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Archive for julho, 2007

Nova Tabela de pontuação da Temporada 2007 de Fórmula-1

julho 31st, 2007 | 6 Comments | Filed in Fórmula-1

A FIA atualizou a pontuação com a inclusão de mais um piloto.

Confira como ficaram as 8 primeiras posições:

1 – Lewis Hamilton                  70 pontos

2 – Fernando Alonso               68 pontos

3 – Felipe Massa                     59 pontos

4 – Kimi Raikkonem                52 pontos

5 – Nick Heidfeld                    36 pontos

6 – Nelson Piquet          29 pontos

7 – Robert Kubica                   24 pontos

8 – Giancarlo Fisichella            17 pontos

Alguém pode me explicar?

julho 31st, 2007 | 5 Comments | Filed in Campeonato Brasileiro 2007, Flamengo, Futebol

Ando meio burro ultimamente.

Responsabilizaram o Pan pela bagunça na tabela do Campeonato Brasileiro. Tivemos de aceitar essa justificativa retirada a fórceps (nãocusta ressaltar que sabia-se todas as datas do Pan antes da confecção da tabela do Campeonato).

Diretamente, o Pan afetou o número de jogos dos times do Rio de Janeiro.

Terminado o Pan, esperava-se que esses mesmos times dessem um gás para ajeitar a tabela.

E não é que ao colocar os jogos da 16ª rodada no Bolão, o estagiário reparou que essa seria uma rodada de 9 partidas apenas.

E logo quem vai folgar?

O Flamengo, time que já tem menos jogos no campeonato.

Perguntado o porquê disso pelo estagiário, não soube responder. Alguém sabe?

****

Em tempo, com uma semana para treinar com seus novos e supostamente talentosos jogadores, vindo de um resultado não necessariamente horroroso fora de casa, não daria para deixar Ney Franco mais um joguinho só?

Piquet muito à vera!

julho 30th, 2007 | 3 Comments | Filed in Artes Marciais, Fórmula-1

Não é pra boicotar a notícia do amigo Victor, mas sim pra completar a informação. Uma imagem vale mais do que mil palavras.

Testosterona na F1. Queria ver o Schumacher jogar esse cara pra fora da pista…

piquet-a-vera.jpg

 

Maneiro que até o locutor comenta que Nelson Piquet e Eliseo Salazar partiram para o Karate.

Nelson Piquet de recuperação

julho 30th, 2007 | 4 Comments | Filed in Fórmula-1

Nelson Piquet, figura recorrente em citações no Blá blá Gol está de recuperação na escola.

Por ter 29 pontos na carteira de motorista,  o tricampeão mundial de Fórmula-1 está fazendo curso de reciclagem no Detran de Brasília.

Enquanto isso, o piloto não vai poder guiar por aqui.

Deve ser meio curioso ser o professor de direção de Nelson Piquet.

É nisso que dá entregar carteira de motorista para qualquer um.

Nelson Piquet fazendo curso de reciclagem em direção

Alguém ainda acredita em Julio Cesar?

julho 30th, 2007 | 44 Comments | Filed in Botafogo, Campeonato Brasileiro 2007, Futebol

Frangolino

Deve ter uns 6 meses que Julio Cesar ganhou a posição de titular do Botafogo.

Em 6 meses:

1) Expulsão no primeiro jogo da final do Carioca entre Botafogo x Flamengo.

2) Falha na eliminação da Copa do Brasil contra o Figueirense, no jogo da bandeirinha Ana Paula Oliveira.

3) Como classificado por Gaburah, falha totalmente bizarra contra o Náutico.

Os dois primeiros erros podem ter sido pagos com a perda dos respectivos campeonatos estadual e da Copa do Brasil.

O terceiro erro serviu de aviso, pois o time conseguiu se recuperar e vencer a partida contra o Náutico.

O 4º contra o Cruzeiro pode começar a custar o Campeonato Brasileiro.

O Botafogo deve acreditar muito em seu goleiro. Eu não acredito.

Só uma pergunta

julho 30th, 2007 | 11 Comments | Filed in Campeonato Brasileiro 2007, Flamengo

Só uma pergunta. Só uma mesmo.

Vale para torcedores de qualquer time.

Você trocaria Ney Franco por … Joel Santana?

 

 

Prancheta do Joel

Eu vi o Basquete

julho 29th, 2007 | 1 Comment | Filed in Basquete

Depois de penar para entrar na Arena e assistir aos jogos, curti muito o ginásio. Realmente ela é muito foda.

Vi os dois quartos finais de EUA x Argentina, mas nem entrei no clima desse jogo, pois ainda estava sobre o efeito da Bagunça da Organização.

À vera mesmo para mim, foi Uruguai x Panamá.

O Uruguai jogando seu basquetebol-força, burocrático, acabou vencendo o ingênuo, porém festivo Panamá. Foi o Panamá que levantou a torcida com jogadas de efeito.

