Reforço?
abril 24th, 2008 | 58 Comments | Filed in Futebol, VascoLeandro Amaral é reincorporado ao elenco
Ele está de volta e pode inclusive ser utilizado na Copa do Brasil! Alguém acredita nisso mesmo?
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Blá blá Gol Futebol por torcedores sensatos (se é que isso existe)
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Leandro Amaral é reincorporado ao elenco
Ele está de volta e pode inclusive ser utilizado na Copa do Brasil! Alguém acredita nisso mesmo?
Sobraram 16 times. 5 brasileiros, 5 argentinos, 2 mexicanos, 2 colombianos, 1 equatoriano e 1 uruguaio. Um desses será o campeão da Taça Libertadores da América de 2008 e irá disputar o mundial de clubes no Japão como já acontece há mais de 20 anos.
Acredito que o Fluminense será o que terá vida mais fácil. Mas isso é justo, pois foi o de melhor campanha em toda a primeira fase.
Esquecendo outras competições, o Flamengo deve encarar o jogo contra o América com seriedade e não perder o foco. O time mexicano é bom e não pode dar bobeira.
Agora vira mais palpite do que nunca, pois não vi jogos inteiros das outras equipes nessa Libertadores.
No confronto argentino deve dar River, pela lógica.
O Atlas ficou em primeiro num grupo muito complicado. Acho que leva a melhor sobre o argentino Lanús.
Cruzeiro x Boca sem dúvida é o jogo mais complicado. A raposa deu azar de enfrentar o atual bicho papão da América. Acho que, infelizmente, passa o Boca.
LDU é bom time e tem a altitude em seu favor (que mesmo com a insistência na discordância de alguns, faz diferença sim), e também assim eu elimino mais um argentino.
O Santos vai pegar o bom time do Cúcuta, de novo. Depois de partida emocionante o Peixe conseguiu a classificação. O bom é que o time já conhece como os colombianos jogam. Mas o técnico do Santos é o Leão. Passa o Cúcuta na minha opinião.
O São Paulo se jogar o mínimo do que sabe passa sem problemas pelo Nacional. Dá tricolor fácil, fácil…
Concordam? Não concordam? “Não enche o saco… estadual é mais importante”… “Vai trabalhar Bender”… “Copa Toyota”… os comentários estão aí.

Por conta dos jogos da Libertadores e da Copa do Brasil, não haverá na quarta-feira venda antecipada de ingressos para a decisão no Maracanã e no Engenhão. Mas haverá nos demais lugares e nestes estádios à partir de quinta.
Pontos de Venda antecipado:
Quem não mora nestes locais, que se coce.
Preços:
Idosos, deficientes físicos e menores de 12 anos têm gratuidade, e estudantes pagam meia-entrada mediante apresentação de carteira da instituição de ensino e identidade. No dia do jogo, os torcedores só poderão adquirir os ingressos nas bilheterias do Maracanã.
Os sócios-torcedores ou quem paga por algum plano especial, que fique esperando. Apesar de dois jogos, em nenhum haverá um clube mandante.
Parreira, com problemas particulares, rescindiu com a África do Sul e, para alegria do Saulo, o escolhido pelos africanos é o Natalino.
Inacreditável a escolha africana, e inacreditável a posição da diretoria rubro-negra até agora. Parece que Joel fica até a final do Carioca e vai embora, e só depois disso o Flamengo vai resolver o que fazer. E a Libertadores? Sei lá, se bem que de repente o time até melhora.
Arrependi-me duplamente de uma coisa apenas ontem no Maracanã:
Deliberadamente não ter levado a máquina digital.
Tenho certeza que quem não esteve no Maracanã, ou não torce para Botafogo ou Fluminense, viu um jogo chato e modorrento ontem. Mesmo que esteve no Maracanã e torce para Botafogo ou Fluminense viu um jogo chato e modorrento ontem no 1º tempo.
Pegando os melhores momentos em qualquer jornal, é provável que encontre-se dois no 1º tempo: pênalti no Washington e chute na trave do Alessandro.
Já o 2º tempo começou com outros ingredientes.
Os melhores momentos foram raros também, só que este foi diferente do 1º, e como…
Começou com o Botafogo alugando meio-campo, mesmo sem levar perigo ao gol de Fernando Henrique. Túlio e Diguinho ditavam o jogo encurralando o Fluminense em seu campo.
A torcida do Botafogo sentia o mesmo e cresceu, e dessa vez, eu que tanto meto o malho em torcidas, sou obrigado a dar a mão à palmatória. A do Fluminense reagiu por conta própria e formou-se o caldeirão. Desta vez, garanto que não é exagero dizer que o Maracanã ferveu.
