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Archive for the ‘Basquete’ Category

Brasil x Argentina - Valendo Olimpíada

setembro 1st, 2007 | 9 Comments | Filed in Basquete

Daqui a pouco, às 17h, o basquete brasileiro disputa com os argentinos sua volta aos jogos olímpicos.

Eu acredito no Brasil. Dificilmente perderemos. O bom jogo contra o Uruguai levantou a moral brasileira, e o Hilário resolveu jogar. Nossos “hermanos” vão ter que se classificar na repescagem.

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Sobre Brasil x Porto Rico - não vi.

agosto 28th, 2007 | No Comments | Filed in Basquete

Ontem foi aniversário de meu pai, logo o basquete ficou para o 2º plano.

Chegando em casa fui catar na mídia notícias sobre o jogo do Brasil, e todas foram unânimes em destacar fracasso brasileiro. Não apenas pelo placar (97×75), mas pela postura da equipe em quadra.

Ficam comentários de outros que viram o jogo e comentaram em seus blogs:

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Brasil não foi mal

agosto 27th, 2007 | 3 Comments | Filed in Basquete

EUA 113 x 76 Brasil, e o Brasil não foi mal?

Olhando o Placar e o passeio do 3º quarto sim, mas vendo o todo, não.

A derrota para os norte-americanos já era protocolar. Que seria lavada também já era esperado. Restou ao Brasil oferecer o mínimo de dificuldade, durante o maior tempo possível.

E isso o Brasil fez.

Tanto que acabou o primeiro quarto perdendo por 27 a 21.

No fm do 2º quarto a diferença foi maior, mas mesmo assim com bastante entrega brasileira, sem dar o menor sinal de vexame.

Tanto foi assim, que os norte-americanos comemoraram bastante uma sexta de 3 pontos no último instante deste mesmo quarto.

O Brasil não só não se entregara, como exigira entrega por parte dos norte-americanos, tanto que Kobe Bryant anulou Leandrinho com maestria na marcação.

Mas mesmo rasgando toda a seda para cima do Brasil, jogar o máximo contra os norte-americanos não significa a vitória. Nem mesmo estar na frente do placar uma única vez.

Mesmo quando o jogo parece igual, dá para fazer uma analogia de dois carros que andam a 120km/h. A diferença que um é Fusca, que anda a 120 no “vai que dá”, o outro é uma Ferrari, que parece estar sendo guardado na garagem à essa velocidade.

Então, no primeiro indício de vacilação dos brasileiros, lá se foi a proximidade e a diferença chegou a passar de 40 pontos.

Mesmo assim os brasileiros demonstraram a hombridade que se espera de atletas e voltaram para o último quarto focados em diminuir a distância quando a partida já estava recheada de reservas e conseguiu.

Acabou sendo a equipe que mais pontuou nos EUA até então neste Pré-Olímpico.

Com todas as ressalvas acima, tenho a frisar negativamente sobre o Brasil dois aspectos.

Os norte-americanos estavam inspiradissimos nas bolas de três (57 pontos), e os brasileiros em nenhum momento apertaram a marcação para os arremessos.

A diferença gritante se fez notar no 3º quarto, quando os norte-americanos fizeram uma marcação durissima, impedindo os brasileiros de arremessar de qualquer lugar da quadra.

Outro aspecto foi que os norte-americanos foram na jugular do Brasil desde o início, exercendo marcação implacável sobre Leandrinho. Isso eliminou qualquer chance de brilho com constância do Brasil. Alex e Tiago Splitter tiveram boas atuações, mas não todo o momento do jogo. É de Leandrinho que se espera tal atuação, e a preocupação em livrá-lo da marcação que Lula deve levar como aprendizado desta partida.

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Um abraço - Brasil x EUA

agosto 26th, 2007 | No Comments | Filed in Basquete

Kobe BryantHoje à noite já tenho o que fazer. 22:00 verei o EUA vencer o Brasil pelo Pré-Olímpico de basquete. Leandrinho e cia enfrentam Kobe Bryant e cia.

A derrota do Brasil não é pela Seleção estar no estágio ridículo que se encontrava nos últimos anos. Apenas é a constatação pela seriedade com que os norte-americanos vem encarando o Pré-Olímpico.

Três vitórias acachapantes em três jogos.

O que não irá impedir de torcer pelo Brasil, ainda mais no caso da Seleção começar bem, o que pode até dar a ilusão que Davi derrotará Golias.

Sendo essa situação bem interessante, que é sempre quando os norte-americanos sempre tratam de colocar o adversário no lugar, dando o devido show na quadra.

****

O jogo do Brasil contra Ilhas Virgens (ao menos o 2º tempo, já que no primeiro estava vendo o Fluminense ser garfado) já foi mais bonito de ser ver que Brasil x Canadá.

