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Archive for outubro, 2007

São Paulo Bi-Campeão Brasileiro! Não me emocionei. E daí?

outubro 31st, 2007 | 16 Comments | Filed in Campeonato Brasileiro 2007, Futebol

Escudo do São PauloConfirmando o bi-campeonato 2006/2007, o São Paulo chega ao seu 5º título brasileiro, igualando-se ao Flamengo e Palmeiras, ficando atrás apenas do Santos em números de campeonatos brasileiros.

Mantendo-se a fórmula de pontos corridos, creio que passará a fazer mais sentido a utilização dos prefixos para os títulos seguidos. Creio que aumente-se a freqüência de títulos seguidos por uma mesma equipe, e que haja menos variações de equipes campeãs.

Até porque, como já avaliado no início do ano, as equipes manterão suas bases para a temporada seguinte, basicamente por não ter muito o que tirar do Brasil que vá fazer grandes diferenças.

E sem craques ou mesmo um destaque que não seja seu goleiro, o São Paulo conquistou o título mais mamão com açúcar entre os Campeonatos Brasileiros.

Isso em nada deve desmerecer o título tricolor. O seu excelente planejamento, que permitiu manter-se forte durante todo o campeonato não deve ser usado de forma oposta. Deve ser ressaltado como qualidade que salta aos olhos do Campeão.

A superioridade do clube São Paulo é tão óbvia que faz parecer que o título foi menor. Pelo contrário.

E por que pelo contrário?

Pelo seguinte, mantida a disputa de pontos corridos para 2008 (pode ser que haja mudanças para 2009) o São Paulo é mais favorito que neste campeonato em virtude do diferencial que mostrou neste título.

Por essa razão, pela razão da afirmação hegemônica do Tricolor do Morumbi que esse título é especial.

E com todas as razões citadas acima, por que não consegui me emocionar com esse título?

Acredito que a emoção está diretamente relacionado com o grau de envolvimento que se tem com a disputa em si.

Não consigo me emocionar de forma alguma com nenhuma conquista em campeonato qualquer europeu. Somente com o do Milan na temporada 87/88 porque acompanhei torcendo para o Napoli.

Em 2007, o São Paulo assim que deixou o Botafogo para trás não deu sopa para ninguém, não deixou que ninguém se envolvesse com a disputa. Já que o Fluminense entrou, ridiculamente, para brincar resolvi acompanhar o Botafogo e me estrepei.

Não me envolvi nunca com a campanha do São Paulo. E por isso que me pergunto: E daí? Pergunte a um são-paulino se a opinião dele é a mesma da minha.

 

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Em tempo, coerentemente nem perdi meu tempo assistindo ao jogo São Paulo 3×0 América-RN.

Preferi ver o jogo dos dois times que vem aguçando mais minha atenção, Flamengo x Corinthians.

Goiás e Náutico parecem times de papel laminado. De nada adiantou o Flamengo vencer que esses porcarias perderam dentro de casa. Estão doidos para entregar os pontos para o Timão.

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UPDATE: Pelo visto, a opinião são-paulina derruba meu argumento.

Ainda bem que tem jogos mais importantes

outubro 31st, 2007 | No Comments | Filed in Campeonato Brasileiro 2007, Futebol

Usando e abusando da desculpa de já estar classificado para a Libertadores, o Fluminense, que na verdade não consegue disputar as primeiras posições do campeonato, foi para Florianópolis vendendo aquela historinha de laboratório para a Libertadores.

Entrou com 3 zagueiros e só Adriano Magrão na frente.

Pensem bem. Adriano Magrão acompanhado já é difícil. Sozinho então.

E como o Figueirense é o outro time sem sal deste campeonato (não foi à toa que fizeram aquela finalzinha meia-boca da Copa do Brasil) o jogo ficou murchinho murchinho.

Tartá e LéoO Fluminense voltou para o 2º tempo com Tartá no lugar de Fabinho e Thiago Neves descaradamente de atacante.

Até que melhorou um pouco para o lado tricolor, porque estava ridicula a saída de bola do Figueirense. Adriano Magrão saiu e entrou Soares que deveria fazer dupla com Thiago Neves. Deveria, porque quem ficou lá na frente foi o meia. E enquanto esteve em campo, pressionava a saída de bola do Figueirense com alguns bons resultados. Onde estava o descansado Soares? Vai saber.

