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Aikido – Harmonia e Hematomas

December 22nd, 2010 por | Categorias: Aikido, Patrocinado.

“Para treinar Aikido basta uma decisão,
para absorver o Aikido basta tempo,
para entender o Aikido é necessário intensidade”
.

O Aikido é uma arte marcial tradicional japonesa criada pelo fundador Morihei Ueshiba, a quem todos os discípulos se referem como O-Sensei (ou “Grande Mestre”). É uma arte bastante peculiar, baseada em movimentos circulares, esquivas, deslocamentos e imobilizações que procuram oferecer ao praticante (com ajuda da física – é, a ciência mesmo) o mínimo possível de utilização da força para a execução das técnicas. Pode desta forma ser praticada por pessoas de ambos os sexos, independente da idade, força, tamanho ou peso, tornando-se assim uma dica imperdível para qualquer pessoa que se alinhe com a filosofia da arte.

Uma característica valiosa do Aikido é a ausência da relação vencedor-perdedor, no sentido esportivo do termo. No Aikido tradicional não existem competições, sendo que a batalha a ser travada é aquela dentro de nós mesmos, para vencer conflitos, medos, limitações, angústias e inseguranças de qualquer espécie, buscando o mínimo de resistência (ou força) para sua resolução.

Resumindo: no Aikido o seu adversário é você mesmo, e este objetivo é verdadeiramente desafiador. Em competições de habilidade, ganha aquele que está melhor preparado, naquele momento – o momento é o objetivo. No Aikido o combate é o seu dia-a-dia, e as diversas situações enfrentadas no quotidiano. Esta é a batalha muito mais difícil de ser vencida. E para isto é necessário o entendimento do valor do próximo como instrumento fundamental para a própria evolução, pois não há treino de Aikido sem a ajuda de um parceiro de treino.

Transportando este conceito para a vida humana, entende-se o valor do próximo para que nele possamos identificar nossos próprios defeitos, e com ele possamos entender os caminhos para nossa própria evolução pessoal, assim como, da mesma forma, aprender a auxiliar o próximo a também superar suas limitações. Toda esta bagagem subjetiva contribui sobremaneira para a construção de pessoas melhores, e conseqüentemente de um mundo melhor.

À despeito de tudo isto, o Aikido foi apresentado ao grande público através dos filmes do ator Steven Seagal, mestre 7ºdan da arte, mas que hoje em dia já abandonou suas atividades como instrutor e praticante. Sem dúvida nenhuma, Seagal apresentava a eficácia do Aikido como instrumento de defesa pessoal, mas pecou por não deixar clara toda a carga filosófica nela profundamente embutida.

Deixo aqui reproduzidos os “Lemas do Aikido”, escritos pelo O-Sensei Ueshiba e que servem como bússola para os praticantes que no Aikido tentam encontrar o caminho para o auto-conhecimento:

  1. MANTER A DISCIPLINA
  2. NÃO SE ENERVAR
  3. NÃO SE ENTRISTECER
  4. NÃO POSSUIR SENTIMENTO HOSTIL
  5. SER COMPREENSIVO
  6. SER TRANQUILO
  7. SER PACÍFICO
  8. MANTER A ÉTICA
  9. FAZER AMIZADE COM TODOS
  10. RESPEITAR A DEUS E AS PESSOAS
  11. SER HUMILDE
  12. SER JUSTO E HONESTO
  13. CONSCIENTIZAR-SE QUE O AIKIDO REPRESENTA O CAMINHO DE DEUS
  14. CONSCIENTIZAR-SE DE QUE A PRÁTICA DO AIKIDO TEM POR PRINCÍPIO O AUTO-CONHECIMENTO

E como uma imagem vale mais do que mil palavras, um vídeo com uma apresentação do mestre francês Christian Tissier, 7ºdan, tentando ilustrar o que foi dito.

Pra quem quiser maiores informações sobre o Aikido:

Em Blumenau/SCwww.kiniro-dojo.com.br

Em Niterói/RJwww.escoladeaikido.com.br

A Escola Meirelles de Aikido organiza constantemente seminários e apresentações para a divulgação do Aikido. Faça uma aula de Aikido.

