrário, sua forma desprendida de lidar com sua região de origem era exaltada e aplaudida tal qual Oswald Cobblepot retornando à Gotham.

O Imperador tinha em sua naturalidade encontrado a tal alegria que ele viera buscar ao voltar da Itália.

Adriano visitava a favela e decidia em campo, levando o Flamengo ao título de Campeão Brasileiro. Pelo caminho, alguns tropeços com faltas à treinos, queimaduras e um ou outro quiprocó, amplificados por ser quem era, mas justamente rechaçados como graves problemas. Pois Adriano faltava o treino e só. Seu nível era o mesmo, apesar dele não ser um funcionário padrão, como muitos dos que lêem essas linhas não o são.

Vagner Love chegou em 2010 e a dupla iniciou com sucesso o Império do Amor, de muita afinidades dentro e fora de campo. Vagner Love faz sensacional começo de carreira com a camisa do Flamengo alcançando marca expressiva de gols nos primeiros jogos e entrosado com a barulhenta trupe de jogadores do Flamengo afeitos às noitadas e bailes.

O prosaico caso da mulher de Adriano que subiu nas tamancas e colocou para quebrar na Chatuba deu uma leve explanada na rapaziada. Habilmente a diretoria do Flamengo tirou Adriano de cena dispensando-o da partida contra o Caracas na Venezuela e tudo entrou nos eixos sem maiores alardes e consequencias, onde Bruno saiu mais chamuscado por sua declaração de bater em mulher (e claro, porque tem histórico e falou com propriedade – aliás, bater em mulher deve fazer parte do treinamento da posição na Gávea).

Um pequeno bafafá sobre alcoolismo de Adriano ainda foi levantado mas bem rechaçado inclusive por José Luis Runco médico do clube e da Seleção. Convenhamos que a ligação entre o barraco de uma mulher ciumenta em um baile e alcoolismo é um tanto quanto fraca.

Mesmo com tais “contratempos” tudo ia bem. Afinal, como dito antes, eram episódios prosaicos, que inclusive caíam bem na figura de anti-herói competente que Adriano e sua turma simbolizavam. Aqueles que bebem, vão à festa, fazem orgia, pegam mulher, frequentam seus lugares de origem com despreendimento e resolvem no campo.

Até que…

…Até que o alardeado despreendimento dos atacantes rubronegros com seus amigos de infância começaram a ir de encontro com as convenções da sociedade carioca que aceita muito bem uma farra, mas tem um justo pânico em relação ao crime organizado associado especialmente ao tráfico de drogas. O Fantástico exibiu vídeo de Vagner Love com naturalidade sendo escoltado por bandidos armados ao ir em um baile funk na Rocinha e uma misteriosa moto envole uma senhora de 64 anos sem carteira de habilitação, mãe do chefe do tráfico do lugar, à Adriano.

Houve quem se posicionasse e o assunto caiu na boca do povo. Eu fui saber como ruído de um diálogo entre José Ilan, repórter da TV Globo e Léo Moura, lateral miguxo do Flamengo

Peguei uma carona na fonte e fui ver o que aperreava tanto o miguxo e me deparei com o artigo no tal site do Maranhão afiliado à Globo.com (TM José Ilan).

O autor, cujo estilo indica, deve ter motivações clubísticas contrárias ao Flamengo. Também do estilo, depreende-se que foi escrita à revelia da organização para quem escreve uma vez que foge inteiramente posicionar-se de forma tão veementemente contrária a um assunto querido de tantos clientes da mesma.