Então saiu Thiago Neves e entrou Léo, assim como Tartá, das divisões de base tricolor. E lá para o fim do jogo, cada um meteu um gol. Sem terem jogado nada de mais.

Sorte que deve vir título do São Paulo por aí, tem Flamengo x Corinthians, que qualquer resultado joga um deles na fogueira e mais outros jogos com um pouco mais de interesse, para ninguém ficar vangloriando os jogadores recém-lançados no elenco tricolor.

Xerém

A Copa do Mundo é nossa… É mesmo???

outubro 31st, 2007 | 15 Comments | Filed in Futebol

A confirmação da FIFA do Brasil para a organização da Copa do Mundo de 2014 não foi surpresa para ninguém. E o fato é sim para ser comemorado pelo povo brasileiro, que depois do Maracanazo, vai poder torcer pelo esquadrão canarinho aqui mesmo no país. Mas não há como não reparar nas diferenças das condições na escolha do Brasil como sede, hoje e no passado.

Em 50, o Brasil foi uma solução para que a competição se realizasse fora do caos da Europa pós-Hitler. Num tempo em que as viagens intercontinentais ainda eram meio complicadas, doze países enviaram suas seleções ao Brasil. O país se mobilizou em torno do futebol e além de realizar uma Copa razoavelmente organizada, ganhou de presente uma jóia única, que foi o Maracanã. O palco que até hoje, aos trancos e barrancos, continua como o principal do futebol brasileiro e dos maiores do mundo.

Hoje em dia, a escolha é puramente política. E entre os delegados da FIFA e o Comitê de Organização passa a existir uma relação que se compara à de um empresário que compra uma franquia do McDonalds: você banca, eu mando; você faz, eu decido se está bom. Se por acaso e em algum momento essas condições saem do equilíbrio, a entidade simplesmente pula fora e vai se ajeitar a toque de caixa com outro alguém mais rico e mais competente. Sem pestanejar. E em nome do orgulho nacional é que a conta pode parar no meu bolso, e no seu.

A começar pela comitiva tupiniquim em Zurique, contando com governadores, ministros, presidentes (do Brasil e da CBF), o técnico Dunga, Romário e… Paulo Coelho!!!! Pois esta foi a escalação do time que foi buscar a Copa para o Brasil. Diferente das candidaturas dos últimos tempos, quando a França e Alemanha puseram respectivamente Michel Platini e ninguém menos que o Kaiser Franz Beckenbauer nas cabeças de suas organizações (EUA e Japão-Coréia não teriam ninguém para colocar mesmo, né???). Houve mesmo uma profusão de políticos e pessoas muito mais preocupadas com self-promotion, do que como farão para realizar o evento e de onde tirarão dinheiro para tal. Pelé, o ícone maior e sinônimo do esporte, não estava lá. Nem o Zico, o Rivellino, o Taffarel. Faltou uma grande figura, um ídolo popular com carisma e honestidade, para tomar as rédeas na empreitada com a confiança de todos. Uma imagem de tranparência e da prioridade ao esporte. Mas o Ricardão Teixeira e o Paulo Coelho estavam lá. E o Romário, né? Beleza. Caráter ilibado, esse. Mas o despreparo da trupe não parou na escalação, que para mim, só salvava o Dunga. O Lula ainda cometeu a deselegância diplomática de catucar os argentinos, sem a menor necessidade, nem graça. E o Paulo Coelho, bem, ainda não entendi o que estava fazendo lá, muito menos porque ele disse o que disse. Se alguém souber, desenha pra mim. Senhor Paulo Coelho, o senhor é um fanfarrão. Não tinham ninguém melhor para levar, então, paciência.

