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Archive for julho, 2006

Ainda a Copa do Brasil

julho 29th, 2006 | 5 Comments | Filed in Uncategorized


Por problemas técnicos o escudinho do Flamengo não apareceu no posto do título da Copa do Brasil. Então ele vai agora junto com o comentário na íntegra do rubro-negro Rafael Bender

Rafael Bender - Hahaha…O blog tá ficando maneiro.

Então vamos às colocações, vou colocar heim!

Imparcialidade – Logo após o título do Fla, vem o título do Victor: “Bola pra frente”. Sensação nostálgica, de perdedor, de sofredor, aquele que depois da derrota inquestionável, ainda acha espaço para um mínimo de otimismo, de que as coisas vão melhorar. O nobre tricolor que conduz o blog deveria ser um pouco mais imparcial. Tudo bem, claro, vc tem que torcer contra o Fla mesmo (afinal, faz parte do arco-íris), mas comentários como “Não digo que o Fla tenha merecido vencer o jogo mas o Vasco não fez nada para vencer”, ou “A um ponto da zona de rebaixamento e comemorando?”. Meu caro amigo, sei que ambos os times são fracos, mas vc tem que se esforçar muito pra ver o jogo com uma certa imparcialidade. O Flamengo dominou as ações desde o primeiro minuto do primeiro tempo do primeiro jogo. Impôs o seu ritmo de jogo, sempre teve as melhores chances de gol e concluiu melhor. Não foi um caso de jogar na retranca e ganhar os jogos em contra-ataques mortais (o que não vejo problema nenhum, mas não foi o caso). Mas tudo bem. Normal. É assim mesmo. Isso passa.

As finais – Como já dito acima, os times são fraquíssimos, mas o Fla foi infinitamente superior, deu as cartas e não deixou o Vasco ameaçar nunca.

Choradeira – Essa bacalhoada chorando é o que faz com que o futebol seja diferenciado dos outros esportes. Essa saudável rivalidade que envolve por volta de 50, dos 180 milhões de brasileiros é melhor que qualquer Copa do Mundo. Não é novidade pra ninguém, escutar essa galera dizer que não vai mais torcer, que deixou pra lá… Isso já aconteceu no Tri-Vice, no Vice do Torneio de Verão da Fifa, e quando o Vasco conseguiu 3 vices em menos de 4 meses (na primeira metade de 2000, entrando pro Guiness daquele ano). É só o time fazer uma boa campanha ou chegar numa final que volta tudo. Como também não é novidade os tais papos de “temos títulos mais importantes que eu vi o Vasco ganhar, temos estádio, outras oportunidades virão…etc etc etc.”

Ney Franco – Os que me conhecem sabem da minha opinião sobre técnicos. Muito ajudam quando não atrapalham. O melhor é aquele que faz menos besteiras. Quem ganha jogo é o craque, o bom jogador, o mediano, o perna-de-pau, e até o Obina, mas o técnico perde. Perde quando faz besteira, seja na escalação, no esquema, na substituição e na passividade. Aquele que faz menos besteira, geralmente sai vencedor. Não acredito que a substituição do Toró foi para “adiantar o time e inibir ainda mais o Vasco”. Visto que Toró já tinha cartão amarelo, Ney optou pela troca por Obina para evitar a lei da compensação utilizada pelos árbitros. Certamente, na próxima falta que Toró cometesse (qualquer uma, mesmo boba), ele também iria pro chuveiro mais cedo. Nesse ponto Ney me surpreendeu.

Esquema de jogo – O futebol de hoje (arte ou força, tanto faz) precisa de bons laterais. No meio é muita marcação. Não sei se Léo Moura e Juan são tão melhores assim que os laterais do Vasco, mas apareceram muito mais e foram decisivos. Destaco também o Jônatas, que vem jogando muito bem há muito tempo. Sabe marcar, lançar, apoiar, e tem se mostrado até habilidoso com a bola nos pés.