O artigo quando vi estava já editado (provavelmente por ordens de cima) mas ainda assim continha bobagens que serviram desviar-se do foco principal que era de uma clareza estonteante:

O Flamengo parece um antro de marginais…
por Marco D’Eca

O centro-avante Adriano é um cachaceiro marginal e descontrolado, protegido pela mídia flamenguista e financiada por quem quer vê-lo na Copa.
Wagner Love é marginal mesmo – no sentido social do termo – destes que participam de festas com traficantes e acham normal a convivência.
O goleiro Bruno se revela um marido brutamontes, agressor de mulher e farrista inveterado, com as declarações bisonhas que deu à mídia.
Além deles, vários jogadores rubro-negros participam de farras e bebedeiras antes, depois e até durante os jogos do Flamengo.
Nenhum outro time de futebol no Brasil abriga tanta gente desajustada quanto o Flamengo – marginais no sentido amplo da palavra, aqueles que vivem, por exclusão ou opção, à margem da sociedade organizada e civilizada.
Nenhum outro time registra tantos jogadores com problemas sociais quanto o Flamengo.
Este é o Flamengo, parece um antro de marginais.

(há uma besteirada sobre problemas de torcidas que não reproduzi aqui)

Os advogados da Nação voaram em cima do artigo, motivando o autor a escrever um novo artigo, ainda contundente, mas dessa vez absolutamente claro

As verdades sobre os jogadores do Flamengo doeram na alma
por Marco D’Eca

É impressionante como a sociedade tende a tolerar certos deslizes legais quando envolvem os seus iguais.
O texto abaixo, sobre os craques do Flamengo metidos com marginais é um exemplo disto.
Recorde nacional de comentários, o texto recebeu uma avalache de flamengusitas em defesa de Adriano e Vagner Love. E até este momento (15h30) há outros 592 para serem moderados.
O golerio Bruno, na verdade, nem vem ao caso, porque apenas deu uma declaração infeliz. Nada a ver também a crítica à presidente do Flamengo, Patrícia Amorim, a quem se pede desculpas públicas.
Os termos usados contra eles também foram chulos, mas Adriano e Vagner Love cometeram crimes sim!
Pelo que Vagner Love fez, flagrado ao lado de traficantes perigosos com armamento pesado – depois admitido pelo próprio em entrevista – o cantor Belo passou anos na cadeia.
É no mínimo Associação para o Tráfico, mesmo crime de Adriano, conforme interpretação do que foi revelado em Veja.
Equivocadas as justificativas de torcedores flamenguistas, de que eles estavam apenas visitando as comunidades humildes de onde vieram.
Tanto Adriano quanto Love têm condições financeiras e força política para influenciar a vida de suas comunidades para melhor. E o combate ao tráfico é só uma destas ações obrigatórias.
Um homem público – seja ele político, jornalista, cantor ou jogador de futebol – não pode se dar ao luxo de envolver-se com bandidos.
Eles, os jogadores, têm dívidas com a sociedade, pois influenciam uma boa parte dela.
Estes bandidos com os quais Vagner Love acha normal ficar, ou aqueles a quem Adriano pediu para expulsarem sua namorada da Favela, são criminosos perigosos, que destroem a sociedade, ceifam vidas e acabam com as esperanças de parte da juventude.
Jogadores como Vagner Love ou Adriano – este último, inclusive, cotado para a Seleção Brasileira – não podem se divertir em farras com traficantes em um sábado e, no dia seguinte, serem tolerados pela direção dos seus clubes em jogos de futebol.
A imagem pública deles não condiz com o comportamento. E “passar a mão” em nome de um jogo de futebol é crime de lesa-pátria.
Se a torcida do Flamengo acha isso normal e até gosta, tudo bem – não se pode exigir muito dela.
Mas estes homens públicos devem satisfações ao restante da nação, que espera deles, no mínimo, comportamento respeitável.

(* onde lê-se, texto abaixo, é a citação anterior)

****

Os artigos acima na verdade são ilustrativos, não são eles que desejo discutir apesar de apresentarem de forma crua, direta e lúcida as questões para reflexão que seguem-se.

A sociedade carioca tem justificada paranóia no que se refere ao crime organizado do tráfico de drogas. Tal paranóia faz com que outras atividades ilícitas sejam imediatamente associadadas a ele, mesmo quando não há correlação plausível, gerando argumentação e repulsa por tal atividade com essa associação.