Para mais dicas imperdíveis como essa, acesse o Blog Vivo On

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20 Comentarios Enviar por e-mail Enviar por e-mail

20 Comentários para “Aikido – Harmonia e Hematomas”

  1. Victor
    22/12/10 - 8:03

    “O pior Seagal é aquele que não quer ver” (ditado popular)

    Responda a este comentário

    Julio Cesar

    ggggggggggggggggg

    passando mal de rir!

    Responda a este comentário

  2. Gaburah
    22/12/10 - 9:29

    Responda a este comentário

  3. Julio Cesar
    22/12/10 - 14:18

    Seagal era foda!
    Machete matou Seagal, logo, Machete é foda!

    gggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggg

    Responda a este comentário

  4. Julio Cesar
    22/12/10 - 14:18

    E para completar, Machete don´t text, Machete improvise!

    ggggggggggggggggggggggg

    Responda a este comentário

  5. Ana Paula Esteves
    22/12/10 - 23:13

    O pior foi eu aqui procurando o ícone “curtir” para os comentários acima… heuaheuahe

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  6. Caio
    28/12/10 - 13:01

    Desculpe, mas esses “lemas” não foram escritos por O-Sensei e sim por um sensei brasileiro mesmo. O Aikido não se resume a lemas superficiais e uma filosofia tão rasa como essa.

    Abc,

    Responda a este comentário

    Gaburah

    Sem dúvida não se resume. Mas é o melhor que se pode compilar em algumas palavras.

    Seria muito mais proveitoso se você pudesse contribuir com informações e/ou material que enriqueça tanto o texto quanto o seu comentário.

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    Gaburah

    Em tempo: independente de qual grupo você integra.

    O objetivo aqui é apresentar a arte. A parte podre da política deixamos de fora.

    Seja bem-vindo para enriquecer o tema sobre a arte, sem que para isso seja necessário citar A, B ou C.

    Se és realmente um praticante tão erudito, tenho certeza que já entendeu o recado.

    Responda a este comentário

  7. caio
    28/12/10 - 18:22

    Desculpe-me se o meu comentario soou ofensivo. Apenas acho que se a intenção é informar e divulgar a arte, então que as fontes sejam precisas, correndo o risco de fazer-mos um desserviço a arte, como você bem citou Steven Seagal.
    E se me permite discordar, acho que alguns desses tais lemas podem ser “bonitinhos” mas são bem questionáveis. Não se enervar?? Amizade com todos?? Se você leu pelo menos um pouco sobre Osensei e os relatos dos seus deshis, sabe que ele não foi um santo e nem sempre cultivou amizades e nem tão pouco era uma pessoa das mais calmas, pelo contrário.
    Você não quer entrar na parte política (não citei e não pretendo citar nomes) mas um dos lemas diz que o aikido representa o caminho de Deus. De que Deus estamos falando? Divinidades orientais ou ocidentais? Osensei era extremamente religioso, porém nunca obrigou seus estudantes a seguirem suas crenças, aqueles que o fizeram foi por livre e expontânea vontade. Aikido não é religião, pode sim ser uma busca espiritual e de iluminação, quem sabe.
    Você não quer discutir política no seu espaço, que assim seja, mas a política está presente na vida em sociedade, para o bem ou para o mal!
    Não sou erudito, apenas gosto de ler e me informar sobre assuntos que me interessam, pratico aikido faz um bom tempo e honestamente prefiro treinar do que discutir política ou religião. Não defendo ou ataco nenhuma escola de aikido pois em todas elas sempre encontrei todos os tipos de pessoas, para o bem ou para o mal, bons praticantes e outros que deveriam passar longe de qualquer arte marcial, inclusive na própria federação a qual sou filiado.
    De qualquer forma, sua iniciativa de divulgar a arte é muito válida. Espero que saiba aceitar críticas.
    Um abraço!

    Responda a este comentário

    Victor

    Eu também sigo mais ou menos essa filosofia.
    Por conta própria, sempre meio que cagava para esses ensinamentos, ainda mais que não iria parar e me preocupar com alguma coisa que não assimilaria.
    Sei que dessa forma convivi muito bem por lá, até porque sempre encarei aikido como esporte e sociabilização, nada mais que isso, o que por si só já não é pouca coisa.

    Com isso, ficou tranquilo entender que isso não são mandamentos, mas um norte para a coletividade praticante do aikido.
    A bem da verdade, até podem ser mandamentos, e talvez seguí-los não sejam o essencial, mas buscar segui-los. Sei lá.