Teoricamente, nos lugares sérios a conta é dividida da seguinte forma: a iniciativa privada, clubes e empresários se encarregam das instalações, prédios, estádios, hospedagem, serviços. Tudo que eles podem continuar explorando depois do fim da competição. Ao governo, cabe realizar as melhorias de infra-estrutura, ou seja, energia, trânsito, transportes, segurança, urbanização. Tudo que a população continuará desfrutando após o evento. Mas o Panamericano do Rio já nos mostrou que por aqui as coisas não funcionam desta forma. A tal da iniciativa privada não deu conta, e para evitar o vexame em escala continental, o governo em todas as esferas bancaram a conclusão do cronograma atrasado, e através de licitações suspeitas e contas nunca fechadas, o dinheiro do povo foi pelo ralo, enquanto políticos arrotavam a sua própria competência (populismo, eu fiz, sou o bom) e a empolgação do povo ao receber o evento e os turistas (me engana que eu gosto). Na semana seguinte, a violência não vista durante aquelas duas semanas voltou aos noticiários, enquanto os bens adquiridos com dinheiro público, como exemplo a frota de carros de polícia, já estavam pegando poeira no pátio. Sem contar os equipamentos esportivos, que burocraticamente, ficam apodrecendo num depósito enquanto alguém tarda a decidir em entregá-los aos atletas que deles precisam para seu treinamento.

Todas as medidas estruturais para a cidade foram paliativos, uma maquiagem para disfarçar. Lembram das faixas amarelas nas vias, exclusivas para tráfego das comitivas do Pan? Resolveu para o evento, mas depois, o engarrafamento carioca permaneceu igual. Isso porque o Pan aconteceu só no Rio. Para a montagem de uma Copa do Mundo serão dez cidades, ou doze.

Nesse aspecto, a experiência do Panamericano já foi ruim. E para a Copa começar mal, Joseph Blatter já declarou que a FIFA não tolera qualquer intromissão (leia-se fiscalização) nas contas envolvidas no evento. Uma CPI poderia até, em caso extremo, significar a cassação da filiação do Brasil junto à entidade máxima do futebol.

Mas como fazer da Copa minha, sua, de todos, se os personagens centrais da organização fecham os olhos para os problemas que vivemos no nosso dia-a-dia? Têm essas pessoas o direito de usar o dinheiro que deveria estar sendo empregado em coisas básicas como saneamento, saúde e educação, para satisfazer às suas vaidades? Não adianta o Ricardo Teixeira ignorar os repórteres que o questionaram sobre o problema da violência, dizendo que “nos Estados Unidos, as crianças levam armas para a escola e atiram umas nas outras”. Isso é problema deles. Mas nós temos os nossos. E, pelo mundo afora, esse é o objetivo de uma cidade ou país que quer receber uma Copa ou Olimpíada: resolver problemas sociais e estruturais e mostrar ao mundo que conseguiu cumprir suas metas.

Mas num país em que não se faz nada direito, a preocupação daqueles é que ela seja “a melhor de todos os tempos”. O governo, ou seja, todos nós, não podemos arcar com a megalomania de alguns, pois como o Brasil, mesmo com a “estabilidade” alardeada pelo nosso presidente, ainda está no terceiro mundo e não pode se dar ao luxo de gastar numa Copa como se fosse do primeiro.

Então, nos resta esperar para ver o que vai acontecer. Não tenho dúvidas de que a Copa sai. Só espero que os dirigentes de hoje e seus sucessores tenham (ou criem) a consciência de que podemos sim fazer uma bela Copa do Mundo, só que muita coisa deverá ser feita para melhorar a vida do povo, e não apenas nas cidades-sede. E que se organize tudo para que seja uma festa para esse mesmo povo, não um evento para vips, autoridades e turistas, enquanto uma população que sofre com falta de tudo fica do lado de fora dos estádios. Ainda pagando a conta. Se a Copa será nossa ou deles, só o tempo vai dizer.

Poesia no Gramado (retirado do Blog do Juca)

outubro 31st, 2007 | 3 Comments | Filed in Botafogo, Futebol

O Evangelho segundo o João

Mané Garrincha, o segundo maior gênio da história do futebol, faria amanhã, 28 de outubro, 74 anos.

Por ROBERTO VIEIRA

Não. Não fiquei triste com a morte dele. Pra que mentir? Não pude me vingar. Eu preferia que ele nem tivesse existido. Pouparia muitos do desemprego, da vergonha. Você não imagina o que é rirem de você. Milhares de pessoas rindo de você, como se você fosse um palhaço de circo mambembe. Até mesmo seus amigos, seus filhos, rindo.

Eu sempre joguei sério. Na bola. Sempre fui respeitado. Quando era pequeno rezava todas as noites para ser um craque. Um jogador de futebol. Eu acreditava nas minhas orações. Obedecia meus pais. Pedia a benção. Vim jogar no Rio. Virei capa de revista. Comecei a sonhar com a seleção. Foi aí que meu mundo virou de pernas pro ar.