Nesse momento, acontece a final entre Brasil x Porto Rico. O Brasil vence por 22×9.

O fato é que esse é o esporte que mais torço para que o Brasil se recupere, pois é muito triste ver a condição que o basquete brasileiro se encontra.

Até porque, espero que haja um renascimento do esporte por aqui no Brasil e no Rio de Janeiro, pois depois de ter frequentado a Arena, fiquei com um gostinho de quero mais. A Arena tem tudo para ser sub-utillizada, o que é uma pena.

Uruguai x Panamá

Eu fui (e fiquei puto)

julho 29th, 2007 | 7 Comments | Filed in Basquete

Sexta-feira foi o dia de ia ao Pan. Mais especificamente, noite de ir ao Pan, já que me programei para ver os jogos de 19:45 e 22:00.

Escolhi o basquete masculino para ver, e comprei ingressos (pela internet) para EUA x Argentina e Uruguai x Panamá.

Para ser sincero, empolguei-me mesmo em ver os jogos à medida que o Pan se desenvolvia. Quando da compra do ingresso, a intenção era mesmo conhecer a Arena, e por que não, dizer que fui.

Pan - Arena Multiuso

Peguei o metrô na estação Carioca, no Centro do Rio de Janeiro às 18:00. Hora do Rush suprema. Eu deveria começar a ver o jogo em 1 hora e 45 minutos depois. Tempo que considero mais que suficiente para que se ocorra deslocamento a partir do Centro da cidade realizadora do evento, levando-se em conta a existência de faixas exclusivas.

O metrô funcionou como esperado, mas afinal, ele funcionou como em todos os dias mesmo. Não há mérito nisso.

Então, após catar o lotado metrô, peguei a integração de ônibus Del Castilho - Alvorada às 19:05.

E aí, o martírio começa.

Perguntei ao motorista do ônibus em quanto tempo chegava, e como resposta ouvi uns 45 minutos na Alvorada.

Ingênuo como Lincoln, perguntei se era esse tempo mesmo com a faixa exclusiva, e o motorista rindo, afirmou que há muito os cariocas cagavam para a existência de tal faixa e um abraço. Trânsito!

Como em “A Vida Como Ela é”, batata! Uma pregada de carros na faixa exclusiva, e eu vendo meu joguinho indo pro espaço.

19:45, EUA x Argentina começando, e eu finalmente na Alvorada, entrando em um ônibus para a Arena e já torcendo para demorarem a executar hinos e o escambau.

Não conhecedor da geografia da região, não reparei que o ônibus pegava um caminho no sentido inverso da Arena, mas Ana Paula perguntou:

- “Por que o ônibus vai para o outro lado?” - Ela reparou que a porcaria do ônibus, seguindo seu trajeto normal, se embrenhou em um engarrafamento desnecessário, para seguir o trajeto do dia-a-dia, mesmo sendo um ônibus destinado a levar o público ao evento. Nem perderei tempo descrevendo mais esse martírio de engarrafamento desenecessário, mesmo com a falta de educação dos motoristas cariocas.

Chegamos finalmente às 20:00.

Considerando execução de hino, paradas técnicas e coisa e tal, estimei perder um quarto do jogo “apenas”.

Ao chegar, vimos uma grande fila para entrar (mesmo com o jogo já começado), e fui para a fila para retirar meu ingresso (comprado pela internet).

Nas bilheterias, haviam 5 cabines (todas com funcionários). 3 para vendas na hora, e duas para troca de bilhetes com a presença de Voucher.

Bem, na fila, via paradoxalmente os que vinham comprar ingressos na hora, conseguindo seus ingressos mais rápido que eu com meu Voucher.

Próximo à boca do caixa, percebi que cometi um engano, pois vi os atendentes dos caixas para compra na hora informarem que não havia ingressos para a compra. Nem do jogo que acontecia, nem dos jogos dos dias seguintes (semi-finais e finais).

Fiquei me perguntando: “Se a porra das filas das trocas de ingresso estavam grandes, e três caixas ficavam à toa como paxás, parecendo a caseira de Ninet… (melhor eu não compltar o nome na vã tentativa de evitar um processo - é possível que a falta do último “e” dificulte a indexação via google), por que diabos não fazer os 5 caixas trocarem ingressos?”

Troquei meu ingresso (15 minutinhos perdidos aí) e fui para a fila.

E com o jogo começado, a fila demorava.

Entramos e fomos para a “revista”.

Engraçado que eu entrei sem ser revistado, já Ana Paula passou por detector de metais, depois foi revistada por OUTRO detector de metais de mão e teve que passar com a bolsa por aqueles troços de passar bolsa de aeroporto.

Não sabia eu que namorava alguém que carregava instrumentos que possam causar riscos em potencial. Ana Paula teve de deixar com os “organizadores”, um par de pinças de sombrancelha. Que ela não leia isso, mas desde então tenho medo de dormir sem me certificar que ela também esteja.

