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Artigos sobre ‘PR’

O Campeonato Gaúcho é o mais tradicional do Brasil

February 12th, 2017 | 2 Comments | Filed in América, América-MG, Atlético-GO, Atlético-MG, Atlético-PR, Avaí, Bahia, Botafogo, Botafogo-SP, Chapecoense, Clubes, CO, Corinthians, Coritiba, Criciúma, Criciúma, Cruzeiro, Estaduais, Figueirense, Flamengo, Fluminense, Friburguense, Futebol, Goiás, Grêmio, INTERIOR, Internacional, Ituano, Ituano, Linense, MG, Náutico, Números, Palmeiras, Paraná, Ponte Preta, PR, PR, RJ, RJ, RS, RS, Santa Cruz, Santo André, Santos, São Paulo, SC, SC, SP, SP, Sport, Tupi, Vasco, Vitória

Os campeonatos estaduais começaram e uma pergunta não saía do cabeça do uma pessoa do Brasil: qual estadual é o mais tradicional do Brasil?
Pelo sistema de datas, fica fácil demais: o Campeonato Paulista é o mais antigo, de 1902. Mas o que seria dos campeonatos se fossem considerados os times ATUAIS que o disputam, considerando a fundação de cada um, qual seria o campeonato mais tradicional do Brasil, a saber, o que possui os TIMES mais tradicionais? Daí foi ir às contas. Como critério, usei estaduais que tenham, em 2017, que é o ano que nos interessa, um time a menos na Série A do Brasileirão.

Rio de Janeiro:

Bangu 1904
Boavista 2004
Bonsucesso 1913
Botafogo 1904 *
Cabofriense 1997
Campos 1912
Flamengo 1895/1912
Fluminense 1902
Macaé 1990
Madureira 1914
Nova Iguaçu 1990
Portuguesa-RJ 1924
Resende 1909
Tigres do Brasil 2004
Vasco da Gama 1898/1915
Volta Redonda 1976

O Carioca é um dos campeonatos mais tradicionais e um dos mais complexos de fazer a conta. Devido à fundação dos clubes no remo diferir (e estar bem documentada) da do futebol, podemos usar datas de fundação do futebol, como 1911 para o Flamengo, 1918 para o Vasco, etc. Porém, muitos outros clubes no Brasil apresentam datas de fundação controversas, anos no amadorismo, de desfiliação, etc. Portanto, resolvi usar as daas oficiais, menos para o Botafogo, que diferentemente dos co-irmãos cariocas, não apenas introduziu o futebol mais tarde como o fez a partir de um clube associado e posterior fusão.

Média de idade de fundação: 1939,75

São Paulo

Audax 2013*
Botafogo 1918
Corinthians 1910
Ferroviária 1950
Ituano 1947
Linense 1927
Mirassol 1925
Grêmio Novorizontino 2010
Palmeiras 1914
Ponte Preta 1900
Red Bull Brasil 2007
Santos 1912
São Bento 1913
São Bernardo 2004
São Paulo 1935
Santo André 1967

*Foi usado o mesmo critério que com o Botafogo carioca. O Audax foi comprado e passou a mandar os jogos na cidade de Osasco, usando um escudo parecido com o “irmão de fusão” Grêmio Osasco. Creio que foram muitas mudanças para se considerar a continuidade do clube.

Média da idade de fundação: 1949,5

Minas Gerais

América-MG 1912
América-TO 1936
Atlético-MG 1908
Caldense 1925
Cruzeiro 1921
Democrata-GV 1932
Tombense 1914
Tricordiano 2007
Tupi 1912
Uberlândia 1922
URT 1939
Villa Nova 1908

Média: 1928

O tradicionalismo dos times do campeonato mineiro é impressionante. Apenas o Tricordiano destoa, sendo todos os clubes que não ele fundados antes de 1940!

Pernambuco

Afogados 2013
América-PE 1914
Atlético-PE 2006
Belo Jardim 2005
Central 1919
Flamengo de Arcoverde 1959
Náutico 1901
Salgueiro 1972
Santa Cruz 1914
serra Talhada 2011
Sport 1905
Vitória de Santo Antão 2008

Média 1960,583

O Náutico, como o próprio nome indica, entra na mesma situação dos cariocas. A diferença é pouca, já que o Timbu introduziu o futebol em 1905. No entanto, foi considerado o ano de sua fundação global como com seus pares do remo pelo Brasil.