Eu o conhecia das peneiras. Um aleijado. Dava pena. Chegava calado e saía mudo. Quando os técnicos viam aquelas pernas eles o mandavam embora. Mas ele sempre voltava.

Foi então que um dia eu soube que ele enfeitiçou o Nilton. Logo o Nilton, meu ídolo! E foi escalado pra jogar no Botafogo. E começou a fazer gols.

Imaginei que devia ser piedade divina e fiquei na minha. Um dia nosso destino iria se cruzar. E seria seu fim.

Coronel e Jordan tinham conversado comigo:

‘Cuidado!’

Eu fiquei rindo. Ele também tinha enfeitiçado os dois. Prometi a mim mesmo que eu ia acabar com aquela palhaçada.

Chegou o dia. Domingo. Maracanã lotado.

Batem o centro. Vem a primeira bola e eu me antecipo. Sério. Na bola. Toco para o ataque e volto correndo para minha posição. Sem pena. Pois o que Coronel e Jordan sentiam era pena. Eu ia mostrar ao mundo a farsa das pernas tortas.

A segunda bola escapou de suas chuteiras.

O primeiro tempo se encaminhava para o fim quando ele domina a pelota. Eu entro no meio do joelho dele. Sem pena. Pra quebrar. Ele cai. Olha o joelho. Levanta.

Alguém na geral grita:

‘Quebra ele!’

Ele sorri. Para a geral e para mim. Como um passarinho no alçapão. Aquilo me desconcertou. A pancada que eu dei poderia derrubar uma parede. Mas ele levantou sorrindo pra mim.

O Maracanã lotado.

E a bola chegou até ele um segundo antes de mim. E ele partiu na direção do gol. Eu atrás. Ele parou, súbito. Eu passei, lotado. Voltei e dei um carrinho. Ele escapou pela direita. Eu levantei e ele driblou pela esquerda. Beijei o chão. Ele cruzou na cabeça de Paulo Valentim. Gol.

Perdi a conta das vezes em que fui driblado. Não vi mais a cor da bola. O Botafogo venceu por 6×2. Alegria do povo.

Porém, um lance ficou gravado em minha memória. Sem dribles. Pisei num buraco. Chorei de dor. Ele partia em direção ao gol. Seria o sétimo gol. A torcida já gritava ‘7, 7, 7′… As mesmas pessoas que gritavam ‘quebra, quebra, quebra’.

Inexplicavelmente ele parou e tocou a bola para fora. Tocou a bola para fora pra que eu fosse atendido.

Fratura. Aleijado. Ele me ajudou a sair de campo.

Nunca mais nos vimos.

Eu vim trabalhar nessa fábrica. As capas de revista eu guardo lá em casa.

Com o tempo ele virou gênio. Tão aleijado quanto eu. Cheio de mulheres. De fama.

De vez em quando vem um jornalista como você vem me entrevistar.

Quer saber a verdade. A verdade?

A verdade é que não. Não fiquei triste com a morte dele. Pra que mentir? Não pude me vingar.

Eu preferia que ele nem tivesse existido.

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Retirado do Blog do Juca.

Voltei (e satisfações)

outubro 31st, 2007 | 2 Comments | Filed in Sem categoria

Pode ter passado despercebido, pois Serginho, Bender e Gaburah seguraram as pontas no site, contudo não conseguia acessar o site, de minha casa, por mais de uma semana.

Tal condição não deve ter causado transtornos para a maioria dos leitores do Blá blá Gol, pois como citado antes, os demais autores mantiveram a ordem na casa. Só que houveram transtornos pontuais como o Bolão que não pode ser atualizado e alguns comentários não foram moderados. Sem contar o fato que eu não pude postar, nem comentar, nem responder aos comentários.

Tal problema ocorreu porque o Blá blá Gol migrou para um novo servidor. Tal migração tirou o site do ar talvez por um dia para todos os usuários no sábado. Depois de terminado esse processo, tudo deveria ter se estabilizado para todos, porém, pelo menos aos assinantes da NET de Niterói, o site ficou fora do ar.

Da empresa que faz minha hospedagem, soube que era apenas para ligar para a NET e pedir para atualizarem o IP do site no novo servidor. Até para quem é leigo, como eu, sabe que isso deve ser uma operação de rotina no provedor.