Futuro próximo – Acho o time do Fla tão ruim quanto o do Vasco. O Bi da Copa do Brasil veio pelos motivos acima. O Fla tem que se esforçar pra escapar do rebaixamento, o que já será um grande feito. Não há condições para brigar pelo hexa brasileiro com esse time, e se não houver reforços, a eliminação na 1ª fase da Libertadores é certa.

Me engana que eu gosto – As coisas mudam. Se hoje podem jogar 5 times brasileiros na Libertadores e o objetivo da Copa do Brasil é classificar o campeão pra disputá-la, só lamento. Antes, eram só 2 times (Campeão brasileiro e da Copa do Brasil). Acho razoável que os times da Libertadores não joguem a Copa do Brasil do mesmo ano. Melhoraria um pouco se voltasse a ser como no início, onde somente o campeão e vice dos estaduais disputavam a Copa do Brasil. Dois times por estado daria uma competição com 40 e poucos times, além de valorizar os estaduais. Mas isso demandaria uma grande reestruturação no calendário. E como a CBF não gosta de trabalhar muito.

Maracanã – É um absurdo o que estão fazendo. O encolhimento do estádio só se justificaria com a construção de outros mais modernos. O Rio precisa de um estádio pra 150 mil pessoas ou mais. A tal obra não termina nunca, a Suderj enrola tudo, nada acontece, e a gente fica espremido na arquibancada. Não que eu queira poltronas e garçons, mas rola um desconforto total.

PM – A vergonha do Brasil. A entidade que representa o poder público e deveria proteger o cidadão só sabe baixar o pau. Não falam nada, nem perguntam, já chegam batendo com o cassetete. Os caras não têm competência nem para organizar uma fila. Não satisfeitos com o tumulto que fazem do lado de fora, quando consegue-se entrar e ver o jogo, lá vêem eles e começam a brigar com a torcida. Também rolou confusão entre a PM e a torcida do Vasco, mas por que a TV só mostrou a confusão do lado do Fla eu não sei.

Empurrão do Renato no Papel – Hahaha… Muito engraçado!!! O melhor momento doVasco na final.

Putz… ficou enorme, mas fazer o que né? Foi mal, é que temos que comemorar mais esse vice inédito do Vasco.

Um abraço,
BI CAMPEÃO!!!

Bola pra frente

julho 27th, 2006 | 8 Comments | Filed in Uncategorized

Victor Pimentel A um ponto da zona de rebaixamento e comemorando? Claro. Tem motivos. Campeão (alguns vão me corrigir e dizer bi) da Copa do Brasil, em cima do freguês Vasco e classificado com 6 meses de antecedência para a Libertadores. É motivo de sobra.

Como dito antes, o Flamengo ganhou a Copa no 1º jogo. Ainda assim, foi ajudado ontem por Valdir Papel, que foi expulso por ser estabanado, por falta de técnica, por ter… atitude(?) com poucos minutos de jogo (deviam ter uns 15).

Aí foi um abraço. Tendo de tirar uma vantagem de 2 gols e com um a menos, ficaram espaços de sobra na zaga cruzmaltina e o gol de Juan saiu normalmente.

Claro que não dá para esquecer que entre a expulsão e o gol de Juan, houve duas substituições, uma de cada time. Ambos colocando atacantes no time. Renato para tentar fazer qualquer coisa e Ney Franco para adiantar o time e inibir ainda mais o Vasco. Deu certo a substituição do Fla. A do Vasco, não deu errado, mas também não tinha muito que ser feito.

Flamengo, aliás, perdeu a chance de colocar esse jogo na história dos confrontos Flamengo x Vasco com uma goleada histórica. Pois só administrou o jogo ao invés de martelar o Vasco que ia para cima (sem pressionar) com um a menos. Isso ao menos, serve de alento aos vascaínos. Perderam, mas correram atrás da bola. Tiveram a tal da “atitude” (ficou comprovado que ela não é pré-requisito básico para se ganhar um título).