Goiás

Anápolis 1946
Aparecidense 1985
Atlético-GO 1937
CRAC 1931
Goianésia 1955
Goiás 1943
Iporá 2000
Itumbiara 1970
Rio Verde 1963
Villa Nova 1943

Média da idade de fundação: 1957,3

Santa Catarina

Atlético Tubarão 2005
Almirante Barroso 1919*
Avaí 1923
Brusque 1987
Chapecoense 1973
Criciúma 1947
Figueirense 1921
Inter de Lages 1949
Joinville 1976
Metropolitano 2002

Média da idade de fundação: 1960,2

*O Almirante Barroso recebeu o mesmo tratamento dos demais clubes náuticos do Brasil.

Bahia

Atlântico 2000
Bahia 1931
Bahia de Feira 1937
Flamengo de Guanambi 2009
Fluminense de Feira 1941
Galícia 1933
Jacobina 1993
Jacuipense 1965
Juazeirense 2006
Vitória 1899*
Vitória da Conquista 2005

Média: 1965,364

*Vitória com o mesmo tratamento dos clubes de remo cariocas, catarinenses, pernambucanos, etc.

***
Rio Grande do Sul

Brasil 1911
Caxias 1935
Cruzeiro 1913
Grêmio 1903
Internacional 1909
Juventude 1913
Novo Hamburgo 1911
Passo Fundo 1986
São José 1913
São Paulo-RS 1908
Veranópolis 1992
Ypiranga 1924

Média: 1926,5

Por muito pouco, a média de idade de fundação dos clubes gaúchos supera a dos mineiros em pioneirismo e assim sendo, o Gauchão é o campeonato com os times mais tradicionais do Brasil em 2017. MG e RS se destacam nesta conta, podendo variar a “liderança” a depender dos clubes que sobem ou descem. Vemos que este ano apenas Passo Fundo e o incaível Veranópolis destoam da grande tradição dos outros clubes do Rio Grande do Sul.

E o menos tradicional?

Analisando as médias dos campeonatos segundo o critério de possuir um representante ao menos na Série A, vemos que o campeonato “menos tradicional” é o Paranaense, com uma média de 1974,67, apesar da grande tradição de clubes como o Coritiba, o primeiro verdão do Brasil, a grande quantidade de clubes montados no século XXI, que costumam muitas vezes ser taxados de “clubes-empresa”, acaba subindo a média paranaense. Dos participantes de 2017, mais de 50% foram fundados após 1990.

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Eliminações precoces em Libertadores

April 11th, 2016 | 2 Comments | Filed in Atlético-MG, Atlético-PR, Botafogo, Copa Libertadores 2016, Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Fluminense, Futebol, Grêmio, Internacional, Números, Palmeiras, Paraná, Paulista de Jundiaí, Santo André, Santos, São Paulo, Vasco

Todo ano, um ou mais times se classificam para a erroneamente chamada “pré-libertadores” (existiu uma pré-libertadores, mas era um grupo com 2 mexicanos e 2 venezuelanos de onde saíam 2 para a verdadeira Libertadores), e isso não foi um grande problema até 2011, quando o Corinthians dos “galáticos” Ronaldo e Roberto Carlos, displicente na “pré” como todo brasileiro até então – a ponto da torcida corinthiana colocar apenas 23 mil pagantes no jogo da ida contra o Tolima, algo impensável hoje – foi defenestrado sem nem ao menos marcar um gol e na 37ª posição da Libertadores, entre 38 participantes. Desde então, os clubes têm tomado muito mais cuidado, e a “pré” tem se tornado um grande estorvo pelo calendário ou mesmo pela dificuldade. Pode ser muito facilmente suplantada, como foi pelo Corinthians em 2015, que abriu 4 a 0 no Once Caldas logo na ida, ou muito angustiante, como para gremistas e atleticanos, que precisaram dos pênaltis para avançar aos grupos contra LDU e Sporting Cristal, respectivamente.

Mas uma coisa são dois jogos, onde zebras devem mesmo ocorrer, outra coisa é a fase de grupos, onde o clube brasileiro, de muito investimento, tem SEIS jogos para reverter intempéries (ajuda também o fato de os juízes ainda não estarem tão na seca para eliminar os brasileiros, como invariavelmente ocorre em todo mata-mata). Mesmo assim, com 6 jogos, alto investimento e juizes menos malandros que nas fases agudas, alguns clubes brasileiros conseguem a façanha de serem eliminados nesta fase.