E quando Cuca preparava a primeira substituição, isso com o Botafogo já tomando conta das ações do jogo, contra um Fluminense que nem contra-ataque esboçava, Robínson já levantou a bola:
O Cuca vai bagunçar com o Renato. O Botafogo já domina e ele ainda vai renovar o fôlego do time.
Na mesma hora, veio à minha mente a lembrança da semi-final contra o Vasco, onde Renato resolveu segurar todos os titulares em campo para que estes cobrassem os penalties. Nesta hora, começou a bater o desespero. Comentamos que ao contrário do Vasco que era um time fraco e com um treinador recém-chegado, o Botafogo engoliria o Fluminense. Seria muito difícil e improvável um time encolhido sem renovação de pernas e pulmões segurar um time bom como o do Botafogo.
Estavamos atrás de Renato e a gritaria era:
Mexe no time, Renato. Deixa de ser babaca com essa porra de penalti e mexe logo nessa merda.
E o Cuca ia fazendo suas substituições, fossem elas por contusão ou escolha de seu treinador, o que importa é que o Botafogo jogava melhor e tinha tudo para jogar melhor ainda.
Mas aí, o futebol resolve dar uma mãozinha para Renato. Se o que o jogo se apresentava, se os gritos de torcedores, se nada disso adiantava para fazer o treineiro do Fluminense enxergar o óbvio e sair do seu esconderijo de deixar os cascudos (sic) em campo, o futebol enviou este sinal. Em uma arrancada do Junior Cesar, Alessandro levou um segundo amarelo e deixou o Botafogo com 1 a menos em campo, com bastante tempo de jogo. A previsão era de uma guinada de 180º, considerando que o Fluminense dispunha ainda de 3 substituições e a possibilidade de colocar seu time escalado para se defender jogando no ataque.
Mas, puta que pariu. Renato deixou a merda do seu time do mesmo jeito. Apenas ocorreu uma ligeira translação do jogo um pouco para o campo do Botafogo, absolutamente natural na condição de 1 jogador a menos.
Se nós já comentávamos antes da expulsão da necessidade do Renato colocar um outro atacante (que poderia ser o Allan ou avançar o Cícero lá para frente) para tirar o Botafogo de cima, imagine agora então com um a mais. Aí ficava gritante a necessidade de se colocar Tartá e Allan, e tome correria para cima do Botafogo.
Renato não fez isso, e de repente… gol do Botafogo.
Explosão de um lado da arquibancada. E uma explosão que não deixa que o outro lado cogite abafar. Primeiro porque era a vibração da torcida do time que buscava o jogo, segundo porque só encontrou sua explosão em um momento de adversidade. E do outro lado, a torcida que apoiou teve de se calar frente a apatia (eufemismo de burrice) de seu treinador que com um a mais, com o elenco mais caro e escolhido por ele (não venham falar de desfalques. Dois atacantes de fora apenas) tentava deliberadamente segurar o Botafogo para decidir nos penalties.
O treineiro do Fluminense é um bobalhão. Faz uma pose dos infernos na beira do campo. Em diversas ocasiões pelo Blá blá Gol, comentei em jogos que o Fluminense tomava um gol no 1º tempo, Renato bobalhão mandava o time para o aquecimento. Sempre, invariavelmente. Parece que para o treineiro, substituições são instrumentos de punição/premiação (outra palhaçada dele é essa de ficar colocando o Roger para entrar em jogos que não valem nada e definidos aos 40 e tantos minutos do 2º tempo). Como bem disse Robínson, é inadmissível que um treinador não utilize as substituições em uma partida de futebol nos dias de hoje, em ordem de grandeza aproximada, renova-se quase 30% do time.
Então, lá para 40 e tal, o vacilão coloca o Tartá. E para falar disso, prefiro tentar reproduzir o que Cuca disse na coletiva sobre isso:
O Renato substituiu bem. Quando entrou o Tartá, ele e o Junior Cesar conseguiram nos dar trabalho e levar perigo pelo nosso lado direito que tinha perdido o Alessandro.
Fazendo uma tradução livre aqui, podemos ler a frase da seguinte forma:
Se o Renato coloca o Tartá assim que o Alessandro fora expulso, estavamos fudidos. Teria de rebolar para segurar o Tartá e o Junior Cesar pela nossa direita
E comentei com Robínson que tinha certeza que o Cuca sabia que o Renato não mexeria no time com o jogo empatado. Renato fez isso contra o Vasco, que oferece muito menos perigo que o Botafogo. Não se exporia contra o Glorioso.
A torcida do Fluminense teve de sair pianinha do Maracanã. Nem mesmo esboçar o orgulho bobo dos vascaínos ao perderem a semi-final com a superação de sua equipe ouo chororô do Glorioso contra os rubro-negros, já que contou com um pênalti a seu favor e duas expulsões do adversário.
Viu um adversário merecedor da vitória e se viu merecedor da derrota.