O Renato deveria dar um empurrão em si próprio. Não tinha nada que escalar Valdir Papel. Não tinha uma pessoa no mundo que não soubesse que ia melhor de Valdiran ou Ernane. Mesmo que ele não tivesse sido expulso. O técnico foi cheio de atitude, mas não soube escalar, como fez Ney Franco.

E o futuro do Flamengo?

É muito comum um time pré-classificado relaxar no Brasileiro, ainda mais uma equipe que não tem mais chances de conquistá-lo. Porém, o relaxamento do Flamengo significa rebaixamento.

Ao contrário do Vasco, a outra equipe do Flamengo que estava jogando o Brasileiro, não é a reserva. E sim um mistão formado por jogadores que não poderiam atuar na Copa do Brasil. Entretanto, esse mistão teria perdido a Copa do Brasil para o Santa Cruz (tomou de 3×0 no último jogo). E agora? Vai entrar o time que venceu a Copa do Brasil, ou jogam os jogadores do Ipatinga?

Se administração de times de futebol fosse algo no Flamengo, a partir de hoje seria usado o fato de já estar na Libertadores. Isso implica na certeza de maior arrecadação no ano que vem, e quem sabe até nesse ano mesmo. Isso deveria levar a um maior investimento, que já poderia começar por agora, até para melhorar no Brasileirão.

O Vasco não desdenhou por completo o Brasileirão (o que acho que fez muito bem) e está no meio da tabela. Vida que segue na Colina.

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O São Paulo vai se firmando cada vez mais como o maior clube do Brasil, firmando-se e disparando.

Decisão

julho 25th, 2006 | 11 Comments | Filed in Uncategorized

Victor Pimentel - Quarta é dia de semi-finais de Libertadores, mas tirando são-paulinos e colorados, o resto do país vai ficar de olho (inclusive eu, dessa vez por vontade própria) na Copa do Brasil

Mesmo que seja em uma Copa esvaziada (já discutimos no Blog sobre os motivos) é uma decisão de parar o Brasil.

Mesmo com um Maracanã também esvaziado por sucessivas obras (aliás, o Maracanã é o único lugar que faz obras de retração - essa discussão ainda não tivemos), a procura por ingresso foi feroz. Domingo o ingresso só era encontrado no mercado negro por R$50,00. nem imagino se existe ainda e quanto está custando.

De qualquer forma, se quando tiveram decisões entre Palmeiras e Cruzeiro, Corinthians e Grêmio, a Copa do Brasil era tido como um espetáculo, pela mídia (lembrem-se que Tite “passou” a ser grande técnico em uma dessas finais). O que dizer então de Vasco x Flamengo?

Fica aberto o espaço para provocações, comentários, análises, choradeira, chiadeira, reclamações, debates, discussões e o escambau que envolva o “Clássico dos Milhões”.

Antes, durante e após o jogo.

Reformulações ?

julho 25th, 2006 | No Comments | Filed in Uncategorized

Victor Pimentel - Saiu hoje em “O Globo” artigo sobre a reformulação nos procedimentos da Seleção brasileira que serão executados por Ricardo Teixeira.

O trecho em particular que me interessa é o seguinte:

Não serão permitidos blogs pessoais durante a competição, bem como o excessivo trânsito de assessores e empresários na concentracão. Até questões contratuais podem ser revistas. A CBF estuda se exigirá participação nos contratos. E poderá obrigá-los, como já faz a seleção da Alemanha, a usarem chuteiras e luvas da marca que patrocina a entidade. Atualmente o uso é liberado. Quem não aceitar as mudanças, não será chamado.”

A Seleção continua um balcão de negócios da CBF. Na aba do fracasso da Seleção na Copa de 2006, a CBF parece querer culpar as propagandas pelo mau-desempenho da Seleção. É mais ou menos assim: Fazer propaganda para um rival dos patrocinadores da CBF atrapalha o desempenho, para o fornecedor da CBF ajuda!