É inevitável a pergunta: o que é mais vexaminoso? Ser eliminado na Pré, ou na Fase de Grupos? Ante tantas subjetividades, vieses, torcida de jornas e imponderabilidade da Libertadores, só nos resta uma arma: a incontestável matemática.

A Libertadores adotou o atual formato de mata-mata antes da fase de grupos em 2005, e o primeiro clube a enfrentá-la foi o Palmeiras, que superou o Tacuary, numa de suas únicas duas participações na Libertadores, e que hoje anda pelos PORÕES da Terceira Divisão paraguaya.

Desde então, ao menos um clube brasileiro participou da pré-libertadores (às vezes dois), e os resultados foram os seguintes:

2005: Tacuary 2 x 4 Palmeiras

2006: Palmeiras 6 x 2 Deportivo Táchira / Deportivo Cuenca 1 x 4 Goiás

2007: Blooming 0 x 6 Santos / Cobreloa 1 x 3 Paraná

2008: Cruzeiro 6 x 3 Cerro Porteño

2009: Palmeiras 7 x 1 Real Potosí

2010: Real Potosí 1 x 8 Cruzeiro

2011: Corinthians 0 x 2 Deportes Tolima / Liverpool 3 x 5 Grêmio

2012: Real Potosí 2 x 3 Flamengo / Internacional 3 x 2 Once Caldas

2013: LDU 1 x 1 Grêmio (4-5 p.) / São Paulo 8 x 4 Bolívar

2014: Sporting Cristal 3 x 3 Atlético Paranaense (5-6 p.) / Deportivo Quito 1-4 Botafogo

2015: Corinthians 5 x 1 Once Caldas

2016: Universidad César Vallejo 1 x 2 São Paulo

Em 18 oportunidades, apenas em 1 o clube brasileiro falhou em passar. O que dá uma percentagem de 5,56%.

 

Desde 2005 pois, eis o retrospecto dos clubes brasileiros na Fase de Grupos:

2005: Atlético-PR, São Paulo, Santos e Palmeiras classificados. Santo André eliminado.

2006: São Paulo, Goiás, Internacional, Palmeiras e Corinthians classificados. Paulista eliminado.

2007: São Paulo, Grêmio, Paraná, Santos e Flamengo classificados. Internacional eliminado (primeiro campeão da história a ser eliminado nos grupos)

2008: Cruzeiro, Flamengo, São Paulo, Fluminense e Santos classificados.

2009: Sport, Palmeiras, São Paulo, Cruzeiro e Grêmio classificados.

2010: Corinthians, Internacional, São Paulo, Cruzeiro e Flamengo classificados.

2011: Grêmio, Fluminense, Internacional, Santos e Cruzeiro classificados.

2012: Santos, Internacional, Fluminense, Vasco e Corinthians classificados. Flamengo eliminado.

2013: Palmeiras, Atlético Mineiro, São Paulo, Corinthians, Fluminense e Grêmio classificados.

2014: Cruzeiro, Atlético Mineiro e Grêmio classificados. Atlético-PR, Botafogo e Flamengo eliminados.

2015: Atlético Mineiro, Corinthians, São Paulo, Cruzeiro, Internacional classificados.

2016: por definir

Foram 53 vezes em que um brasileiro foi classificado, e apenas 7 eliminações. 13,21% de eliminações. O Flamengo foi o único a ser eliminado DUAS vezes dos grupos. Somente Inter, Botafogo e Flamengo foram os considerados grandes a serem eliminados.

Portanto, matematicamente falando, o vexame corinthiano ainda assim é o pior. Caso Grêmio e Atlético Paranaense tivessem perdido as suas disputas por pênaltis, teríamos 16,67% de eliminados na Primeira Fase (o que colocaria ser eliminado nos grupos como maior vergonha), porém ambos escaparam fedendo de tal vergonha.

Portanto, qual o maior vexame até então? Em termos de acontecimento, ainda é a vitória do Tolima contra o Corinthians. Em termos de clube, e claro, considerando eliminações em fases PRECÁRIAS, o Flamengo está bem na frente. Se um clube tem 13,21% de chances de ser eliminado nos grupos, as duas eliminações do Flamengo dão uma porcentagem de 1,74%.

Alguns podem dizer que os cálculos não são precisos, pois a edição de 2016 ainda não definiu seus classificados na fase de grupos. De fato. Nenhum brasileiro ainda está matematicamente dentro, e Palmeiras e São Paulo estão em risco, podendo igualar os co-irmãos Santo André e Paulista como únicos paulistas já eliminados na fase de grupos. Aguardemos.