Além de mandar um e-mail para a NET (o e-mail que mandei é o que está na área de contato do site da RedeCidade), liguei na segunda-feira.

O e-mail não foi respondido. Na ligação abriram um odiosa ocorrência e prometeram resolver o problema em 48h. Era segunda-feira da semana passada (22/10/2007)

Não tenho dúvidas que o atendente tratou o caso como se fosse apenas um site fora do ar e que depois voltava.

48 horas se passaram, e nada de site voltar ao ar. Liguei e veio a resposta lacônica que o servidor estava em “manutenção preventiva”. Traduzindo, enrolaram-me.

Já era quarta-feira (24/10/2007) e dessa vez deram prazo máximo de 72 horas para dar uma resposta (antes eram 48 para resolver).

Em todas as ligações, pedia para que entrassem em contato via e-mail, o que nunca aconteceu. Liguei na sexta-feira para obter ciência sobre a ocorrência e foi dito que não tinha resposta e que eu teria de esperar as 72 horas, que magicamente encerrariam na segunda, pois deveria contar dias-úteis (embora o site funcione no fim de semana). Aleguei que estavam me enrolando e faltando com o devido respeito, pois nunca entravam em contato para dar uma posição, nem que seja para dizer que tinha fudido a porra toda.

Domingo à noite resolvi que não iria ligar de novo na segunda-feira para ouvir as mesmas ladainhas. Até porque, iria para a obra por volta de 6:00 e só poderia ligar à noite, o que me faria perder mais um dia.

Foi então que, com os e-mail disponíveis nos sites da NET (RedeCidade) e do provedor (Megazon), enviei outra mensagem avisando do problema, ressaltando que eu, o cliente, não era quem deveria estar buscando a solução técnica, que os transtornos estavam aumentando, e, que eu iria procurar uma forma de depositar os futuros pagamentos em juízo.

E não é que na segunda, enquanto eu estava na obra, ligaram-me de NET! Claro que não tinha como eu dar atenção. Disse que ligava à noite.

Liguei à noite, e o atendente me disse que no prazo de 24 horas entrariam em contato comigo. Disse-me que o caso já estava na “supervisão” (seja lá o que isso siginifica).

Passaram 24 horas, e nenhum contato. Então, terça-feira à noite (30/10/2007) liguei com o intuito de ser a última ligação que eu faria.

E não é que pediram outras 24 horas?

A atendente alegou que dessa vez já tinha sido aberta nova ocorrência e encaminhada para a área técnica (ora bolas, se era um problema técnico, para onde teria ido antes as outras ocorrências?). Disse-me que em 24 horas teriam uma resposta, mesmo que para, dessa vez, dizer que lombrou tudo.

Como a ocorrência tinha sido aberta na verdade de manhã e não à noite, resolvi esperar então.

E não é que hoje (31/10/2007) de manhã, o site estava no ar para mim.

Ainda tenho de verificar se os porcalhões ajeitaram apenas para mim, ou se fizeram o serviço direito e liberaram para todas as pessoas que usam a NET em Niterói.

O que ficou claro para mim, que só funcionou e trataram com respeito (ou medo) quando resolvi que irira deixar de pagar, tanto a NET, quanto ao provedor.

Das próximas vezes que derem problema, é dessa forma que farei minha abordagem. É dessa forma que aconselho também quem tiver problemas.

Tem de fazer sentir no bolso.

Aos poucos volto a colocar o site nos eixos.

Abraços

Victor

Flamengo ganha mais uma, mas Joel não se calou

outubro 29th, 2007 | 22 Comments | Filed in Flamengo, Futebol

181351.jpegO Flamengo ganha sua terceira partida seguida (Vasco, Grêmio e América) e continua na 6ª colocação. Como já adiantei em comentários anteriores, os adversários mudaram. Mesmo com o baixo nível técnico do campeonato, disputar com Paraná e Juventude é diferente de disputar com Grêmio, Cruzeiro e Santos.