Será que o Brasil perdeu a Copa porque Kaká usava chuteiras Adidas e não usava camisa da Nike na propaganda do Guaraná Antarctica?

Interessante também, é lembrar que para acessar ao blog (pessoal, eu acho) do Kaká eu ia pela página do Guaraná Antarctica (patrocinador “oficial” da Seleção Brasileira)

A comissãso técnica poderá manter blogs (Américo Faria tinha o seu)?

Caso Kaká se recuse a usar chuteiras Nike (porque dão bolhas no pé, porque o contrato dele com a Adidas não permita, ou simplesmente porque ele não quer) ele será cortado da Seleção?

O link para esse artigo é:

http://oglobo.globo.com/jornal/esportes/284988655.asp

Em outro artigo de “O Globo”, leio que haverá renovação parcial dos jogadores da Seleção Brasileira. Utilizando-se jogadores das divisões de base da CBF.

O artigo é uma entrevista de Dunga a Fábio Juppa.

Duas perguntas e respostas pertinentes (trechos grifados por mim):

Qual é o seu maior desafio?

DUNGA: Quero uma seleção vibrante, com a cara do povo brasileiro. Haverá renovação, de forma automática, já que muitos jogadores estão deixando a equipe. Precisamos de uma seleção vibrante e com qualidade.

Diante dessa proposta, por onde começar a transformação?

DUNGA: O presidente Ricardo Teixeira quer implementar uma nova filosofia de trabalho. Tenho vontade e algumas idéias serão discutidas hoje (ontem, quando se reuniria com o dirigente). A primeira coisa é conseguir ligar os jogadores das categorias de base da CBF à seleção principal, uma vez que isso quase não acontece. Poucos garotos que participam das seleções de categorias inferiores chegam ao time profissional. Temos de aproveitar a experiência que eles acumulam e prepará-los para futuras Copas do Mundo.”

É consenso que os jogadores mais rodados que atuam em solo nacional, com duas ou três exceções, não têm condições de atuar na Seleção Brasileira. Mas essa medida abriria espaço para jogadores mais novos que ainda jogam por aqui.

Eu acho salutar, mas espero que seja feito com bom-senso e não como pretexto para apenas valorizar jogadores para exportação.

É incontestável que a “Era Parreira” terminou com a bagunça que eram mais de 100 jogadores convocados. Luxemburgo, Leão e Felipão fizeram a farra das convocações. É preciso abrir o olho com Dunga.

O link da entrevista:

http://oglobo.globo.com/jornal/esportes/284988654.asp

1000

julho 25th, 2006 | 1 Comment | Filed in Uncategorized

Victor Pimentel - Enquanto o Baixinho pena para conseguir seus 1000 gols, o Blá blá Gol (vulgo blagol) ultrapassou os 1000 visitantes.

Assim como Romário, que contabiliza gols contra times de motoristas de ônibus, estamos levando em conta as visitas dos próprios colaboradores.

De qualquer forma, é uma marca importante para o Blog, e confesso, se o reloginho de visitantes não girasse todos os dias, já teria chutado o balde.

Um abraço e obrigado a todo mundo que bate papo por aqui ou somente lê os artigos.

PS: Reza a lenda que a 1000ª pessoa a visitar o blagol é do Sul…

Boi de Piranha

julho 24th, 2006 | 8 Comments | Filed in Uncategorized

Victor Pimentel - Mais que ninguém, os colorados ficaram de butuca ligada e já anunciam o novo treinador do Brasil. Dunga.

Começou a carreira de volante no Inter e depois correu o mundo. Terminou por lá também, salvando o Colorado de um rebaixamento com um golzinho na última partida, só não lembro em qual Brasileirão (é melhor dizer que ele se aposentou assim, que tomando um baile de Ronaldinho Gaúcho em uma decisão do Gauchão).