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May 3rd, 2015 | 4 Comments | Filed in Campeonato Paranaense 2015, Coritiba, Política, PR, Sociologia

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Poderei cagar em estádios?

May 4th, 2014 | 49 Comments | Filed in Campeonato Brasileiro 2014, Paraná, Santa Cruz, Sport, Torcidas Organizadas

Beber, já não me deixam mais. Disseram-me que minha cervejinha era culpada da porra toda.

Pelo visto, o próximo passo será me impedirem de cagar.

Arsenal

Arsenal caseiro

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Flamengo Campeão da Copa do Brasil 2013

November 28th, 2013 | 13 Comments | Filed in Atlético-PR, Copa do Brasil 2013, Flamengo

Expoentes do TRI :

  • Jayme , tranquilidade, simplicidade e custo-benefício
  • Hernane Brocador , artilheiro do Campeonato e do Brasil
  • Elias , o Mais regular do time
  • Paulinho , Espero que seja mais que um Piá
  • Wallace e Amaral , maiores evoluções do Ano
  • Maraca , o bom filho…

Teve também o Mano: “Não consegui passar para esse grupo aquilo que penso de futebol” . Obrigado .

E a Nação, sem dúvida

 

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Torcendo com pessimismo

November 27th, 2013 | 20 Comments | Filed in Atlético-PR, Copa do Brasil 2013, Flamengo

Urubulinos incrédulos com o céu de brigadeiro que vem se mostrando sua Copa do Brasil adotam a postura habitual para buscar equilíbrio. Em tempos de fartura, canja de galinha não faz mal a ninguém.

Por Jorge Caldas

Eu era um rubro-negro com esperança de brigar por vaga na Libertadores quando Mano Menezes veio para o Flamengo. Ou achava que, no mínimo, ele transformaria o bando que lá estava em campo num time minimamente confiável. Mas os dias passaram, Mano abandonou o barco e o Z-4 era questão de tempo. A única esperança que restava era a Copa do Brasil. Como acreditar que tínhamos chance?

Ainda com Mano, o Flamengo enfrentou o Cruzeiro que já era líder do Brasileirão com folga. A derrota no primeiro jogo me fez pensar que tudo iria por água abaixo, começara o pessimismo. Quando não acreditava que o Fla passaria, eis que Elias faz o gol que garante o 1 a 0 necessário pra passar às quartas. Veio a reviravolta, Mano pediu o boné deixando-me mais apreensivo ainda.

Com Jayme, o Fla pegou o Botafogo brigando pela liderança no Brasileirão. Empatou o primeiro jogo e a euforia que vi pelas ruas me fez voltar com meu pessimismo. Afinal, sempre que via o otimismo exagerado por parte dos rubro-negros lembrava-me das zoações: Grêmio em 1997, Cruzeiro em 2003, Santo André em 2004… O filme voltou tanto à mente que nem quis ver o jogo. No dia seguinte, sou surpreendido pelo meu sogro trajado com a camisa e gritando que foi surra de 4. Pensei que estava de sacanagem até ver o jornal matinal. O pessimismo foi diminuindo.

Jayme de 2013

Jayme de 2013

A sina do G-4 perseguiu o Fla quando o Goiás que brigava pra entrar nele passou pelo Vasco e se confirmou como o adversário. O pessimismo já abrandara. Diminuiu mais com a vitória por 2 a 1 em Goiânia, mas a maldita da euforia alheia trouxe o pessimismo de volta ao baile. Menos mal que a classificação pra final abrandou-o. Contudo, havia o risco do adversário: o copeiro Grêmio ou o embalado Atlético-PR? Saber que o segundo passou deu um certo alívio.

Hoje, a sina do G-4 encontra-nos novamente. Toda a polêmica em torno de preço dos ingressos com a euforia causada por isso trouxeram-me o pessimismo de volta. O empate no primeiro jogo foi bom, mas não inspirador de confiança. Amaral fazendo o gol de empate do primeiro jogo lembrou a final do BR-2009 quando David Braz e Ronaldo Angelim, que passaram o campeonato em branco, marcaram gols logo no último jogo. Mero devaneio ou coincidência? Só mais tarde saberemos. Até lá, abraço-me ao pessimismo, com pés no chão, porém ainda preocupado com os fantasmas passados.

Por via das dúvidas, muito obrigado, CRF, por me fazer “quebrar a cara” até aqui. Mas se quebrá-la de novo, estarei mais grato ainda.

Saudações rubro-negras.