    Mas fiquei curioso:
    Quem diabos escreveu esses lemas?
    Fez se passando pelo O-Sensei ou fez por conta própria e o telefone sem fio foi desvirtuando?

    Responda a este comentário

    Gaburah

    Caio,

    Seu comentário não soou ofensivo. Como eu disse soou apenas vazio, pois não apresentou nenhuma luz ao texto ou aos pontos que você pareceu discordar. Ficou paracendo mera crítica pela crítica.

    A questão dos lemas torna-se então polêmica, pois sua grande veiculação (em tempos sem internet) se deu pela praticamente única fonte de informação sobre a arte disponível no Brasil até a década de 90 – o livro Aikido – O Caminho da Sabedoria – escrito por um famoso professor de Aikido no Brasil (não falei nem bem nem mal, apenas disse que ele é famoso). Esta literatura – ainda hoje consultada por praticamente 100% dos praticantes da arte – cita ipsi literis que estes lemas foram compilados por Ueshiba, e esta é a primeira vez que vejo alguém contestar a informação. Seria conveniente e muito interessante que você apresentasse os fatos que embasam a sua afirmação, até para que possamos iniciar o processo de esclarecimento e retirada das máscaras (do eventual autor da balela).

    Quanto a serem exequíveis ou não, aí é com cada praticante. É muito verdade tudo que você citou sobre a personalidade de O-Sensei e os climas dos treinos no Dojo do Inferno. Mas isso não quer dizer que os lemas não pudessem ser estabelecidos e promovidos a fim de buscar praticantes e pessoas melhores dentro e fora do Dojo. Não entendo no que uma coisa poderia anular a outra, sinceramente.

    Não se vive sem política, e a convivência mesmo em um mero blog sobre futebol corrobora isso diariamente. Minha relutância em entrar no assunto – e reitero, não vou entrar – é devido ao fato de não querer que aconteça por aqui aquilo que tristemente testemunho em grupos de discussão e comunidades de Aikido na internet: os caras começam a se engalfinhar defendendo professor A, B ou C e discussão da arte e da filosofia mesmo que é o que interessa, NADA. Totalmente desvirtuado, e muitas vezes isso tem incentivo até mesmo dos “grandes ícones do Aikido brasileiro”.

    Enfim, não me meto. Tenho GRANDES amigos na FEPAI, no Takemussu, no Cercle Tissier e outros. Frequento a todos com igual interesse e dedicação. Assim continuarei e farei força para que outros também o façam de mente aberta. Essa é a política que me interessa: a da boa vizinhança e respeito às diferenças.

    Fica tranquilo, não entendi nada como crítica. Só volto a pedir que apresente os fatos que embasam o seu ponto-de-vista. Só tem a enriquecer o post e me fazer enxergar melhor as coisas.

    A casa é sua, bicho. De verdade.

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    Gaburah

    Esqueci: a parte que cita que o aikido representa o caminho de Deus pode até ser realmente uma falha na interpretação de quem traduziu, até porque na cultura japonesa não existe um único Deus, mas vários.

    Essa é a primeira vez que isso me ocorre… Pode ser realmente que o caminho de Deus tivesse originalmente um sentido mais amplo, espiritual por assim dizer.

    Interessante, muito interessante.

    Responda a este comentário

    Victor

    Gaburah,
    somos cascudos nesse blog.

    Percebo na hora a preocupação em evitar que o post e/ou assunto descambem para outro que não o propósito, como aliás é comum acontecer com os de futebol.
    Até sei que nesse caso, pelo que parece o assunto deve ser sempre o mesmo e a chatice deva ser recorrente.

    Mas, CA-GA-LHOS, ficar cheio de dedos para dar nome aos bois só piora as coisas.

    O autor do livro é Wagner Bull (pesquisei no Google). Discutamos o que ele escreveu pelo que escreveu e não pelo que é, mas não mascaremos o fato que ele escreveu.

    ****
    Talvez por aqui não ser um fórum criado para o aikidô, este seja o local mais propício para discussões avançarem sem receios. Até pela característica holística e cética deste blog.
    Se conseguimos conviver com política do Vasco por aqui, duvido que não tiremos de letra os assuntos do Aikido.