E agora ele começa a carreira de treinador no Brasil. Infelizmente, não no Brasil de Pelotas, e sim na Seleção Brasileira.

Assim como em 90, a CBF tirou esse coelho da cartola e pôs novamente um ex-jogador colorado que nunca* fora treinador para dirigir a Seleção Brasileira. Da outra vez foi Falcão (esse tinha um pouco mais de bola que Dunga).

Exatamente como em 90, o Brasil tinha vindo de um fiasco retumbante na Copa.

Vendo a apatia e a falta de comando que cercaram a Seleção de 2006, argumentam que com Dunga não faltará “comando”. Discutível.

O que aparentemente funcionou na Copa de 94, não tinha funcionado na de 90 (a chamada Era Dunga) e foi condenado por vários jogadores da Seleção de 98.

Outro argumento é que escolher ex-jogadores das Seleções sem experiência como treinadores é uma “tendência mundial”.

E daí?

Qual a comparação com o Brasil?

A Alemanha foi além das expectativas? Ótimo para ela. A Itália com Marcelo Lippi foi melhor. A França também.

Portugal foi além das expectativas com um treinador experiente, e a Holanda ficou abaixo do que sua tradição clama com Marco Van Basten.

Sem contar que não sei de onde estão tirando que é tendência mundial.

Assim como Falcão (e Leão também), parece que Dunga é boi de piranha, para ser feita uma sangria em medalhões da Seleção, e depois ser sacado.

Se foi pensando nisso, ótima escolha. Agora, se há boa-fé na escolha do nome de Dunga, por que não escolher Renato Gaúcho? Outro que é novo, foi grande jogador da Seleção Brasileira e tem a vantagem de estar atuando como treinador.

Ficando com a escolha de Dunga, e ficando com a boa-fé. Isso é um indício que o pragmatismo continuará rondando a Seleção. Afinal de contas, o Dunga em campo nomeou uma “era” em que jogar bonito era sinônimo de derrota (apesar de 90…)

Todavia, ainda fico com a ma-fé, e creio que Dunga será queimado para preparar o terreno do futuro treinador da Seleção (quem sabe Scolari após a EuroCopa).

Iniciamos as teorias da conspiração da Copa 2010.

Resumindo, a escolha de Dunga, deixou-me “Zangado”

* tirei da minha memória que Falcão nunca fora treinador de clube antes da Seleção. Mas sei que ele dirigiu o Internacional e o América-MEX. Pode ser que algum deles tenha sido antes da Seleção, mas creio que não.

Naquela época foi inventado de só convocarem jogadores que jogassem no Brasil, por conta disso, surgiu Cafú (vejam a proporção das consequencias de uma medida aparentemente inofensiva pode tomar). O carro chefe do “esquema” de Falcão eram cobranças de faltas de Branco ou Neto (aquele corinthiano gordo que os paulistas diziam ser o novo Maradona). Já na Copa América foram usados alguns “estrangeiros” que era o caso de Branco e Mazinho

A Copa América de 91 foi a gota d’água para o trabalho que começou com uma goleada sofrida para a Espanha por 3×0.

Dos “revelados” por Falcão se destacaram no futuro Mauro Silva, Leonardo e Cafú.

De qualquer forma, é impensável a convocação apenas de jogadores atuando em solo brasileiro hoje em dia.

Up Down

julho 24th, 2006 | 3 Comments | Filed in Uncategorized

Victor Pimentel - Quando a próxima rodada (14ª) acabar, o São Paulo continuará líder, afinal, jogando com seu time reserva, abriu 4 pontos de vantagem para o 2º colocado. E o Corinthians (jogando com o que tem de melhor para jogar) continuará no rebaixamento, pois já está a 4 pontos da salvação.

Fluminense e Cruzeiro vão ter de suar para conquistar vaga na Libertadores. Quem parece ter fôlego para chegar no São Paulo, é o Internacional, e mesmo assim, creio que vá ficar pelo caminho também.