P.S.: Se “o pior acontecer”, parabéns ao Atlético-PR pelo título.

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Mano em dois tempos (ou em um intervalo de dois tempos, para ser mais preciso)

September 19th, 2013 | 80 Comments | Filed in Atlético-PR, Campeonato Brasileiro 2013, Flamengo

Antes de Flamengo 2×4 Atlético Paranaense

O Atlético Paranaense é uma boa equipe, mas não dá para ganhar de todo mundo. Temos condição de vencer todos os adversários, como já provamos. Vencemos o campeão da Libertadores, o líder do Brasileiro, o Fluminense… Jogos duros. E contra o Atlético Paranaense será mais um. Estou satisfeito com as atuações do Flamengo. Mesmo na derrota contra o Cruzeiro, nos comportamos como deveríamos. Não conseguimos vencer, mas enfrentamos o grau de dificuldade. Quando tivermos condição de produzir mais, vamos ganhar. Foi o que aconteceu diante de Santos e Vitória, e esperamos que se repita contra o Atlético Paranaense.

Não se repetiu. Depois de Flamengo 2×4 Atlético Paranaense

Vamos conversar um pouco diferente. Acabo de ter uma reunião com todos e comuniquei oficialmente que não sou mais técnico do Flamengo. Primeiro informei ao Paulo Pelaipe. Depois do jogo, fiz o comunicado a todos os jogadores. Estávamos fechando um ciclo de quatro meses e senti no resumo do jogo de hoje que não consegui passar para esse grupo aquilo que penso de futebol. E quando é assim, é porque o técnico precisa sair. Com essa visão, tomei essa decisão difícil e inédita na minha carreira, mas julgo ser a mais correta neste momento para que o Flamengo trilhe outro caminho que não seja esse, mais perto da zona de rebaixamento do que na parte de cima da tabela.

"- Um bom conselho? Vaza o quanto antes."

“- Um bom conselho? Vaza o quanto antes.”

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HIGHuri

September 6th, 2013 | 45 Comments | Filed in Botafogo, Campeonato Brasileiro 2013, Coritiba

O Rei está morto. Vida longa ao Rei!

Por Taís Loureiro Santos

Três pontos que nos recolocam no tabuleiro de jogo, de volta!

O Botafogo precisa matar um leão por jogo, pois as dificuldades são muitas… Os timeS entram em campo querendo o mesmo: marcar os benditos pontos do campeonato e subir na tabela. O elenco sofre mudanças, ao meu ver comportamentais, que contribuem para um novo panorama em campo… mas creio , pelo que estou observando que está sendo muito positivo.

Hyuri arrebentou, nao apenas pelos gols “pintura íntima” – o segundo em especial – mas pelo senso de aplicação tática, harmonia com o grupo, aceitando o President Seedorf, correndo muito pela direita no primeiro tempo, ajudando bastante na marcação. O menino vem pra fazer história e ensinar que sempre há uma coisa boa vindo quando perdemos algo…

Em uma semana temos um novo xodó, ídolo e esperança para o time. Thanks, God.

No segundo tempo, mais um jovem, Otávio, entrou com personalidade e vontade de ocupar espaço. A garra frita em campo…

Para o próximo jogo, hora de juntar os cacos: terceiro goleiro, Seedorf fora (que cartão estranho – o juiz já tinha até quase pedido para ele não levar o cartão!)…e tome mais reposição. Fogão, traga os 3 pontos que nos interessam.

Avante Fogão!

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Sheikira

August 20th, 2013 | 10 Comments | Filed in Campeonato Brasileiro 2013, Corinthians, Coritiba
Sheikira comemorando título do Barcelona na Copa do Rei de 2012

Sheikira comemorando título do Barcelona na Copa do Rei de 2012

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O TIME ANTI-MÍDIA

February 24th, 2013 | 314 Comments | Filed in PR

Enquanto alguns times eugenistas e supostamente anti-mídia fazem uma oposição controlada, onde FINGEM RECLAMAR, sobretudo do novo contrato de TV, quando na verdade estão satisfeitíssimos (talvez por já ser demais o que recebam pela audiência que geram ou por conchavo político), o Atlético Paranaense vai lá e faz. Como vem fazendo há muitos anos, diga-se.