Ao menos, deixaram-na entrar com os três sacos de biscoito que evitariam comer o cachorro-quente pão com uma salsicha custando R$3,50.

O legal é que para equilibar, a “organização” não permitiu que nossa amiga ítalo-sansei Barryoko Ono pudesse entrar com seus sacos de biscoito. Contudo, as pinças dela entraram( abre teu olho Barriga).

Resultado: 20:30 entramos na porra da Arena.

Cheguei a comentar com Ana Paula:

“Ainda bem que os ingressos são numerados, porque essa porra está lotada, já não tem mais ingresso nem para os jogos de amanhã”.

Fui para o setor que estava indicado no meu ingresso.

Aí vem mais uma.

Comprei pela internet, o que era chamado de Setor B (R$30,00 cada). Em grosso modo, esse setor era no terço central (verticalmente falando) do ginásio.

E não é que as minhas cadeiras eram praticamente no teto!!! Para ser mais exato, quatro fileiras abaixo da última. (para dar uma idéia, a foto que está postada acima foi tirada abaixo, e não imediatamente abaixo, da posição da minha cadeira).

Fui reclamar, e avisar que não sentaria naquele lugar, pois havia comprado para o Setor B (R$30,00) e não sentaria no C (R$10,00).

O que deixaria qualquer um satisfeito, deixou-me mais puto ainda. A “organizadora” disse que todo mundo que comprara ingressos pela intetnet estava reclamando disso, e que poderia sentar em qualquer lugar porque os lugares marcados não estavam valendo.

Sendo assim, foi para o espaço o que achei pode ser o principal amortizador dos Jogos.

Ué? Mas espera aí? Os ingressos não estavam esgotados? Pois bem, devia ter por ali uma ocupação de 60% da capacidade da Arena. Vai saber onde foram parar os outros 40% dos ingressos…

Nessa brincadeira, foram embora dois quartos do jogo que gostaria de ver.

Nessas horas que gostaria de morar nos EUA. Pois ninguém diria que eu fui otário por acreditar que saindo 18:00 do Centro da cidade, utilizando o transporte multi-modal recomendado pela organização dos Jogos e pela prefeitura da cidade chegaria à tempo para o evento. Ninguém me tacharia de chato por querer processar a prefeitura.

Mas para mim, o pior de tudo é ver todo mundo feliz por poder sentar em qualquer lugar, independente de ter comprado em outra cadeira.

Como acabou ficando grande esse artigo, falarei do que foi bom em outro artigo, o jogo em si.

Entrei no Orkut das Gêmeas

julho 28th, 2007 | 4 Comments | Filed in Musas, Nado Sincronizado

Deu no Globo: http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=8346470069351290189

gemeas.jpg

Boxe

julho 27th, 2007 | 10 Comments | Filed in Sem categoria

pedro-lima.JPG

Sei que posso dar pano pra manga da sacanagem da rapaziada, mas tenho que registrar: poucas conquistas de atletas brasileiros realmente me emocionam tanto quanto as da galera do boxe. Taí um esporte de gente realmente sofrida, gente que treina em academias ao ar livre, debaixo de ponte, que come pão com salsicha e bebe água, mas não desiste. O boxe nas periferias de muitas grandes cidades brasileiras é a esperança de crianças, jovens e adultos para conseguir mudar os rumos da vida e trilhar um caminho de glórias. Mais ou menos como o futebol, mas a diferença é que o cara literalmente apanha muito pra conseguir.

Deve ser justamente essa empatia que tornou a série do Rocky Balboa uma referência tão carismática na vida das pessoas.

Hoje, depois de 44 anos de espera (e de espera nós alvinegros entendemos bem), um baiano deu ao Brasil a sofrida e tão sonhada medalha de ouro nos jogos Panamericanos. Pedro Lima derrotou o superfavorito campeão mundial Demetrius Andrade numa luta emocionante pelos contornos estratégicos utilizados. E como foi bonito ver um baiano com uma cara humilde, cansada e sofrida - o espelho de um brasileiro genuíno, da mais pura estirpe - atônito e radiante por uma conquista tão esperada, tão perseguida, tão sonhada, e que naquele momento finalmente estava em suas mãos cheias de esparadrapo.

Muito bonito, de verdade. Talvez a cena mais emblemática do Panamericano Rio 2007 até agora. E palmas pro Popó, um cara que não ganhou um centavo, nem crédito, e não sei nem se foi convidado pela comitiva do boxe, mas que esteve presente em absolutamente TODAS as lutas de TODAS as categorias onde havia um brasileiro aconselhando, orientando, torcendo, apoiando, e com os olhos cheios d’água pela conquista do humilde Pedro Lima. Em suas palavras, numa outra final: “Essa medalha tem que sair, porque isso vai mudar a vida dessas pessoas”.

Cara, nessas horas, mais ainda, SER BRASILEIRO É FODA.