O meio da tabela, é o mesmo de sempre um sobe e desce danado. Hoje o Vasco subiu e o Flamengo caiu, amanhã passa a ser ao contrário, e por aí vai seguindo. É Botafogo e São Caentano ameaçados, Figueirense fazendo bonito, Juventude por ali. Daqui a três rodadas trocaremos os nomes e o comentário fica o mesmo. Quem conseguiu dar uma desgarrada e “subir um patamar” foi o Paraná. Não duvido que ele consiga ficar lá por cima, pois tem um embasamento para estar lá. O melhor ataque do Campeonato. O que é um bom argumento para disputar uma vaga na Libertadores.

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No “mercado negro” já custa R$50,00 a arquibancada para Flamengo x Vasco. Isso no domingo, nem sei se tem ainda para vender na segunda-feira. Vou apanhar aqui, mas… já é hora de acabar com essa história de meia-entrada para estudante. A medida está tendo efeito reverso, aumentando os preços e o controle por parte de cambistas.

Notícia que mudará sua vida.

julho 20th, 2006 | 5 Comments | Filed in Uncategorized

Victor Pimentel - Zidane será suspenso por três partidas.

Itália ?

julho 20th, 2006 | 6 Comments | Filed in Copa do Mundo 2006, Futebol

Victor Pimentel - Dos três jopgos que passaram ontem, acabei vendo o que eu menos gostaria de assistir.

Vi Flamengo 2×0 Vasco.

Preferia ter visto os outros dois pelos seguintes motivos:

1) Era Libertadores

2) Os times eram melhores

3) Os times brasileiros tinham de vencer

4) Final com dois times do mesmo Estado em dois jogos, leva sempre a um primeiro jogo modorrento

Mas como acabei vendo o que a Globo passou para o conforto de minha poltrona, é dele que eu vou falar.

Renato veio com o blá-blá-blá (seria referência ao Blog?) de que o Vasco iria adotar o esquema da Itália, embora pelo que eu lembre da Copa a Itália se defendia, mas procurava organizadamente o gol. Nada disso. O Vasco fez um jogo típico de Copa do Mundo.

Como? Não indo ao Maracanã para jogar. Parecia até no início, que iria mandar no jogo, mas em pouco tempo o Flamengo se ajeitou e passou a dar as cartas. Se bem que o rubro-negro também não tivesse feito muita coisa.

No 2º tempo, Ney Franco não estava satisfeito ainda com o “domínio” rubro-negro, e mudou o esquema tático. Tirou um zagueiro e colocou um atacante (sim, acreditem! Obina foi atacante ontem). Deu certo. Logo em um dos primeiros (ou talvez o primeiro mesmo, sei lá) toques na bola, o baiano marcou o gol.

Quem ainda quer fazer comparações com a Copa, o Flamengo foi alemão. Marcou o 2º gol logo em seguida com cruzamento de Leonardo Moura (que para mim, está no bolo de brigar pela lateral da Seleção) para Luizão cabecear de olho aberto.

Depois disso, o Vasco ameaçou um brilhareco. Edílson chegou a driblar Diego que se recuperou a tempo e tirou a bola do baiano do Vasco e Andrade mandou um canudo no travessão rubro-negro. Mas ficou nisso.

Logo depois o técnico do Flamengo voltou ao esquema com três zagueiros. Para mim isso iria trazer o Vasco para dentro do Flamengo e acabaria resultando em uma pressão danada. Mas não. O jogo voltou a ficar modorrento e acabou.

Caso o Vasco vire quarta que vem, vai ser uma enxurrada aqui no Blog, mas a minha opinião é que o título do Flamengo são favas contadas.