Entre os não-eugenistas, o Furacão parece ser o maior candidato a se tornar um deles, pela MENTALIDADE FORTE que possui há décadas. Escândalos, briga política, somados á dificuldade de se jogar na Arena da Baixada (que o diga o SPFC, que jamais venceu lá e a rivalidade só aumentou depois da Libertadores de 2005) e etc. Fatos esses que chegaram a fazer os torcedores acreditarem que o time era incaível. De fato, só perdeu essa condição depois de eugenistas como palmeiras, Vasco, Botafogo, Corinthians e Grêmio lidarem com a queda. Mas incaível não era.

Porém, tal qual o Corinthians segundino, o São Paulo ponto-corridista e o JASON, o clube dá pinta de que VOLTOU PIOR e que seus rivais jamais teriam que ter desejado a queda. Talvez, ainda é cedo.

Já em 2008, o clube tentou cuspir na cara de JORNAS. Atitude aprovada pelo BBG. Fez isso ao tentar COBRAR das emissoras de rádio pela transmissão de jogos. Não deu certo, assim como não deu em nenhum lugar do Brasil. A costa-quente radial parece ser fortíssima, visto que nem Eduado José Farah, poderoso presidente da FPF nos anos 90, conseguiu levar a ideia até sua realização concreta.

O tempo passou, o time deixou de ser INCAÍVEL, porém como já foi dito, parece estar VOLTANDO PIOR AINDA. Ano de 2013 e o clube não chegou a um acordo com a TV e ao contrário de espiralistas eugenistas, não deixou que torcedores fizessem o trabalho (kfouri mode). Foi lá e mandou um VTNC para a TV e simplesmente CAGOU para o Estadual, enquanto participava de um torneio na Espanha. Segundo nota oficial:

O Clube Atlético Paranaense participará da edição do Campeonato Paranaense de Futebol Profissional de 2013. No entanto, as partidas do clube não serão transmitidas pela RPC TV. Devido aos baixos valores oferecidos pelos direitos de transmissão, o clube não aceitou a proposta da afiliada da Rede Globo. O valor fica muito abaixo daqueles praticados em outros mercados como, por exemplo, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.

O torcedor do Atlético Paranaense poderá contar com toda a cobertura do Furacão no campeonato através dos canais de comunicação oficiais do clube.

Fontes: http://esporte.ig.com.br/futebol/2013-01-08/sem-acordo-com-tv-atletico-pr-nao-tera-jogos-transmitidos-pelo-estadual.html http://www.gazetaesportiva.net/noticia/2013/01/atletico-pr/sem-acordo-paranaense-2013-nao-tera-jogos-do-furacao-na-tv.html

O saldo aparenta ter sido postivo, a competição estadual foi calmamente jogada com o sub-23 e o time principal voltou com o título da Marbella Cup. Deu até tempo de tirar uma chinfra e fazer mais 2 amistosos com um terceiro time, diferente do campeão da MARBELLA e o do Estadual. Mas não parava aí, afinal TV não vive só de jogo.

O que emputeceu ainda mais os JORNAS foi o veto que o Furacão fez aos jogadores e membros da comissão técnica, de modo que JORNAS não possuem uma palavra antes, durante, após o jogo e nem na coletiva. Nem sequer nos treinos.

Aí o caldo entornou para a mídia. Até o Sindicato interveio. E como sabemos, vale a máxima (inventei agora): se qualquer Sindicato está contra você, parabéns, pois tu estás certo.

Como bônus, e na verdade ESTOPIM para a criação do post, veio mais um golpe: dizem, dizem, dizem… que a diretoria do Furacão foi até a maior torcida organizada do time e mandou uma lista de JORNAS QUE DEVEM SER XINGADOS. Como li isso no twitter e de jorna, ficaremos na hipótese. Apesar do jornalista ter sido deveras CONTUNDENTE e preciso no relato.

Ora, jamais apoiaria uma agressão a nossos amigos JORNAS, porém dar uma lista para que alguns deles sejam XINGADOS é uma bela tacada anti-mídia, anti-establishment, anti-jornas e certamente pró-BBG. É o que muito torcedor fez durante anos de forma independente (e hoje pela internet) porém com potencial imenso nas mãos de uma poderosa torcida organizada. Este foi o motivo do post. Relembrando atitudes recentes e outras nem tanto, vemos que a diretoria do Atlético Paranaense manteve seu estilo forte e de personalidade. Pelo menos falo daqui, de fora. É a impressão que dá.

Será que o clube irá manter essa atitude no Brasileirão? Irá crescer, irá cair outra vez? Isso é difícil prever. Eu particularmente gosto de ver, como disse um amigo meu, o ÚNICO CLUBE atualmente anti-mídia/jornas agindo.

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