Como as bolas de três não caiam, o negócio foi o jogo se desenvolver mais no garrafão, possibilitando inúmeras enterradas e tocos (é… sem dúvida não há comparação com o vôlei feminino) deixando o jogo divertido de se ver.

O fim do jogo foi mais tenso também, pois a diferença era pequena. Ilhas Virgens foi na base de fazer falta para tentar ter a posse de bola. Não surtiu efeito, Brasil 93 x 89 Ilhas Virgens.

Ah! E quanto a ter de aturar Hélio Rubens, bem, abstraí. A voz do sujeito compõe apenas pano de fundo, como cachorros latindo ou namorada falando sobre qualquer coisa enquanto escrevo esse artigo. Nada importante, apenas barulho.

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Leandrinho leva o Brasil à vitória

agosto 23rd, 2007 | 6 Comments | Filed in Basquete

Bola de BasqueteO que vi ontem no jogo de Basquete Brasil 75×67 Canadá foi o suficiente para querer ver o próximo contra a Venezuela.

Se bem que, como o jogo é sexta-feira, já vi que não vou é ver nada.

Leandrinho joga muito mesmo. No 1º quarto ele foi o responsável pela vantagem que o Brasil abriu e que foi o diferencial para o resto da partida.

A atuação de Leandrinho nesse jogo, foi semelhante a de Marcelinho contra Porto Rico na final do Panamericano. Com a ressalva que no Pan era quase uma festa de tão fracos estavam os times.Nenê Hilário

Aliás, Marcelinho estava apagadíssimo. Mais apagado até que Nenê Hilário. Visivelmente fora de forma, o pivô brasileiro parecia Ronaldo Fenômeno na estréia da Copa do Mundo. Não foi à toa que o técnico Lula deixara-o no banco no início do jogo.

E coincidindo com a presença de Nenê, a ausência de Leandrinho na quadra, o Canadá encostou no marcador.

Mais do final do 3º quarto em diante, Nenê ficou mais ligado no jogo, e Leandrinho voltou a comandar a equipe, deixando o Brasil à frente, sempre em distância perigosa, porém controlada. Venceu com competência.

Pena que não entendo tanto de basquete que me permita assitir ao jogo com a TV no mudo.

Assistindo a transmissão da SporTV ontem, imaginei porque o basquete do Brasil esteve tão mal nos últimos 10 anos.

Hélio RubensHélio Rubens não cala a boca durante a transmissão. Fica com aquela voz onipresente danando a falar besteira. E essa topeira foi considerado o grande técnico brasileiro nos últimos anos.

Até por não entender grandes coisas de basquete, fiquei na mesma com as declarações do boquirroto Hélio Rubens.

Quando o time ganhava por mais de 10 pontos de diferença, Hélio Rubens que falava como papagaio, dizia que o importante era que o Lula colocava o time inteiro para jogar, utilizando bem do rodízio, que era importante para a partida e para a competição e blá, blá, blá.

Ressaltava também que o que fazia a diferença em favor do Brasil era a velocidade com que o time atacava, que fazia com que o Canadá não se encontrasse na defesa.

Quando o Canadá empatou, Hélio Rubens que agora falava como um papagaio ligado em 220V, bradava que  o Lula deveria definir um quinteto titular, que os demais deveriam entrar em momentos esporádicos da partida.

Além disso, a sumidade Hélio Rubens reclamava da afobação com que jogava a equipe brasileira, acelerando demais o jogo.

Falou mais que o narrador.

Felizmente estava lá o Miguel Ângelo da Luz para explicar um pouco do jogo e das táticas tanto de Brasil como Canadá.

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O couro vai comer

agosto 22nd, 2007 | 10 Comments | Filed in Basquete

Ainda mantenho a torcida pelo Fluminense por estar submetido à maior provação.

E é a essa provação que me submeterei daqui a uma hora.

Bola de Basquete21:30 começa o Pré-Olímpico de Basquete Masculino para o Brasil em Las Vegas. Em jogo duas vagas (lembrando que os EUA, donos da casa disputam tal vaga). Brasil x Canadá.

Não consigo ficar otimista pelo time contar com a presença dessa vez de jogadores que atuam pela NBA como Nenê do Denver Nuggets, Leandrinho do Phoenix Suns e Marquinhos do New Orleans Hornets.

Há tempos atrás um jogador brasileiro, que não fosse Oscar Schmitd na NBA seria impensável. Contudo, a NBA abriu sua porta à estrangeiros, com o interesse de correr o Mundo. A ida de brasileiros para NBA foi um caminho natural, que nada representa evolução do esporte no Brasil.