Noronha não cansava de dizer que o América merecia o empate. E como Noronha queria isso!!! Repetiu 78 vezes, mesmo depois dos gols ridículos que o Souza e Obina perderam. Aliás, a quantidade de contra-ataques perdidos mostra que o time do Flamengo ainda é fraco. O lado positivo dos gols ridículos perdidos por Obina é mostrar pra torcida que a brincadeira “melhor que o Ettô” é, e continua sendo, brincadeira!!! Está na hora da torcida apoiar o Souza, que vem jogando bem, mesmo sendo limitadíssimo. Ontem ele não ficou em impedimento nem 1 única vez! No jogo, destaque para Léo Moura, disparado o melhor do time ontem.

Mais uma amostra do nível do campeonato é notar que, mesmo jogando “em casa”, o jogo de ontem contra o Ameriquinha foi mais difícil do que o jogo contra o Grêmio.

E cala-te Joel…

Nos 3 dias de festa no Nordeste, Joel Santana pediu que a torcida do América torcesse pelo Flamengo. A torcida do Flamengo precisa da torcida de qualquer outro time? E ainda mais do América de Natal???

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A pérola do Joel só serviu para a torcida do América se revoltar. Clique nas imagens para visualizar.

Abaixo imagens das arquibancadas do Machadão no treino do Flamengo no sábado e em torno do estádio no dia do jogo. Com 75% do estádio rubro-negro, o Joel precisava fazer o triste pedido?

torcida_fla_treino.JPGmachadao_torcida_flamengo.JPG

Clique nas imagens para visualizar.

Up-grade de fotos do jogo atendendo ao pedido de Gaburah. E pra mostrar como o Flamengo explora mal seu potencial. Aliás, não explora.

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Jogos do fim de semana

outubro 29th, 2007 | 6 Comments | Filed in Futebol

O Flamengo continua sua marcha para Libertadores, fez o necessário e venceu o América-RN pelo placar mínimo. Joel Santana quase complica o jogo com sua declaração desnecessária pedindo que a torcida potiguar torcesse contra o próprio time.

O Fluminense segue esperando o campeonato terminar burocraticamente. Também não tem como pedir pro grupo se motivar com anúncios de contratações em pleno campeonato.

O Botafogo deu mais um passo na fuga do rebaixamento, aliás, escapou do rebaixamento. Vale destacar o belíssimo frango do Roger, goleiro do Gaburah. Julio César é muito melhor.

O Vasco poderia ter ganho e com um gol do aposentado Romário, que demonstra mais uma vez que, NESTE time do Vasco, ainda pode ser útil. Cheguei a conclusão que o intocável Amaral é esquema do Eurico. Não há explicação pro pior jogador do time jamais sequer ser ameaçado de barração, inclusive com técnicos diferentes. A segunda divisão se aproxima perigosamente.

O Corinthians venceu com gols estranhos. Não entendi o pênalti, e no segundo gol teve uma falta não marcada no jogador do Figueirense, e não sei se o Finazzi estava impedido. Alguém sabe? Acho que já começou a operação pra salvar o “timão”.

O Campeão São Paulo venceu, segue tranqüilo sua caminhada. Triste este campeonato.

Máquina Tricolor

outubro 27th, 2007 | 5 Comments | Filed in Futebol

Se for mesmo verdade, começa bem a montagem da máquina tricolor rumo a Tóquio.

Parece que o Fluminense acertou a volta de um jogador que em sua primeira passagem pelas Laranjeiras marcou época. Saiu de lá, apesar dos esforços da diretoria, para marcar seu nome na história do futebol mundial, jogando em grandes clubes internacionais.

E agora retorna para comandar o ataque tricolor, talvez por sua identificação com um torneio como a Libertadores da América, que encaixa perfeitamente com seu estilo aguerrido e vibrante.

Receberá cerca de R$ 300 mil de luvas por um contrato de dois anos, com salários em torno dos R$ 170 mil mensais. Um excelente investimento, já que apesar de experiente trata-se de um jovem valor.

Tapete vermelho para o artilheiro dos gols bonitos nas Laranjeiras ano que vem. Pior para o Botafogo que perde seu grande ídolo Dodô.

Até quando os clubes cariocas vão continuar sem o menor senso de realidade?

Um bom motivo para torcer pelo São Paulo

outubro 26th, 2007 | 8 Comments | Filed in Musas

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Lewis Hamilton e Botafogo Campeões! Nunca Serão!

outubro 25th, 2007 | 12 Comments | Filed in Botafogo, Campeonato Brasileiro 2007, Copa Sul-Americana 2007, Copa do Brasil 2007, Futebol, Fórmula-1

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