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  8. Caio
    28/12/10 - 21:34

    Bom, 99,9% dos praticantes, se me permite, existem ótimos títulos traduzidos para o português escritos por Saotome sensei, Kishomaru Ueshiba e muitos outros, onde voce pode ler relatos escritos por pessoas que conviveram e aprenderam com Osensei. Se souber inglês então, a lista de títulos é enorme.
    O que embasa a minha afirmação é o fato de que nunca encontrei em nenhum outro dojo, fora os do supra citado sensei, tanto no Brasil quanto nos EUA, Canadá ou Europa onde já pude treinar, muito menos em nenhuma publicação tanto em português ou inglês que citasse estes “lemas”, portanto, acho que o ônus da prova está com quem faz a afirmação de que existe um texto escrito por Osensei onde constam tais lemas. Caso apareça tal texto ou citação bibliográfica publicada por uma fonte séria, serei o primeiro a me retratar. Não que eu ache que minha opinião vá mudar alguma coisa, mas tenho minhas convicções em relação ao Aikido.
    Não disse que os “lemas” são exequíveis, apenas rasos e um tanto ingênuos. Mas até aí, não me importo nem um pouco com isso pois cada professor pode inventar e escrever o que bem entender e cada um escolhe o professor e a escola que quiser.

    Segue aqui um link, do próprio site do Takemussu, onde existem algumas “regras” que ao meu ver fazem muito mais sentido que os tais “lemas”:

    http://www.aikikai.org.br/es_regras.html

    Aqui também algumas regras de etiqueta no dojo que se fossem seguidas sempre e por todos os praticantes, por si só já nos tornariam pessoas melhores:

    Chegue um pouco antes da hora estipulada para o início do treino para poder se trocar e começar no horário.

    Ao entrar, ou sair do dojo (local onde se pratica o caminho), faça uma reverência em pé, inclinando o tronco para frente.

    Ao entrar ou sair do tatami, faça sempre uma reverência em direção ao retrato do Fundador.
    Troque-se no vestiário e tenha sempre uma sandália para circular fora do tatami, evitando circular descalço nas dependências do dojo; com isso você evita trazer sujeira para o local onde você e seus parceiros estarão treinando. O aikido não é somente uma forma de luta, mas também uma maneira de polir o caráter, por isso mostre respeito pelo local que você está freqüentando.

    Ajude a manter o dojo em ordem, mantendo os vestiários limpos e ajudando a varrer o tatami. Se todos ajudarem o trabalho terminará rápido! Esse espaço pertence a todos e todos são responsáveis por ele.

    Procure manter-se asseado, com as unhas cortadas; pés limpos; kimono (ou dogui) em condições adequadas de higiene; sem maquiagem; e sem brincos, anéis, ou correntes que possam feri-lo, ou ao seu parceiro.

    A aula começa com uma cerimônia formal que visa preparar nosso espírito para o início da prática. Caso você precise chegar atrasado, troque-se e entre no tatami, ficando na posição de seiza (ajoelhado e sentado sobre os calcanhares). Nessa posição incline seu tronco para frente, cumprimentando a imagem do fundador do aikido, Morihei Ueshiba, e em seguida cumprimente o professor (sensei) da mesma forma, solicitando sua entrada com a expressão ONEGAI SHIMASSU (por favor).

    Faça o aquecimento mesmo chegando atrasado; ele é importante para preparar seu corpo para o treino.

    Você está praticando uma forma de luta e o contato físico é inevitável. Seu parceiro está entregando seu corpo para ajudá-lo a praticar, portanto, tome cuidado para não machucá-lo. Treine de forma tranqüila. Respeite seus próprios limites e as limitações de seu parceiro para evitar contusões. Respeite o outro, que você será respeitado.
    Você está aqui para praticar. Não imponha suas idéias aos outros. Se você conhecer o movimento que está sendo estudado e o seu parceiro não, conduza-o. Evite corrigi-lo ou instruí-lo sem a autorização do sensei.

    O modo correto de sentar-se no tatami é em seiza. Se tiver alguma lesão no joelho, poderá sentar-se de pernas cruzadas, mas nunca estiradas, nem com as costas apoiadas na parede. Devemos ficar alerta o tempo todo.