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A tarde trágica de Renato poderia parar em campo. Mas o arrogante-mor do futebol carioca resolveu ser o campeão da estupidez ontem ao dar entrevista coletiva.
Primeiro, Renato confirmou o medo. O medo foi treinado e orquestrado. O Fluminense não entrou recuado pela falta de atacantes (na verdade, dois desfalques já sabidos há mais de um mês) e sim por vontade e medo do treineiro:
Na expulsão do Alessandro, eu adiantei o Cícero. Gosto de futebol ofensivo, mas se eu coloco o Cícero na frente desde o início, a gente ficaria com quatro jogadores que não marcam. E eu não sou burro, pois o forte do Botafogo é o meio-de-campo. (Renato Gaúcho)
Depois vieram os festivais de “eles perderam”:
Para variar, Renato sempre explica o que faz, mas nunca erra. Como sempre, ele vem dizer que o Fluminense tomou um gol de desatenção e que isso não pode acontecer (sei lá, mas acho que se não fosse por desatenção, todos os jogos terminariam empatados em 0×0 - para Renato o gol não saiu porque o Fluminense deu o campo por opção sua ao Botafogo).
Também, sem querer colocar culpa no jogador (sic) disse que um lance do Tartá em que ele não driblou o Castillo para sofrer pênalti comprovava que ele estava certo em não colocar o menino na fogueira:
Não adianta botar um garoto e queimá-lo. O próprio Tartá poderia ter driblado o goleiro naquele lance no fim do jogo, mas ele não tem experiência e não podemos jogar a culpa nele.
E o caso do Washigton então. Esse foi o pior. Os de cima podem até passar (com muita boa-vontade) por ato falho. Mas o comentário à respeito do pênalti foi a mais cara-dura de tirar o dele da reta:
Eu vou conversar com eles na terça-feira para saber o que aconteceu. Antes do jogo, eu havia conversado com Thiago Neves, Conca e Gabriel. Eles deveriam decidir entre eles quem bateria um pênalti, caso houvesse. Não era para ter sido o Washington, que não estava nas melhores condições. Só que, na confusão, quando vi, o Washington é que estava com a bola, e naquela hora eu não poderia gritar mandando ele não não bater, porque ia tirar toda a moral do jogador.
Que porra é essa de conversar com eles na terça-feira?
Cara-de-pau, hipocrisia do diabo. Em conversa com Gabão depois do jogo, o mesmo levantou a seguinte questão:
Ué? Se o pênalti foi no primeiro tempo, por que ele não falou no intervalo?
Outra coisa:
Washington era um dos piores em campo, assim como no jogo contra o Vasco. Possivelmente sentia sua contusão. Mas mesmo assim, Renato fez questão de mantê-lo para cobrar os penalties contra o Vasco, e fazia o mesmo contra o Botafogo. Que história é essa agora que seu artilheiro não é cobrador de penalties? E se essa historinha é verdade, que porra é essa que não pode mandar ele não bater. Se o Renato tinha tanta convicção assim que o Washington não deveria cobrar o penalti, porque não pedir para o capitão Luis Alberto ir lá e desautorizar que o artilheiro cobrasse?
Sem contar que Washington bateu e fez contra o Vasco na semana anterior. Sem sacanagem, alguém acha que um jogador profissional, artilheiro do time, precisa de uma preparação especial para cobrar penalties em um jogo específico. O cara perdeu o penalti e pronto. Por nenhum motivo em especial. Simples assim.
O Washington deveria ter sido substituido no jogo, não por ter perdido o penalti, mas porque não conseguia dar seqüências às jogadas. Deveria ter sido também contra o Vasco. Mais erros na conta do Renato.
A crítica maior de Serginho Valente a Renato, é que ele despiroca-se todo na hora de decidir e mexr no time. Tem medo de decidir. Fez de novo contra Vasco e Botafogo. Teve o desprazer de levar o jogo contra um time reconhecidamente mais limitado para os penaltis (e teve de se dar por satisfeito pelo jogo apresentado) e uma derrota incontestável para um com melhor futebol. Teve o jogo do Vasco como aviso e não aprendeu. Teve a exspulsão de Alessandro e não aprendeu. Renato na berlinda.
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Outra coisa é não minimizar essa derrota no Estadual. Ela não é só um sinal de alerta vermelho. Vejamos o que essa derrota para o Botafogo representa:
Para ganhar a Libertadores, o Fluminense terá de superar mais 4 adversários. Certamente contra um ou dois desses, o Tricolor deverá buscar um resultado. Ainda deve uma demonstração que consegue fazer isso.
Reanto classificava seu time do ano passado como verde para a Libertadores. Mas será que o próprio também não é?