Um argumento banal para o combate à pirataria é que ao comprar-se um DVD pirata, o comprador financia o tráfico de drogas (eu não consigo ver o porquê um sujeito iria ficar o dia inteiro no Centro da cidade vendendo DVD’s piratas para depois financiar o tráfico). Mas não importa se financia ou não, e sim que é visto como.

Tal associação, faz com que o carioca tenha de criar subterfúgios morais para comprar tais produtos e dormir tranquilo.

Adriano e Vagner Love vem sendo investigados pela polícia, e nada se provou que eles sejam criminosos. Não é impossível que não seja provado e muito menos que não sejam criminosos, afinal, presume-se inocência até que se prove o contrário.

Acontece que inegavelmente, tais atletas tem, mesmo que pelo nobre sentimento de amizades de infância, afinidade e acesso à traficantes de drogas com armamento pesado que tanto assustam à população carioca e cultuam o que mais negativo há na imagem da cidade Brasil afora e exterior.

Isto leva a questão:

O consumidor que rechaça produtos piratas por eles aludirem ao tráfico de drogas é o mesmo que com total despreendimento consome produtos que tem como principais garotos propagandas sujeitos cujo estilo de vida se mistura à traficantes?

Vale à pena que essas empresas alardeiem com pompa e circunstâncias que ajudam a trazer e manter quem vende um estilo de vida à margem da sociedade legal e organizada? Que se ligam àqueles que trazem o pânico à população?

Por luxúria e adultério, Tiger Woods sentiu no bolso com a saída de Accenture, Gatorade e Gillete.

Que valores Batavo, Olympikus e BMG sinalizam a seus consumidores e investidores ao colocarem nas vitrines, por milhões de reais, o tráfico de drogas, o crime organizado e o contrabando de armas pesadas? Esses é que não são.

Você pode receber nossos artigos de graça pelo seu e-mail. Apenas inscreva-se pela caixa abaixo.

Bruno foi paredão

March 15th, 2010 | 49 Comments | Filed in Campeonato Carioca 2010, Flamengo, Vasco

Emoção

Eu fui lá. Não me pergunte porque. Chuva, temporal, engarrafamento, alagamentos, flanelinhas, dificuldade para estacionar, incompetências diversas. O tumulto só não foi maior porque o jogo não atraiu mais do que 40 mil pessoas.

Não via um jogo do Vasco desde a única partida entre os times em  2009, 2×0 Vasco no jogo do Pimpão (por onde anda?), mas acompanho o time pelo que leio por aí e por osmose. Apesar de ter se portado bem no jogo, fazendo frente com o Flamengo (e até melhor em boa parte do tempo), achei fraco. Depende do garoto habilidoso que falta aperfeiçoar o chute e está vazando no meio do ano. Tem o bom de bola Casalberto (não jogou ontem) mas que vira e mexe é chamado de mercenário e pedem a cabeça.

Já o Flamengo também não foi muito bem no jogo. Importantes jogadores estavam apagados, casos de Leo Moura, Kleberson, Pacheco, Love e Adriano. Willians só foi bem na preocupação com o Coutinho e pedido de desculpa pela entrada que deu no 1º pênalti. O CRF ganhou porque Bruno foi sensacional. Além dos 2 pênaltis catados, ainda fez umas 2 ou 3 boas defesas. Falta trabalhar mais a jogada e armar ataques mais contundentes. Victor comentou sobre a bela contratação que foi Vagner Love-2010. E para esse Flamengo (2010) falta o Pet-segundo turno Brasileirão 2009.

Arbitragem mal. Juizão foi pro intervalo, viu a merda que fez no monitor e compensou no 2º tempo. Além do Vasco ter batido a vontade.

Deus nem precisa perdoar Adriano e seu premeditado cartão amarelo. Patrícia Amorim e cia já o fizeram.

Você pode receber nossos artigos de graça pelo seu e-mail. Apenas inscreva-se pela caixa abaixo.

