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7 Comentários para “Jô nota DEZ”

  1. saulo
    29/06/14 - 18:09

    A culpa é toda do Felipão. Lembro das declaração do Fred quando dizia publicamente o fato do Mano Menezes não gostar de centroavante, mentira. O ex-treinador utilizou em alguns amistosos uma formação alternativa sem um jogador de área justamente pela escassez de um grande jogador dessas características. E o Neymar por ter uma grande capacidade de finalização e rapidez, fez esse papel de falso nove. Agora a seleção parece refém de um esquema e sem variações táticas. Hulk até poderia jogar melhor adiantado por ter força física para trombar os zagueiros e colocar o William no intuito de preencher o meio campo.

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  2. Yuri
    29/06/14 - 20:28

    Preferi sua defesa ao Fred, de calção de aposentado e tênis, motivando a seleção brasileira. Análise inédita. Jamais veria esse ângulo.

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    Victor

    Paulinho também deu uma motivada, mas foi muito histriônico. Pareceu jogo de cena para não parecer chateado com a reserva.

    Fred só não foi mais TRUE ali porque não estava de chinelo.

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    Yuri

    Eu ia comentar isso pois passou na ESPN agora. Não vi a parte do histrionismo, só vi ele acalmando o descontrolado capitão.

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    Yuri

    Agora eu vi ele no centro batendo no peito de cada um. Gostei. Nem sei como aceitaram ele como líder, haha. Que ele é frio tudo bem, mas estar todo mundo tão cagado a ponto dele vestir a braçadeira imaginária? Porra, o emocional brasileiro tá um lixo mesmo.

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  3. Marco Abi
    1/07/14 - 10:06

    Ahahahah, muito bom!!

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  4. Douglas
    1/07/14 - 22:18

    Eu acho essa maneira de a Seleção jogar extremamente predatória para quem vive da centro-avância.

    Temos dois laterais em péssimo momento (se é que Dani Alves já esteve em boa fase algum dia) e dois jogadores que apoiam o ataque que se recusam a passar a bola (Neymar e Hulk).

    Meu diagnóstico é simples: não é a Seleção que depende de Neymar, mas a maneira de jogar do multicabeleira brasileiro que faz parecer isso.

    Nem quando Romário, no alto de sua fuderozisse, jogava era assim, por mais que à época insistissem no “toca a bola pro Romário”. Havia um time, havia uma DUPLA de ataque com Bebeto.

    Do jeito que Neymar joga, creio que Bebeto teria dificuldades em se enquadrar nessa Seleção.

    O que me deixa mais encucado com a coisa é que, no Barcelona, Neymar passa a bola. Aqui, é tratado como o “presidente”. Ou seja, é o médico e o monstro ao mesmo tempo.

    Na Copa das Confederações, em que Fred artilheirou, se não me engano, não houve uma assistência sequer de Neymar para o jogador tricolor. É uma dupla que não fala a mesma língua (algo que não aconteceu com Jô, que ganhou alguns presentes naquele campeonato).

    Meu prognóstico é que Fred não passaria da primeira fase sem perder a titularidade. Jó, de tão ruim, sequer é cogitado.

    Falta culhão a Fred para levar um papo com o “presidente”, falta culhão para Felipão para pedir que o garoto solte a bola e falta culhão para a crônica, que não consegue enxergar o óbvio ululante: solta a bola, porra!

    Às favas com as lendas sobre jogadores que coparam levando um time nas costas. Não foi assim com Romário, não foi assim com Maradona, não foi assim com Garrincha.

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