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Renato é um ídolo da torcida do Fluminense. Além de ser um cara que tem bom trato com a mídia. Essas características mascaram suas deificiências e, o seu jeito descontraído somado ao fato de falar bem encobrem a falta de humildade.
Continuo achando que faria um bem danado ao Fluminense que Renato comandasse o time lá de cima. Ele arma bem o esquema defensivo, e acho que menos preocupado em fazer jogo de cena à beira do campo, entenderia um pouco mais o que é necessário para colocar o time para vencer.
Aliás, comandar a equipe do alto é um conselho que deveria ser extendido a todos os técnicos de futebol. O campo é muito extenso para ter algum ganho do cara tentar controlar dali de baixo, com o agravente do sujeito não ver direito a partida e ainda se deixar levar pelo calor do jogo.
Antes de mais nada, este post é dedicado ao lesionado Boca-de-Aratéia, emérito babeça-de-bagre alvinegro, mais uma vítima do calabouço Peixotão. Boa recuperação!
E foi assim, um jogão principalmente no segundo tempo. Vi uma entrevista do Renato ao fim do jogo onde alinhava seu pensamento ao meu: qualquer um dos dois times poderia ter passado. Quis o destino que fosse o Botafogo, com um gol de oportunismo do polêmico (pra dizer o mínimo) Renato Silva.
Aliás, abro aqui um parênteses: vi poucas comemorações tão emocionadas de um gol quanto a do zagueiro. Os olhos do cara brilhavam, sua comemoração era eufórica, descontrolada, incontida… um êxtase. Renato Silva - com aval do Cuca - persegue um gol há muito tempo, provavelmente pra fazer um filme com a torcida. Quem diria que seria um gol tão importante como esse! Só peço encarecidamente que ele não se empolgue, pois via de regra gol de zagueiro é fruto de elemento surpresa, e chegadas do Renato Silva na área já deixaram de ser surpresa há muito tempo - para desespero da torcida.
Mas desta vez valeu. E como valeu!
Vou deixar a análise do Fluminense para quem de direito, mas destaco que foi um belo adversário mesmo quando o Botafogo INEXPLICAVELMENTE perdeu a razão, a cabeça, a esportividade e o bom-senso no fim do jogo. Só posso encontrar alguma explicação no destempero do time - com duas expulsões infantis, carrinhos totalmente desnecessários, jogadas duras e muito bate-boca - na vontade que já tá quase virando paranóia de conseguir ser campeão de alguma coisa. Só pode ser isso. O time está tão traumatizado por sempre ser (um dos) favorito (s) e não ter ganho nada, que a menor possibilidade de perder desequilibra todo mundo.
Isso me preocupa. Resultado: dois jogadores importantes fora da final (não sei se Jorge Henrique pega um jogo só por aquele absurdo), Castillo machucado (jogou no sacrifício absoluto - numa perna só! - pelo menos os 10min finais) e preocupação sobre qual o time que enfrentará o framengo: o Botafogo equilibrado e redondo dos últimos 4 ou 5 jogos ou o Botafogo destemperado da final da Taça Guanabara.
Achei o árbitro um cara meio confuso, mas que se errou, errou para os dois lados. Não vi o lance do pênalti, pois ontem foi um dia de amargar e eu estava no bagaço, dormi o primeiro tempo inteiro.
Pelo menos hoje foi o Marsiglia. Mas aturar o Galvão genérico é tão triste quanto aturar o original.

O Globoesporte.com fez mais uma vez a análise dos dois times da decisão. Desta vez, discordei bem mais que das outras. Por exemplo: acho o Gabriel melhor que o Alessandro e Lúcio Flávio melhor que o Conca.

O Big Brother enche o saco até depois de terminar. Agora inventaram um novo alvi-negro para a decisão. Sei não, mas acho que os torcedores não vão gostar disso.
O Botafogo é o time mais injustiçado do Brasil, assim como eu fui no Big Brother.
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ATUALIZAÇÃO:
O Fluminense não fica muito atrás em matérias de torcedores(as?) esquisitos(as?)
Sou Fluminense desde que era menino.

Já falei isso aqui. E não é nem questão de bairrismo.
Tenho raiva dessa babaquice generalizada de batizar jogador com alcunhas regionalistas. Quer diferenciar o cara, usa a porra do sobrenome.
Mais especificamente, me refiro ao unânime Wellington Paulista. É tão ridículo chamá-lo assim quanto ao Juninho de Pernambucano. Quantos Juninhos bons tem jogando bola? E na seleção? E na França? Faça-me o favor!
No caso do artilheiro do Botafogo, no time só tem outro Wellington, que já virou Wellington Jr. há muito tempo. Então peço encarecidamente pelo menos aos meus ilibados colegas de blog que juntem-se a mim nesta cruzada contra a preguiça que povoa a imprensa esportiva especializada.