005 – O Império do Amor contra o Cabacento Impetuoso

January 31st, 2010 | 197 Comments | Filed in Campeonato Carioca 2010, Flamengo, Fluminense

1º tempo – O tempo tricolor

O débil Flamengo foi a tônica do 1º tempo colocado na roda pelo absolutamente arrumado Fluminense onde Maicon e o Príncipe Alan voavam para cima de Fierro improvisado (?) na lateral-direita. O Campeão Brasileiro constrangia qualquer rubronegro que por acaso tivesse levado um amigo gringo para conhecer o Mengão no Maracanã.

A escalação do Flamengo era a baba do boi cansado e o Fluminense deu o mole histórico de não aplicar uma goleada acachapante neste período de jogo.

O Fluminense chegou ao placar de 2×0 através do Príncipe que exigiu um passe de Diguinho e contou com a interpretação favorável do árbitro ao marcar o penalty convertido pelo argentino Conca, apagadinho no 1º tempo.

Diguinho que fazia grande partida comete penalty tão infantil em Juan, que ele mesmo mostrou-se envergonhado. O gol de Adriano, seguido da blitz de Cássio que culminara com o 3º gol tricolor fizeram parecer que a bobagem de Diguinho e o consequente primeiro gol rubronegro foi meramente um acidente de percurso.

O primeiro tempo terminava 3×1 para o Fluminense que apesar da mobilidade de Alan, parecia sentir a ausência do ponto de referência Fred, especialmente Conca e Mariano. Indubitavelmente o 2º tempo não seria como o 1º. Qualquer coisa que Andrade fizesse, qualquer coisa mesmo, necessariamente melhoraria o Flamengo. O que de fato, aconteceu.

2º tempo – O tempo rubronegro

O Flamengo voltou sem Petkovic e Fernando, entrando com Vinicius Pacheco e Willians que automaticamente recolocaram o Urubu na partida. E com que eficiência. Em menos de 10 minutos, o Flu x Fla estava empatado com o rubronegro sobrando pela direita de seu ataque, forçando Cuca a substituir Julio Cesar para a entrada de Marquinho.

Quem acompanhara as finais entra Flamengo e Botafogo com Cuca no comando alvinegro, via mais uma vez a repetição de um filme. Seu time encantar durante o jogo, e conhecer a realidade da eficiência.

O eletrizante clássico, então assentou com moral para o Flamengo, até que Álvaro leva o 2º amarelo e deixa o Flamengo com um a menos em campo, lance determinante para o desfecho da partida.

10 contra 11

Andrade finalmente saca Fierro evitando assim que o Flamengo jogasse com apenas 9 atletas. Neste momento, a moral passava para o lado tricolor, e via-se no jogo uma situação curiosa, apesar do Fluminense ter imposto as ações da partida, Adriano ficava com grande liberdade para atacar. Risco que o Fluminense defendendo-se com pouca gente correra no início da partida, e que fatalmente teria de correr. No entanto, paradoxalmente Conca jogava melhor neste 2º tempo e o jogo seguia aberto com ligeira vantagem ao time das Laranjeiras, até que…

Até que Cuca em uma afliceta impetuosa e cabacenta clássica bate forte no peito e à lá Milton Leite grita:

Eu vou “se” consgrar

Cuca que mesmo com um a mais via Adriano levar vantagem sobre a defesa tricolor, resolve sacar um desses zagueiros que já não conseguia conter o Império do Amor e escalar ninguém (isto é, colcou Kiesa, que efetivamente foi ninguém). Assim,  Vagner Love e Vinicius Pacheco passearam junto ao Imperador pela zaga tricolor virando e ampliando o placar sem maiores sustos apesar da insossa vantagem numérica do Fluminense dentro de campo.

Resultado final de um grande jogo, comprovado pelo estado de espírito mostrado por alguns jogadores após o mesmo – Flamengo 5×3 Fluminense, com Cuca mascarando a bobagem de Andrade.