De qualquer forma, começo hoje na torcida para que eu esteja errado, e que os atletas da NBA e Europa tenham trazido mais competitividade ao basquetebol brasileiro, fora das Olimpíadas de 2000 e 2004, conseqüentemente, com muito pouca visibilidade.

Entenda como funciona o Pré-Olímpico

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Eu vi o Basquete

julho 29th, 2007 | 1 Comment | Filed in Basquete

Depois de penar para entrar na Arena e assistir aos jogos, curti muito o ginásio. Realmente ela é muito foda.

Vi os dois quartos finais de EUA x Argentina, mas nem entrei no clima desse jogo, pois ainda estava sobre o efeito da Bagunça da Organização.

À vera mesmo para mim, foi Uruguai x Panamá.

O Uruguai jogando seu basquetebol-força, burocrático, acabou vencendo o ingênuo, porém festivo Panamá. Foi o Panamá que levantou a torcida com jogadas de efeito.

Nesse momento, acontece a final entre Brasil x Porto Rico. O Brasil vence por 22×9.

O fato é que esse é o esporte que mais torço para que o Brasil se recupere, pois é muito triste ver a condição que o basquete brasileiro se encontra.

Até porque, espero que haja um renascimento do esporte por aqui no Brasil e no Rio de Janeiro, pois depois de ter frequentado a Arena, fiquei com um gostinho de quero mais. A Arena tem tudo para ser sub-utillizada, o que é uma pena.

Uruguai x Panamá

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Eu fui (e fiquei puto)

julho 29th, 2007 | 7 Comments | Filed in Basquete

Sexta-feira foi o dia de ia ao Pan. Mais especificamente, noite de ir ao Pan, já que me programei para ver os jogos de 19:45 e 22:00.

Escolhi o basquete masculino para ver, e comprei ingressos (pela internet) para EUA x Argentina e Uruguai x Panamá.

Para ser sincero, empolguei-me mesmo em ver os jogos à medida que o Pan se desenvolvia. Quando da compra do ingresso, a intenção era mesmo conhecer a Arena, e por que não, dizer que fui.

Pan - Arena Multiuso

Peguei o metrô na estação Carioca, no Centro do Rio de Janeiro às 18:00. Hora do Rush suprema. Eu deveria começar a ver o jogo em 1 hora e 45 minutos depois. Tempo que considero mais que suficiente para que se ocorra deslocamento a partir do Centro da cidade realizadora do evento, levando-se em conta a existência de faixas exclusivas.

O metrô funcionou como esperado, mas afinal, ele funcionou como em todos os dias mesmo. Não há mérito nisso.

Então, após catar o lotado metrô, peguei a integração de ônibus Del Castilho - Alvorada às 19:05.

E aí, o martírio começa.

Perguntei ao motorista do ônibus em quanto tempo chegava, e como resposta ouvi uns 45 minutos na Alvorada.

Ingênuo como Lincoln, perguntei se era esse tempo mesmo com a faixa exclusiva, e o motorista rindo, afirmou que há muito os cariocas cagavam para a existência de tal faixa e um abraço. Trânsito!

Como em “A Vida Como Ela é”, batata! Uma pregada de carros na faixa exclusiva, e eu vendo meu joguinho indo pro espaço.

19:45, EUA x Argentina começando, e eu finalmente na Alvorada, entrando em um ônibus para a Arena e já torcendo para demorarem a executar hinos e o escambau.

Não conhecedor da geografia da região, não reparei que o ônibus pegava um caminho no sentido inverso da Arena, mas Ana Paula perguntou:

- “Por que o ônibus vai para o outro lado?” - Ela reparou que a porcaria do ônibus, seguindo seu trajeto normal, se embrenhou em um engarrafamento desnecessário, para seguir o trajeto do dia-a-dia, mesmo sendo um ônibus destinado a levar o público ao evento. Nem perderei tempo descrevendo mais esse martírio de engarrafamento desenecessário, mesmo com a falta de educação dos motoristas cariocas.

Chegamos finalmente às 20:00.

Considerando execução de hino, paradas técnicas e coisa e tal, estimei perder um quarto do jogo “apenas”.

Ao chegar, vimos uma grande fila para entrar (mesmo com o jogo já começado), e fui para a fila para retirar meu ingresso (comprado pela internet).

Nas bilheterias, haviam 5 cabines (todas com funcionários). 3 para vendas na hora, e duas para troca de bilhetes com a presença de Voucher.

Bem, na fila, via paradoxalmente os que vinham comprar ingressos na hora, conseguindo seus ingressos mais rápido que eu com meu Voucher.