    Você não esta freqüentando um clube recreativo, portanto, preste atenção na aula. Quando o sensei estiver mostrando um exercício, fique sentado em seiza e procure prestar atenção às explicações, evitando distrações. Evite “bater papo”, contar as fofocas do dia, discutir o resultado do futebol, ou seja, falar sobre assuntos que não tenham relação com o treino. Quando o sensei terminar a explicação, agradeça, inclinando o tronco para frente. Se o sensei estiver instruindo outro aluno próximo a você, você pode suspender a prática a fim de observar. Sente-se formalmente e faça uma reverência quando ele terminar.

    Cumprimente seu parceiro de treino antes de iniciar um exercício, inclinando o tronco para frente e falando ONEGAI SHIMASSU (por favor). Ao fim do exercício cumprimente-o novamente, inclinando o tronco para frente e falando ARIGATO GOZAIMASHITA (obrigado). Ser educado é uma boa forma de evitar conflitos.
    Além de polir nosso caráter, as artes marciais forjam nosso espírito. O treino dura 1:30 hora, portanto, evite ficar saindo do tatami para beber água, não se sente de qualquer forma, não assuma uma postura desleixada. Procure agüentar um pouco do desconforto que você, por ventura, sinta. Caso você não se sinta bem, comunique seu mal estar ao sensei. Não saia do tatami sem falar com o sensei.

    Se você estiver inseguro quanto ao que fazer em determinada situação, consulte um sempai (aluno veteranos) ou simplesmente siga os passos dos outros. Embora pareçam haver muitas formas de etiqueta a lembrar, elas lhe ocorrerão naturalmente à medida que você for treinando. Por favor, não se aborreça se tiver a atenção chamada para um ponto de etiqueta, pois cada um deles é importante para a sua segurança e a sua experiência de aprendizado.

    Por fim, o dojo é uma pequena comunidade e cabe a cada do grupo preservá-la; cada um tem uma responsabilidade para consigo e para com os outros, devendo estar ciente dos seus direitos e deveres. Cuide de seus parceiros e das instalações do dojo! A sua mensalidade ajuda a pagar os custos do local, como aluguel, impostos e demais taxas, portanto procure manter os pagamentos em dia. Caso haja algum imprevisto procure conversar com o sensei e explicar a situação.

    Espero ter contribuido de alguma forma,

    Abc!

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    Gaburah

    Contribuiu sim, Caio.

    De maneira geral, essas regras que você colocou são adotadas por diversos Dojos – mudam as palavras, mas mantém-se o sentido. E sem dúvida são orientações gerais fundamentais para a manutenção da boa conduta antes, durante e após os treinos.

    Já tive a oportunidade de treinar em alguns dojos na Europa, bem como de participar de inúmeros seminários de Aikido no Brasil com respeitados mestres japoneses e ocidentais. Em nenhum deles foram sequer mencionados os lemas, mas cito aqui um episódio interessante: durante o seminário de Inagaki sensei (São Paulo 2007) o sensei citou ao final do treino algumas orientações muito parecidas com o Dojokun do Karate (inclusive sempre precedidos por Hitotsu). Pelo que me lembro (e posso estar errado), eram uma espécie de normas de conduta ou pilares filosóficos sobre a arte inclusive estudados e praticados no Ibaraki Dojo.

    Você estava nesse seminário? Lembra disso?

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  9. Caio
    3/01/11 - 16:36

    Eu estava em Sao Paulo nesta epoca, mas nao lembro se fui ou nao no seminario, preciso olhar no yudansha card. Vc lembra onde foi?

    Mas como havia dito antes, acho que cada professor pode adotar ou compilar as diretrizes e regras que achar melhores mas nao devem proclamar verdades baseadas em invencoes certo?

    Ja fui em seminarios e ouvi muita coisa bacana que realmente mudaram meu jeito de treinar Aikido. Mas tbm ja vi e ouvi muita besteira (isso de acordo com o meu julgamento) que chegava a dar vergonha. E esse é outro ponto, os alunos escolhem os seus professores, ninguém é obrigado a praticar Aikido da forma que este ou aquele professor ensina a arte. Naturalmente existem aqueles que preferem um treino mais energico, outros um pouco mais tecnicos, outros mais focados no ki, respiracao e por ai a fora… tem pra todo mundo ne? Ainda bem!

    Um abraco,

    Caio

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  10. Victor
    16/07/11 - 17:01

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