****

Destaques individuais

O lado vencedor:

  • Vinicius Pacheco e Adriano – os melhores do lado rubronegro portando-se como gigantes no 2º tempo.
  • Kleberson, Vagner Love e Willians – coadjuvantes à altura dos protagonistas
  • Petkovic – saiu apagado, mas não jogou mal. Curiosamente, o Flamengo esteve tão atordoado no 1º tempo, que nem negativamente houve alguém que se destacasse tamanha era a apatia de toda a equipe.
  • Álvaro e Fierro – perdidos com Alan e Maicon no 1º tempo, sendo que o zagueiro ainda conseguiu deixar seu time com um a menos no 2º.
  • Andrade – Pavorosa escalação e manutenção do time no 1º tempo. Coisa que exigia uma substituição. Até se tirasse Bruno sem colocar ninguém melhoraria o Flamengo. Deve agradecer aos céus pela ausência de Fred, contusão de Maicon, à exuberante qualidade dos jogadores do Flamengo e à grotesca cagada de Cuca.

A qualidade que fez a diferença

O lado perdedor:

  • Alan – o elegante atacante tricolor foi o melhor do time, nos dois períodos, o brilhante e o obscuro.
  • Maicon – infernal pelas pontas casuando pânico na torcida adversária. Ele é tão rápido que parece que vai estourar a musculatura em qualquer corrida, como de fato aconteceu. Aliás, Maicon é um jogador que certamente arranca no limite, faz-se necessária melhor observação em sua forma de jogar e condicionamento muscular ou do contrário uma carreira será abreviada. Há de ter moderação com a galinha dos ovos de ouro.
  • Diguinho – Esteve bem em campo, apesar do bobo penalty cometido em Juan evitando a vitória por nocaute no 1º round
  • Willians, Marquinho e Kieza – as substituições de Cuca não foram apenas pavorosas taticamente, mas também individualmente. Willians, o do Flu, foi o menos pior. Marquinho mostrou no clássico sua verdadeira faceta de jogador sem a menor inspiração, disfarçada por alguns golzinhos contra adversários menores, e Kieza teve participação digna de Edmundo em Copa do Mundo. O centroavante tricolor voltou de sua contusão um arremedo de jogador de futebol.
  • Cuca – Desastre total. Como um cabacento-mór, viu o filme novamente de seu time dominar ações e não concretizar, ao contrário do adversário. Ganhou todas as chances do Mundo com a expulsão de Álvaro e consagrou Andrade.

Você pode receber nossos artigos de graça pelo seu e-mail. Apenas inscreva-se pela caixa abaixo.

Palmeiras x Flamengo

October 16th, 2009 | 83 Comments | Filed in Campeonato Brasileiro 2009, Flamengo, Palmeiras

Palmeiras x Flamengo

Se o Flamengo vencer entra de vez na briga pela Libertadores, ou até pelo título segundo os mais otimistas, calando inclusive a boca de quem vos fala. O Palmeiras, que rateou nas últimas rodadas, pode complicar sua liderança até com um empate. Jogo com cara de decisão.

Não é segredo que acho a equipe paulista muito mais time. Não acredito que o Pet consiga manter a boa seqüência, pela idade e pela marcação em cima dele, que deve ficar muito mais intensa depois das recentes atuações. O meio de campo palmeirense com Cleiton Xavier e Diego Souza é muito forte, o melhor do Brasil.

No ataque, Adriano e Vágner Love são dois grandes atacantes, sendo o Imperador o melhor em atividade no Brasil. É um jogo em que o placar dificilmente ficará em branco, e sem dúvida a melhor pedida no fim de semana.

palfla

Você pode receber nossos artigos de graça pelo seu e-mail. Apenas inscreva-se pela caixa abaixo.

Responda por… Vagner Love

September 24th, 2009 | 3 Comments | Filed in Campeonato Brasileiro 2009, Cruzeiro, Palmeiras
- "Vagner, fala sobre seu gol"

- "Vagner, fala sobre seu gol!"

Você pode receber nossos artigos de graça pelo seu e-mail. Apenas inscreva-se pela caixa abaixo.