Primeiro porque o Maracanã será rubro-negro (a torcida do Vasco não vai fazer o que fez a rubro-negra na decisão do Estadual de 2001, quando com desvantagem de dois gols, a torcida do Flamnego foi superior em número a do Vasco), segundo porque o Vasco treme diante do Flamengo em final (se bem que o Renato adora vencer o Flamengo) e, o principalmente, terceiro porque o Vasco-Itália não parte para cima.

Não digo que o Fla tenha merecido vencer o jogo de ontem, mas que o Vasco não fez nada para vencer, isso é a verdade.

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Do Internacional eu só vi os gols.

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Do São Paulo, ainda pude ver os melhores momentos do 1º tempo e os pênaltis. Comentar meia-dúzias de melhores momentos e pênaltis é empulhação. Deixo para as semi-finais (onde não vai ter Copa do Brasil e a Globo vai mostrar o jogo que eu quero ver).

Futebol. Finalmente

julho 16th, 2006 | 5 Comments | Filed in Copa do Mundo 2006, Futebol

Victor Pimentel - Depois de mais de um mês vendo 64 jogos modorrentos, vou poder beber minha ceveja tranquilo, com a sensação de não ter perdido duas horas em frente a TV.

O Brasileiro voltou, e a TV me presenteou com Grêmio 4×4 Fluminense.

Um jogaço.

Cheio de erros, times indo para cima, golaços, viradas, recuperações e tudo o mais que deve ter no futebol.

Sem maiores exolicações, o jogo era parelho, mas o Grêmio era melhor. Lá pelo meio do 2º tempo, o jogo estava 2×0 e parecia que ia ficar por isso mesmo. Quando Evando diminui para o Fluminense e Tcheco do Grêmio foi expulso por reclamação (é ridículo um jogador ser expulso por reclamação. Tem de ser punido pelo clube). Fugindo do lugar-comum que um time com 1 a menos passa a jogar melhor (por que tem gente que ainda acredita nisso?), o Grêmio foi se defender, e o Fluminense foi para cima imediatamente (e ajudado por seu treinador que não demorou para tirar um volante e colocar um atacante). Foi, e virou.

Então foi a vez de Jean pelo Fluminense ser expulso (tinha acabado de entrar, fez duas faltas e saiu). Com 10 contra 10, o Grêmio foi para cima, e naturalmente, um time que vai para cima, fica exposto. Mas fazer o que. Tiveram de correr o risco e pagaram por isso. No contra-ataque levou o 4º gol, que liquidara a partida.

ÊPA !!!!!! Liquidara a partida???? Nada disso. Talvez na Copa do Mundo, com a filosofia de não errar da Copa sim. Mas no Brasileiro, no futebol dos clubes, em que vencer ainda é mais importante que não perder (falo isso pois o treinador da Seleção Brasileira sempre alertou que não se podia perder em Copa), o time que ousou e tomou o 4º gol, acabou recompensado e empatou fazendo 2 gols nos acréscimos.

Pensando bem, quem foi recompensado foi o torcedor que foi ao Olímpico e assistiu a um partidaço e quem viu pela TV. Quer comprovar? É só ver a festa da torcida do Grêmio ao fim do jogo.

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Corinthians perde o clássico e vai ladeira abaixo. Antes da Copa, escrevi que as chances de ouro de Palmeiras e Santa Cruz eram as duas rodadas que seriam jogadas após a Copa. Aproveitaram e estão de novo na briga. A situação continua ruim, mas não é mais o fim anunciado.

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Agora é o intervalo de Flamengo x Vasco. Jogo que não quer dizer nada e para piorar, antecede a decisão da Copa do Brasil entre os mesmo times. Os dois estão imunizados ainda no Brasileiro, por conta da final da Copa do Brasil, mas vêm muito mal no campeonato, e assim que jogarem a 2ª final, passarão a sofrer pressão (inclusive o vencedor).

Até agora eu não consigo entender porque essa decisão não foi jogada antes da Copa.

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São Paulo continua líder. Ganhando nos acréscimos do forte Figueirense. Continua favorito.