Próximo à boca do caixa, percebi que cometi um engano, pois vi os atendentes dos caixas para compra na hora informarem que não havia ingressos para a compra. Nem do jogo que acontecia, nem dos jogos dos dias seguintes (semi-finais e finais).

Fiquei me perguntando: “Se a porra das filas das trocas de ingresso estavam grandes, e três caixas ficavam à toa como paxás, parecendo a caseira de Ninet… (melhor eu não compltar o nome na vã tentativa de evitar um processo - é possível que a falta do último “e” dificulte a indexação via google), por que diabos não fazer os 5 caixas trocarem ingressos?”

Troquei meu ingresso (15 minutinhos perdidos aí) e fui para a fila.

E com o jogo começado, a fila demorava.

Entramos e fomos para a “revista”.

Engraçado que eu entrei sem ser revistado, já Ana Paula passou por detector de metais, depois foi revistada por OUTRO detector de metais de mão e teve que passar com a bolsa por aqueles troços de passar bolsa de aeroporto.

Não sabia eu que namorava alguém que carregava instrumentos que possam causar riscos em potencial. Ana Paula teve de deixar com os “organizadores”, um par de pinças de sombrancelha. Que ela não leia isso, mas desde então tenho medo de dormir sem me certificar que ela também esteja.

Ao menos, deixaram-na entrar com os três sacos de biscoito que evitariam comer o cachorro-quente pão com uma salsicha custando R$3,50.

O legal é que para equilibar, a “organização” não permitiu que nossa amiga ítalo-sansei Barryoko Ono pudesse entrar com seus sacos de biscoito. Contudo, as pinças dela entraram( abre teu olho Barriga).

Resultado: 20:30 entramos na porra da Arena.

Cheguei a comentar com Ana Paula:

“Ainda bem que os ingressos são numerados, porque essa porra está lotada, já não tem mais ingresso nem para os jogos de amanhã”.

Fui para o setor que estava indicado no meu ingresso.

Aí vem mais uma.

Comprei pela internet, o que era chamado de Setor B (R$30,00 cada). Em grosso modo, esse setor era no terço central (verticalmente falando) do ginásio.

E não é que as minhas cadeiras eram praticamente no teto!!! Para ser mais exato, quatro fileiras abaixo da última. (para dar uma idéia, a foto que está postada acima foi tirada abaixo, e não imediatamente abaixo, da posição da minha cadeira).

Fui reclamar, e avisar que não sentaria naquele lugar, pois havia comprado para o Setor B (R$30,00) e não sentaria no C (R$10,00).

O que deixaria qualquer um satisfeito, deixou-me mais puto ainda. A “organizadora” disse que todo mundo que comprara ingressos pela intetnet estava reclamando disso, e que poderia sentar em qualquer lugar porque os lugares marcados não estavam valendo.

Sendo assim, foi para o espaço o que achei pode ser o principal amortizador dos Jogos.

Ué? Mas espera aí? Os ingressos não estavam esgotados? Pois bem, devia ter por ali uma ocupação de 60% da capacidade da Arena. Vai saber onde foram parar os outros 40% dos ingressos…

Nessa brincadeira, foram embora dois quartos do jogo que gostaria de ver.

Nessas horas que gostaria de morar nos EUA. Pois ninguém diria que eu fui otário por acreditar que saindo 18:00 do Centro da cidade, utilizando o transporte multi-modal recomendado pela organização dos Jogos e pela prefeitura da cidade chegaria à tempo para o evento. Ninguém me tacharia de chato por querer processar a prefeitura.

Mas para mim, o pior de tudo é ver todo mundo feliz por poder sentar em qualquer lugar, independente de ter comprado em outra cadeira.

Como acabou ficando grande esse artigo, falarei do que foi bom em outro artigo, o jogo em si.

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EU VÔ!

abril 27th, 2007 | 5 Comments | Filed in Basquete

Bender - COMPRADO. Basquete masculino, jogão, Argentina x USA, dia 27/07, setor B, 30,00 (inteira), 15,00 (meia).

Além do jogo entre os atuais campeões olímpicos contra os inventores do basquete, de quebra vai ter Ilhas Virgens x Canadá. Dois por um.

Tentei também, obviamente, ver volei feminino (mesmo sem a seleção italiana), mas os jogos não estão disponíveis ainda, assim como volei de praia. Não sei qual jogo estará Leila, por isso não comprei.

Dá vontade de ver tudo, tem tiro, salto ornamental, tenis, ping-pong…

Natação, ginástica olímpica e Atletismo já tá quase tudo esgotado. As finais de volei, basquete, futsal tb.

Pra quem ainda não sabe onde conseguir os ingressos:

http://www.ingressosrio2007.com.br

Ainda tem pro jogo dos hermanos x americans, partiu geral?

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